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terça-feira, fevereiro 04, 2020
Encontro de Vinhos é festa, arte e diversão.
No dia 25 de Janeiro, aniversário de São Paulo, mais uma vez o Encontro de Vinhos fez uma festa para o amante do vinho.
Pode ser para o amante da arte, da música, da gastronomia e até do turf.
Tinha corrida de cavalo, tinha um artista pintando um quadro ao vivo, tinha mais de 150 rótulos de vinho, tinha feijoada e tinha música do grupo Folksons.
Foi uma verdadeira festa.
O vídeo mostra um pouco do clima, que promete se repetir no dia 7 de Março, na Casa Webforce, na Avenida República do Líbano, 331 - ao lado do Parque Ibirapuera.
Já é possível comprar ingressos pelo Sympla e quem usar o código PAPODEVINHO
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ganha 10 reais de desconto.
terça-feira, março 19, 2019
Música, churrasco e bar open na Bodega Sottano, em Mendoza.
Na Bodega Sottano, em Mendoza, o turista pode passar uma tarde ouvindo música, comendo churrasco e provando os vinhos da bodega Sottano e Vicentin.
quinta-feira, janeiro 17, 2019
Raffaello Annicchiarico é o personagem do documentário Bella Ciao, realizado na Campania.
Raffaello foi um daqueles casos onde a pauta mudou no meio do caminho.
Sabe a história daquele repórter que foi ao circo entrevistar o palhaço e o circo pegou fogo?
A reportagem mudou imediatamente de pauta e o incêndio era a notícia mais importante.
Pois é, foi assim com Raffaello.
A visita era para uma reportagem simples, que entraria dentro de um documentário mais abrangente, sobre a rica região da Campania.
Só que o Raffaello roubou a cena.
O cara é sabedoria pura!
Ele não usa nenhum químico nos vinhedos, não usa sulfitos para conservação dos vinhos e tem uma sala de barricas cheia de micro organismos pelas paredes e até nas barricas.
E mais, Raffaello tem seus próprios métodos. Não segue nenhuma cartilha.
Aí vem a pergunta: os vinhos são bons? Excelentes.
Assista o documentário completo, assine o canal no youtube e deixe o seu like (prefiro a palavra gostei).
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segunda-feira, outubro 15, 2018
A Uva Agostinella quas foi extinta. Mas Raffaello não deixou. Reportagem em vídeo.
Entrevista com Raffaello Annicchiaricco, do Podere Veneri Vecchio, da Campania. Ele produz vinhos naturais e protege as variedades autóctones da extinção.
A Agostinella é sua paixão, uma resistência.
Resistência que lembra um símbolo da história italiana, a música Bella Ciao.
Bella Ciao é o nome do vinho elaborado com a Agotinella.
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quinta-feira, outubro 06, 2016
Sigo a caminhada entre os vestígios romanos em (AOC) Cornas, com a Laure Colombo.
O mapa em francês mostra a composição do solo de Cornas.
Os romanos deixaram vestígios com terraços, onde plantavam vinhas.
Cornas significa "terra queimada" (Terre Brûlée).
Assista o vídeo:
quarta-feira, abril 20, 2016
sábado, fevereiro 06, 2016
Wine, women and song, o pai do sexo, drogas e rock'n'roll
O termo (ou lema) Wine, Women and Song, nasceu provavelmente do título da valsa escrita por Johann Strauss, mas acabou sendo muito mais que isso.
Virou um lema hedonístico que acabou se transformando e dando origem mais recentemente ao Sexo, drogas e Rock'n'Roll.
Esse recentemente pode ser exatamente explicado com a canção de Ian Dury, lançada em 26 de Agosto de 1977.
Para se ter ideia do que significou Wine, Women and Song, o termo pode ser bem entendido e foi amplamente repetido pelo mundo afora.
No Wikipedia, por exemplo, a tradução do termo em diversos idiomas, dá ideia do caráter global atingido em uma época pré (ou muito pré) internet.
