No nariz cereja, mirtilo, flores secas, terra, tabaco e cogumelo. Na boca é encorpado, a fruta ainda bem viva, bom frescor (acidez) e uma textura delicada, elegante. Os taninos são bem presentes, mas finos e macios. Sabor intenso, com as frutas se misturando com uma nota de baunilha e tabaco.
É sempre bom encontrar o Adolfo. Um amigo querido, um ídolo, um cara que me serve uma taça de espumante acompanhada de uma conversa deliciosa.
É sabedoria, experiência e claro, maestria.
No segundo episódio do documentário Borbulhas Brasileiras, ele falou com riqueza de detalhes sobre o desenvolvimento do Brasil como país produtor de vinhos.
Alejandro Cardozo, mais conhecido pelos espumantes, mas que também produz ótimos brancos, tintos e rosés tranquilos, é o personagem do documentário Borbulhas Brasileiras.
Foram dois dias, mais de 1000 quilômetros rodados para acompanhar o trabalho dele, em duas regiões diferentes, na Campanha e na Serra Gaúcha.
Um trabalho minucioso, tecnológico e de alta precisão na degustação de cada vinho.
Na segunda e última parte do documentário, Milagre do Velho Chico, o enólogo Ricardo Henriques mostra as características desse terroir único no paralelo 8, em pleno semiárido nordestino.
Assista também a primeira parte, com o enólogo Miguel de Almeida.
Viajei para o sertão nordestino para mostrar como são produzidos os vinhos da Miolo e da Rio Sol.
Nesta primeira parte, o personagem da história é o Miguel de Almeida, um enólogo português que conhece o Brasil como poucos e elabora vinhos excelentes.
A Tempranillo é tão grande, que está no corte dos maiores representantes da Espanha e de Portugal.
No vídeo, eu mostro os vinhedos do Vega Sicilia e do Tondonia.
Também vale lembrar que a variedade está no corte dos dois vinhos mais famosos e valorizados de Portugal, o Barca Velha, do Douro e o Pera Manca, do Alentejo.
É a primeira branca que entra na série sobre as variedades viníferas que estou postando no meu canal do youtube. Nada melhor do que começar com a Chardonnay...
A dupla poda, técnica que permite o cultivo das videiras com colheita no inverno, tem feito o mapa vinícola do Brasil crescer a cada ano.
Entre esses "vinhos de inverno", alguns já atingiram grandes pontuações, ganharam medalhas em provas importantes e conquistam cada dia mais espaço na preferência dos consumidores.
O Casa Verrone Gran Speciale Cabernet Sauvignon/Franc foi o melhor que provei até hoje.
Um vinho encorpado, com muita concentração, taninos macios, boa acidez e persistência.
Visitei os vinhedos que ficam em Itobi, perto de São José do Rio Pardo e conversei com o Márcio Verrone.