Mostrando postagens com marcador Harmonização. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Harmonização. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, janeiro 10, 2020

Dona de vinícola na Provence disse que o brasileiro serve o rosé muito frio.




Conversei com a dona do Domaine Saint Ser, da Provence, sobre a temperatura de serviço dos rosés. Ela disse que os brasileiros normalmente servem na temperatura errada...


quarta-feira, dezembro 11, 2019

Drone, Viozinho e harmonização com Bacalhau na Adega Mãe




Na adega mãe tem uma bela paisagem para voar com o drone, tem uva chegando em plena época de vindima e vinificação e tem o melhor bacalhau do mundo... Precisa mais que isso?


quinta-feira, novembro 07, 2019

quarta-feira, novembro 06, 2019

Terceiro episódio do desafio do Filé à Parmegiana do Aguzzo.





São reveladas as pontuações às cegas dos 17 vinhos que concorrem neste terceiro episódio do programa Desafio no restaurante Aguzzo Cucina. Os vinhos foram encaminhados por importadoras e vinícolas para combinar com o famoso filé à parmegiana do restaurante. Os 6 jurados externam as sensações da prova. Ao final são revelados quantos vinhos ganham medalha de ouro pela harmonização.


quarta-feira, outubro 23, 2019

Participei do desafio do Canal CG10, no restaurante Aguzzo, em São Paulo






foram 17 vinhos, de 5 países, enviados por 9 importadores, avaliados por 6 jurados.
Neste episódio você pode conhecer todas as etapas do Desafio e cada um dos rótulos, provados por jurados especialistas.
O desafio final é a harmonização com o famoso filé à Parmegiana do Aguzzo.
No primeiro episódio avaliamos os vinhos.


segunda-feira, fevereiro 25, 2019

La Blanca Sauvignon Blanc 2018 - Diamantina - MG - Brasil





Uma grata surpresa.
Um grupo de produtores de Diamantina participou da última edição do Encontro de Vinhos em Belo Horizonte, e quem sabe apareçam para mostrar seus vinhos em São Paulo.
Todos os vinhos eram bons, alguns mais do que bons e todos amadurecidos e colhidos na época em que os vinhedos "normais"descansam. No inverno.




Esse tipo de cultivo foi criado em Minas, pela EPAMIG e já está invadindo outros estados como São Paulo, Goiás, Rio de Janeiro...
Tecnologia brasileira que está ampliando o mapa do vinho do Brasil.



No mesmo Encontro de Vinhos, fiz uma apresentação de harmonização com queijos mineiros e vinhos.
Usei um Sauvignon Blanc francês (de muito boa qualidade) e o Sauvignon Blanc La Blanca, elaborado em Diamantina.
O resultado com o queijo de 45 dias de maturação foi perfeito. Uma harmonização ideal com dois produtos brasileiros.
As pessoas que seguiam a apresentação, comparavam os vinhos e percebiam que o vinho mineiro estava no mesmo nível do vinho francês, apenas com mais intensidade aromática.




O La Blanca tem mesmo intensidade aromática muito boa.
As notas de maracujá, manga verde, um leve toque herbáceo que lembra hortelã. Tudo bem claro e sem exagero.
Um vinho limpo no nariz.
Na boca é fresco, com a acidez que se espera de um Sauvignon Blanc (alta), que faz a boca salivar e dá vontade de ir para a próxima taça. Com o queijo fez o papel de limpar a boca, eliminando o excesso de gordura.
O sabor também é intenso e não ficou atrás da potência que o queijo oferecia.
Equilibrado, elegante e com a persistência um pouco acima da média.
Típico Sauvignon Blanc.
Nota: 89
Preço: 70 reais
Onde comprar: Nos melhores restaurantes de Diamantina ou em contato com eles: Instagram @quintadocampoalegre WhatsApp: +55 31 9195-0402

sexta-feira, março 16, 2018

Harmonizar vinhos com bons momentos é especialidade de uma rede de Lojas em Paris





As lojas Nysa, de Paris, vendem vinhos e outras bebidas ajudando o consumidor a harmonizar com comida ou momentos especiais.
Tem o vinho para um encontro, para o futebol, para os apaixonados, para queijo, para cordeiro...
Assista o vídeo:



terça-feira, dezembro 22, 2015

Jean Claude e Ligia Maria Cara lançaram em São Paulo, o livro: Vinhos da Borgonha - história, tradição e cultura...


Antes do lançamento uma conversa com o que Jean pensa sobre a Borgonha.
Falou no terroir único, no aquecimento global, nas variedades de uva, do uso de barricas e principalmente da grandiosidade dos vinhos e das safras antigas.
Jean leva grupos de brasileiros para a Borgonha, tem uma loja de vinhos raros em Beaune e tem como missão, ensinar sobre a Borgonha.