A frase ganhou versões regionais e algumas muito engraçadas.
Veja:
Bengali/ hindu/ sânscrito: "Sur, Sura, Sundari" (música, vinho e mulher)
Búlgaro: "Пиене, ядене и някоя сгодна женица" (bebida, comida e uma boa mulher)
Tcheco: "Zeny, vino um zpěv" (mulheres, vinho e cantoria)
Dinamarquês: "Vin, kvinder og cantou" (vinho, mulheres e música)
Finlandês: "Viini, laulu ja Naiset" (vinho, música e mulheres)
Georgiano: "ღვინო, დუდუკი, ქალები" (vinho, duduk (instrumento musical), mulheres)
Alemão (língua oficial do termo, pela música de Strauss: "Wein, Weib und Gesang" (vinho, mulher e canto)
Italiano: "Bacco, Tabacco e Venere" ( Bacchus , tabaco e Venus)
Persa: "Kabab, sharab va Shabab" (carne, vinho e juventude)
Norueguês: "Piker, vin og cantou" (meninas, vinho e música)
Polonês: "Wino, kobiety i śpiew" (vinho, mulheres e canto)
Português (Portugal): "Putas, música e vinho verde" (prostitutas, música e vinho verde)
Sueco: "Vin, Sang kvinnor och" (vinho, mulheres e música)
Espanhol: "Naipes, Mujeres y Vino, Mal Camino" (cartas, mulheres e vinho, mau caminho)
O Brasil não usou o termo, passando diretamente para o Sexo, Drogas e Rock'n'Roll.
O termo fez surgir muitas músicas, que eu separei algumas para dar uma equilibrada com o carnaval.
Vale ouvir todas.
terça-feira, julho 28, 2015
Música e Vinho... Até Luiz Carlos da Vila (considerado um dos maiores de todos) cantou o vinho...
Por te amar eu pintei
Um azul do céu se admirar
Até o mar adocei
E das pedras leite eu fiz brotar
De um vulgar fiz um rei
E do nada o império pra te dar
A cantar eu direi o que eu acho então o que é amar
É uma ponte lá para o longe dos horizontes
Jardim sem espinhos
Vinho que vai bem em qualquer canção
Roupa de vestir qualquer estação
É uma dança, paz de criança
Que só se alcança se houver carinho
É estar alem da simples razão
Basta não mentir pro seu coração
sábado, julho 18, 2015
domingo, setembro 28, 2014
domingo, abril 27, 2014
sábado, março 22, 2014
quarta-feira, fevereiro 12, 2014
Sobre Filmes Brancos e Tintos - Surpresas do Coração (French Kiss) - Por Wania Westphal
Como imaginar alguém passar um dia que seja em Paris e não ver a Torre Eiffel? Lawrence Kasdan e Adam Brooks conseguiram não apenas conceber essa ideia como escrever e filmar. Essa é uma entre tantas outras situações tão bem humoradas e charmosas quanto o resultado final de Surpresas do Coração, título original French Kiss, um filme que exala os possivelmente mais (encantadores?) bouquets de Auvergne .
O longa, de 1995, é uma daquelas comédias românticas deliciosas para quem aprecia o jeito Meg Ryan de atuar. Assim "meio mulher meio menina" como o andar da protagonista Kate é definido pela personagem do vigarista Luc Teyssier, o quarentão francês interpretado por Kevin Kline.
Falando nele, esqueça do falastrão de Um Peixe Chamado Wanda, releve o emborrachado Cole Porter de De-Lovely, delete o pistoleiro em roupas de baixo de Silverado - faroeste em que o ator também fez parceria com o diretor Lawrence Kasdan, dez anos antes de ambos seguirem para o Sul da França, onde foi rodada a maior parte de French Kiss.
O Luc Teyssier de Kevin Kline é um homem que mesmo sem muito cuidado com a própria aparência (quase sempre meio 'seboso', de barba mal feita, cabelo desgrenhado) é atraente, quase irresistível - a despeito das picaretagens que apronta antes e durante os dias que passa com a professora de história Kate.
