Dominique Hébrard, que foi co proprietário do Château Trianon, joga suas fichas no Château Trianon, de Saint-Émilion.
Certamente não é uma simples aposta. A reportagem mostra o trabalho que está sendo feito e o solo incrível onde estão os vinhedos.
Dominique Hébrard, que foi co proprietário do Château Trianon, joga suas fichas no Château Trianon, de Saint-Émilion.
Certamente não é uma simples aposta. A reportagem mostra o trabalho que está sendo feito e o solo incrível onde estão os vinhedos.
Muita gente diz que a Carménère estava extinta em Bordeaux e foi reencontrada no Chile.
Na verdade ela nunca desapareceu de Bordeaux. A superfície plantada diminuiu muito, isso sim.
Diminuiu por ser uma variedade que amadurecia com dificuldade em Bordeaux.
Talvez por isso ela tenha sido levada ao Chile.
O clima ensolarado chileno não seria obstáculo pra ela e realmente não foi.
Acontece que o tal aquecimento global deu uma segunda chance para a Carménère em Bordeaux.
Ela está lá, dando bons frutos.
No caso dessa parcela, tem mais de 60 anos, com alguns pés, como este da foto, provavelmente com mais de 80.
Veja a reportagem, que é uma prévia da reportagem completa no Château Trianon, que eu publico no próximo sábado.
Alejandro Hartwig é dono e enólogo da bodega. É um viticultor que ama a natureza e os vinhos de qualidade.
Assista a entrevista.
Euclides Penedo Borges é o brasileiro que produz vinhos Premium em Mendoza.
É a Penedo borges bodega boutique.
Conversei com ele no restaurante Cantaloup, em São Paulo.
Na segunda e última parte do documentário, Milagre do Velho Chico, o enólogo Ricardo Henriques mostra as características desse terroir único no paralelo 8, em pleno semiárido nordestino.
Assista também a primeira parte, com o enólogo Miguel de Almeida.
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Viajei para o sertão nordestino para mostrar como são produzidos os vinhos da Miolo e da Rio Sol.
Nesta primeira parte, o personagem da história é o Miguel de Almeida, um enólogo português que conhece o Brasil como poucos e elabora vinhos excelentes.
Nos tempos de pandemia, as entrevistas são on line.
Hoje fiz uma entrevista com o Michel Rolland, o enólogo mais requisitado do mundo.
Depoimentos interessantes. Vale a pena assistir:
A dupla poda, técnica que permite o cultivo das videiras com colheita no inverno, tem feito o mapa vinícola do Brasil crescer a cada ano.
Entre esses "vinhos de inverno", alguns já atingiram grandes pontuações, ganharam medalhas em provas importantes e conquistam cada dia mais espaço na preferência dos consumidores.
O Casa Verrone Gran Speciale Cabernet Sauvignon/Franc foi o melhor que provei até hoje.
Um vinho encorpado, com muita concentração, taninos macios, boa acidez e persistência.
Visitei os vinhedos que ficam em Itobi, perto de São José do Rio Pardo e conversei com o Márcio Verrone.
Assista o vídeo.
Num dos poucos encontros presenciais dessa inacreditável e longa pandemia, almocei com o Toti Undurraga para provar seus vinhos biodinâmicos.
A familia Undurraga tem 150 anos de história na produção de vinhos no Chile.
A Viña Koyle começou em 2006 e logo se decidiu pela agricultura biodinâmica.
Provei 3 vinhos muito bons.
O Cabernet Sauvignon Koyle Gran Reserva 2017 foi o primeiro da prova.
No nariz notas de groselha, cassis, amora... Também uma nota de pimenta preta e goiabada.
Na boca tem os taninos macios, boa acidez e persistência.
Uma nota de chá acompanha o final de boca, que tem boa persistência.
Nota: 89
O Koyle Royale Carménère 2018 segue a mesma característica de fruta fresca.
Cereja, amora... Também tabaco e baunilha.
Na boca os taninos são potentes e finos, elegantes.
Tem boa acidez, equilíbrio e no sabor dá pra sentir a madeira com sutileza e na medida certa.
É persistente, delicioso.
Nota: 92
O Auma 2009 fechou a prova.
É o vinho mais importante da vinícola.
Frutas mais maduras, como era comum no ano de produção do vinho.
Amora, violeta, chocolate amargo...
Parece mais jovem do que realmente é.
Na boca é encorpado, tem os taninos muito elegantes, com textura macia e ao mesmo tempo potência.
Tem boa acidez, sabor intenso repetindo as notas sentidas no nariz e acrescentando um toque terroso e de cogumelo.
Excelente persistência.
Nota: 94
Pra terminar, gravei uma entrevista com o Toti Undurraga:
Cereja, bergamota, violeta... na boca tem corpo médio, taninos macios, sensação de frescor, sabor repetindo o nariz, mas com um toque de e...