O livro tem padrão internacional.
Informações sobre as denominações de origem, informações técnicas, serviço do vinho, gastronomia, turismo, harmonização com comida...
Um belíssimo trabalho do Jean Claude Cara e da Ligia Maria Salomão Cara!!!
As fotos são do próprio Jean e da fotógrafa Nádia Jung.
Eu recomendo!

Preço: 140 Reais.
Onde comprar: http://www.travessa.com.br/vinhos-da-borgonha-historia-tradicao-e-cultura/artigo/c2f360eb-f251-43be-83b7-be1bad54d30d

quinta-feira, setembro 24, 2015

O Ovo e Uva é surpreendente!!!


De cara gostei do nome.
Gosto de ovo, gosto de uva, gosto de vinho.
O lugar é espaçoso, tem produtos para levar pra casa, tem vinho a beça...
Ambiente descontraído.
Os vinhos são bem variados, a grande maioria da importadora Decanter.



Eu imaginava que teria bons vinhos num winebar, como esse fino (jerez), e boa comida, mas...
É mais que isso.
Tem criatividade nos pratos, boa harmonia nos sabores, ponto certo e harmonização com os vinhos.



A lulinha grelhada com maionese picante abriu os trabalhos com perfeição.
Harmonizamos com o branco Espanhol Cristiari que é um corte de Muller Thurgal e Pinot Blanc.
Depois veio um petisco.
Dois.



Essa Bruschetta de queijo manchego, figo e mel...
Covardia!!!



O Strudel de Morcilla com nozes passas chutney de maçã e calda de laranja nem se fala.
Acompanhados de um Riesling meio doce do Mosel.



Continuei voando com o Tortelli de Rabada com molho pomodoro clássico.
Bem acompanhado pelo natural Dominio Vicari Merlot, que eles vendem por lá e me deu saudades da Lizete Vicari.



E viria o prato principal para mostrar realmente que nem o ovo e nem a uva estão pra brincadeira.
O chef chileno Cristobal Carrion é quem manda na cozinha.
Estilo chileno, quieto, sem fazer auê e com muita criatividade e competência.



A Língua ao próprio molho com purê de batatas trufado estava simplesmente perfeita.
Textura, sabor, harmonização dos ingredientes, temperatura do prato, tudo perfeito.
O Amarone Clássico Campo Casalin quase passou despercebido.



A sobremesa, maravilhosa (Verrine cremosa com paçoca e maçã caramelizada) fechou o almoço com o vinho Glen Carlou (doce da África do Sul), que trambém passou como deve ser. Como juiz que vai bem num jogo de futebol, sem ser percebido, sem atrapalhar e harmonizando com tudo.


Que coisa esse Ovo e Uva!!!

O Ovo e Uva fica na R. Mateus Grou, 286 - Pinheiros, São Paulo e abre todos os dias.
http://www.ovoeuva.com.br/ 

sexta-feira, setembro 04, 2015

Em Belo Horizonte, um seminário pra lá de Top, explicou o Chile e a Carménère. Em 50 barricas...


Antes do Encontro de Vinhos Belo Horizonte, fui ao seminário do Rafael Prieto sobre os Carménères do Chile.



O Rafael é um cara com ideias brilhantes que consegue produzir vinhos fantásticos unindo cabeças iluminadas em torno das ideias.
Ele convida grandes enólogos que abraçam os projetos e elaboram vinhos de tirar o fôlego.
Só para lembrar de algumas dessas raridades, ficaram na memória as caixas dos Top Winemakers, onde cada enólogo elaborou a sua garrafa.



Lembro do 5x20 mulheres e o 5x20 homens.
5 grandes nomes enólogas entravam com 20% do corte do vinho final e 5 grandes enólogos faziam o mesmo no vinho dos homens.



Depois lembro do fantástico 100 barricas de Chile que conseguiu unir o país em torno de um vinho.
O Seminário tinha como finalidade mostrar o novo projeto: 50 Barricas Carménère.



Muito bem pensada a fórmula do seminário.
Sempre com o competente Ariel Perez, que é mais mago que o Valdívia (além de não se machucar nunca), no comando do serviço e de tudo que apareça pela frente.
Provamos vinhos de Carménère de todos os vales e terminamos com o Grande Vinho.
Era clara a diferença dos vinhos de cada vale e ficou claro qual a contribuição cada vinho deu no resultado final.