Ela, pobrezinha, faz quase tudo para realizar o sonho de ser a esposa do médico canadense Charlie (personagem de Timothy Hutton). Menos embarcar com o noivo numa viagem a Paris, por causa de uma aparentemente insuperável fobia de avião, e é aí que a coisa pega.
Sozinho na capital francesa, Charlie apaixona-se perdidamente pela déesse Juliette (a deusa Susan Anbeh) e, por telefone, termina a relação com Kate. Disposta a reconquistar seu amor, a loirinha encara o pavor de avião embarca de Toronto a Paris, no voo de sete horas e tanto em que conhece o vigarista Luc.
A primeira referência ao vinho aparece quando são passados vinte minutos de filme e um Luc meio assustado, no banheiro do avião, desembrulha a pequena videira que trazia escondia junto ao peito.
Ele fala com a plantinha docemente, poucas palavras, joga água da pia em sua raiz e volta a guardá-la envolvida por um colar de diamantes roubado que trazia de uma loja Cartier da América.
Como não queria ser pego e previa ser revistado pelos agentes do aeroporto francês, e sem que Kate percebesse, Luc esconde a videira e o colar na bolsa da moça de aparência certinha, que dificilmente teria problemas na alfândega.
A partir de então, passa a acompanhar Kate - e sua videira e seu colar - pelo resto da história.
São diversas situações descontraídas, ainda que tolas, mas quem precisa de veracidade nas ruas e vielas de Paris? Nem na Côte D'Azur, onde as personagens se encontram na sequência do filme.
Ainda na capital, depois de saber o motivo para Luc ter sido tão solícito, Kate furiosa reclama: "Você escondeu uma planta na minha bolsa!" ao que ele responde, indignado: "Isso não é uma planta, isso é uma videira!"
No caminho de trem até a Cote D'Azur, fazem uma parada na estação de La Ravelle, Puy-de-Dome, em que Luc nasceu e onde estão os vinhedos que pertencem à família dele há três gerações.
Ao mostrar a propriedade para Kate, Luc explica que para se produzir um bom vinho é preciso ter algo de apostador. Num outro momento, ele mostra seu projeto de infância: uma caixa de madeira com diversas garrafinhas de vidro repletas de variadas ervas, frutos, sementes, os cheiros da região e demonstra , numa experiência delicadamente sedutora (com uma luz belíssima) como diversos ingredientes podem alterar não só o sabor como a personalidade de um vinho.
Mais tarde, leva Kate a um vinhedo completamente abandonado, e explica que ali, com aquela pequena videira americana, pretende fazer "um mix" e criar algo novo, naquela terra que passou anos descansando...
A trilha sonora, assinada por James Newton Howard (de O Fugitivo, O Sexto Sentido, Batman Begins e Sinais, entre outras) contempla tantos clássicos da música francesa quanto uma balada italiana e um surpreendente Van Morrinson quando a ficha técnica chega perto do fim. Por sinal, não desligue antes de ouvir Kevin Kline em sua versão para La Mer, de Charles Trenet.
Sim, eu parei de contar a história do filme. Há ainda outras referências, paisagens e passagens ilustradas direta ou indiretamente pelo vinho, uvas, vinhedos, taças de branco. Mas eu seria uma estraga prazeres se escrevesse tudo aqui.
Melhor ir sem pressa, aos pouquinhos, mas sempre com uma história que possa despertar o interesse dos iniciantes ou cativar ainda mais amantes dessa bebida, como você, como eu.
A gente se encontra dia desses, diante da tela.