No nariz é um vinho limpo, com boa intensidade aromática (média+).
Notas de especiarias, amora, cereja, tabaco e as notas herbáceas típicas da variedade.
Na boca é seco, encorpado, taninos (médio+) com textura muito macia e granulada.
Acidez correta e equilibrada com os taninos (média+), sensação alcoólica pouco marcante (média), boa intensidade de sabor (média+) e boa persistência (média+).
Notas de frutas negras e especiarias, mas algum toque de chocolate amargo, que inclusive foi a sugestão de harmonização do Rafael Prieto, que imediatamente foi aceita e aprovada.
O vinho é jovem e mostra juventude.
Tem estrutura para envelhecer e crescer muito.
Quando as notas terciárias (de envelhecimento em garrafa) chegarem, o vinho deve crescer muito.
Já é muito bom para beber agora, mas deve melhorar em 10 anos.
Nota: 93/100
Espero que venham novos projetos e que a mente do Rafael continue brilhando.

quinta-feira, julho 09, 2015

Sábado tem degustação de queijos artesanais e vinhos naturais brasileiros em São Paulo. No comando o Mestre Queijeiro Bruno Cabral e a Lis Cereja...


É uma boa opção para quem ficou em Sampa (estadual) no feriado prolongado.
Acontece as 16 horas, no Mestre Queijeiro, em Pinheiros.
Rua Simão Álvares, 112.
O Bruno Cabral vai explicar as diferenças dos queijos pelo tempo de maturação, texturas, tipos de leite, etc...
Os queijos serão: Canastra, Tomme Santana (Cuesta), Campo Redondo, Extra Curado de Ovelha e o Azul do Bosque.



A sommelière Lis Cereja (da famosa Enoteca Saint Vin Saint) entra com os vinhos artesanais e naturais brasileiros: Espumante Eduardo Zenker, Juan Carrau Gewurztraminer e o Domínio Vicari Sangiovese (da querida Lizete Vicari).
Imperdível!!!
Custa 90 reais por pessoa.
Informações pelo fone (11) 23691087

quinta-feira, novembro 20, 2014

Dimenticaia... Sabe o que significa? Uma confraria ou uma palavra? - Por: Bruno Airaghi




Ornellaia, Sassicaia .... Dimenticaia! 
(origem da declinação do verbo dimenticare, em italiano = esquecer)
Passados alguns eventos como: Copa do Mundo, eleições, a Dimenticaia... lembrou-se uma vez mais e se reuniu  desta feita no Restaurante Terraço do Club Athletico Paulistano.
Sempre às cegas.
O grupo de enófilos partiu para uma degustação de exemplares brancos e tintos e com um” welcome drink “a base do espumante  Brut verde amarelo da vinicola boutique Campos de Cima (RS).
Bastante honesto , frescor , leve, boa perlage e com bom custo beneficio.
Sempre ás cegas seguimos com um branco chardonnay da França, todos concordaram.



E parou aí , pois fomos imaginando de Chablis ao Languedoc em segundos, contudo era sim um Chardonnay do Loire 2012, DomaineD’Avrille (13,5%) com seu frescor, mineral, citrico
e com teor alcoolico dando boa acidez.
Uma nota de 90/100.

Na sequencia já terminando a salada Parma, é servido um tinto que não me deixou duvidas que se tratava de um Pinot Noir*, cor ruby clara, aromas típicos de couro, chocolate, violetas, um vinho complexo, elegante, prazeroso na boca, excelente.

Acompanhando o prato principal, outro tinto de corpo medio, toque de couro, bem interessante.
A escolher no prato principal:

  Filé ao molho de Fois Gras Trufado
  Pescada Amarela  a Cote d’Azur
  Ravioli ao Funghi ou Pomodori

Outro vinho tinto que se notabilizou pela sua “agulha” na boca, achamos que algo  poderia sugerir Italia, 



mas fomos em frente com um exemplar com boa persistência, caracteristicas de um Tempranillo, deixando os participantes já com uma previa definição dos finalistas.
Caminhando para a sobremesa (Creme Brulée ou frutas laminadas) estavamos já definindo a classificação.
Miguel Icassatti, Beto Duarte, Walter Tomassi, Felipe Campos e Bruno Airaghi

1º Viña Bosconia , Rioja 2003-nota  92,5/100
2º Yarden Pinot Noir 2008 Israel , 14% -nota 92/100, 
(WS= 89).
3º Rhône 2008 Pierre Gaillard 12% -nota 91/100
4º Capitancelli 2011 , organico corte bordales (Lazio ,Italia) 13,5% ,nota 89/100
(*) harmonizou bem com ravioli ao funghi.
Inovini que comercializa.

quinta-feira, janeiro 30, 2014

Blogando sobre cerveja: primeira aventura veronil - Por Ludmilla Fonttainha


Falar sobre cerveja não é chato, muito menos trabalhoso. 
Chego a dizer que é, no mínimo, um pouco sacrificante. 
Porque bom mesmo é escrever e ler  degustando, ao mesmo tempo, para se ter certeza da informação. 
E digo isso de maneira profissional: relatar ou imaginar sensações, puxar na memória aromas, sabores e cores é sempre menos real. 
E, inevitavelmente,  dá água na boca!
Como estamos em pleno verão – e que verão! – no Brasil, escolhi começar minhas postagens com um estilo que está, sem sombra de dúvidas, entre os meus preferidos: a witbier.  
Mas por que a escolha dela para esta estação do ano? Porque é uma cerveja leve e refrescante, ideal para os dias quentes que estamos vivendo de norte a sul no país.  
Criado na Bélgica, a witte, white, blanche ou witbier, é uma cerveja de trigo – como as Weiss, porém, acrescida de outros ingredientes, que modificam o sabor, o aroma e o corpo da bebida. 
Esta cerveja de trigo da escola belga é bem clara e sempre vai apresentar aromas adocicados e cítricos, podendo ser identificado, por exemplo, mel, baunilha e laranja. 
Para conseguir a refrescância, que é uma característica marcante do estilo, os produtores acrescentam semente de coentro – que traz um sabor completamente diferente da folha usada como tempero. 
Também são colocadas na receita cascas de frutas cítricas, como laranja, mexerica, limão siciliano, etc. 
Aí, vai do gosto e criatividade do mestre cervejeiro!
Para acompanhar, sugiro petiscos leves, com sabores também cítricos: aí podemos criar uma harmonização por semelhança. 
Que tal uma bruschetta de tomate com raspas de limão siciliano? Ou, para os mais ousados, podemos criar um contraste no paladar: uma wit com um bolo de chocolate. 
Na verdade, harmonizar cervejas com pratos dá pano pra manga! Prometo abordar, com calma, esse outro tema ao longo dos posts....
O importante mesmo é sentir a cerveja e como este grande e vasto universo pode ser desvendado!
E como não pode deixar de ser: ein prosit!


Ludmilla Fonttainha é jornalista, produtora de televisão, integrante da Confraria Feminina de Cerveja (Confece) e beer sommelier. Uma apaixonada por este caminho sem volta, que é a apreciação da cerveja artesanal!

quinta-feira, outubro 17, 2013

Informações sobre as variedades: Syrah


A Syrah é uma uva de pele escura originária do norte do Rhône.
Na Austrália é chamada de Shiraz e é a principal variedade do país.
Os vinhos elaborados com ela normalmente mostram notas florais, frutas negras, apimentadas e herbáceas quando começa a envelhecer.
Em vinhos mais evoluídos mostra notas de couro, fumaça e alcaçuz.
É também uma variedade muito importante em cortes, pela sua cor e pelos taninos elevados.
O mesmo motivo, faz com que os vinhos sejam longevos, com uma excelente capacidade de envelhecimento.
No Rhône aparece em cortes principalmente com as variedades: Grenache, Mourvèdre, Carignan e Cinsault.
Alguns vinhos de Syrah têm grande reputação como os Côte-Rotie, Hermitage (a mais importante de todas) e Saint-Joseph (todos do Rhône).
É plantada em diversas regiões do mundo.
Normalmente os vinhos elaborados com a Syrah combinam muito bem com confit de pato, cassoulet, curry, cordeiro com alecrim ou com tomate e coentro.

sábado, setembro 28, 2013

Maionese de caipirinha, pode? Parece estranho, mas pode e surpreende pelo sabor e originalidade.

Vamos à receita!

Ingredientes:
2 gemas de ovos
suco de um limão
250ml de óleo
80ml de cachaça
uma pitada de açúcar
sal e pimenta q.b.

Importante: todos os ingredientes devem estar em temperatura ambiente.

Começamos colocando as gemas numa tigela, com o sal e a pimenta, batendo e adicionando o óleo lentamente - comece primeiro com algumas gotas e depois a fio. Assim que obter um molho espesso, adicione o limão, a cachaça e o açúcar, continue batendo. Quando tudo estiver bem misturado, a maionese está pronta.

Queremos saber:
- que alimentos, petiscos você escolheria para saborear este molho delicioso?
- que vinho acredita harmonizar melhor?
Sugere outra bebida para esta harmonização, além da caipirinha, claro?

Até breve!

Vinha Grande - Douro 2022 - Casa Ferreirinh

Cereja, bergamota, violeta...  na boca tem corpo médio, taninos macios, sensação de frescor, sabor repetindo o nariz, mas com um toque de e...