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Wania Maria Westphal não queria mudar o mundo quando concluiu o curso se Jornalismo, em 1987. Conseguiu, sim, o que desejava: trabalhar com esportes, 25 anos, com algumas passagens pelo noticiário geral, comportamento, até economia. Por causa de um grande amor, se interessou pelo vinho e juntou ao tema a outra paixão: o cinema. Assim passa a bater alguns papos com você, a partir de agora
domingo, janeiro 26, 2014
Nano Stern cantando El Vino y el Destino - Perfeito para o domingo
Nano Stern é um famoso músico chileno.
sábado, janeiro 11, 2014
Harmonizando vinho argentino e música. Sugestão da Wines of Argentina...
Aceitei a sugestão da Wines of Argentina e resolvi harmonizar o Salentein Reserva Chardonnay 2010 com música.
Atrasado, imaginando que serei desclassificado da brincadeira que terminaria ontem, resolvi fazer mesmo assim.
Acho que seria uma música, mas gosto de tomar o vinho devagar, com calma.
Então vou usar e abusar do play list.
Eu não consigo pensar na Argentina sem pensar em Carlos Gardel.
Sempre, qualquer coisa que lembre a Argentina, até o vinho.
Então, comecei assim.
A garrafa fresca, temperatura certa...
Por una Cabeza...
Mas foi abrir e veio aquela saudade da Borgonha.
Chardonnay e Borgonha significam quase a mesma
coisa (exagero é claro!).
Mas o vinho nem tinha chegado à boca, estava
ainda nos primeiros aromas no nariz.
Segui harmonizando.
Agora com uma bossa nova.
Chega de Saudade, com João Gilberto:
Coloquei na boca e esqueci a Borgonha.
Gracias a la Vida:
Um belo Chardonnay argentino!
O vinho passou 10 meses em madeira e ganhou complexidade sem prejudicar a fruta.
É produzido com uvas do Valle de Uco, que é a grande região de Mendoza para os chardonnays.
Tem bastante álcool, chega a 14%, mas tem equilíbrio, não deixa o álcool aparecer.
No nariz apresenta notas florais, manteiga, baunilha, e também melão e abacaxi.
Coloquei o vinho na boca.
Ai o play list mudou completamente.
Vinho fresco e elegante.
Vinho pra beber acompanhado.
Nada como Some Girls dos Stones:
Um branco que tem bom volume, é untuoso, a madeira aparece com elegância e a acidez completa a harmonia.
Um vinho bem interessante para acompanhar peixes mais gordos.
Percebi que harmonizar um vinho com música é harmonizar com os ouvidos. Na boca só o vinho, na cabeça as emoções.
Uma verdadeira contemplação.
A cada gole, a cada taça...
O play list mudando até o último gole.
Com o perdão do Maurício Tagliari que escolheu o play list para essa brincadeira vou de Days of Wine and Roses, sugestão dele, mas eu vou na versão e voz do grande Frank Sinatra:
Epa!!!
Acabou o Vinho...
Preço: 78 reais
Nota: 89/100
Importado pela Zahil - www.zahil.com.br
sábado, janeiro 04, 2014
quinta-feira, dezembro 26, 2013
quarta-feira, dezembro 25, 2013
Uma música! Ashes and Wine - A Fine Frenzy
Neste link você encontra a letra e a tradução:
http://letras.mus.br/a-fine-frenzy/1061631/traducao.html
domingo, outubro 13, 2013
Para encerrar a semana do Languedoc em grande estilo, mostro a visita aos Garotos Selvagens do Languedoc... Um biodinâmico de respeito!
Estou repetindo a série gravada no ano passado no Languedoc-Roussillon, na ocasião do Festival Sud de France, que acontece em São Paulo até o dia 13 (hoje), onde restaurantes e lojas especializadas estão vendendo produtos e a gastronomia da região.
https://www.facebook.com/festivalsudfrancesao
Encerro com a melhor história que contei sobre o Languedoc:
https://www.facebook.com/festivalsudfrancesao
Encerro com a melhor história que contei sobre o Languedoc:
terça-feira, outubro 01, 2013
Ed Motta encerrou a festa de lançamento do Ford Focus 2014 e falou de vinhos para o Papo de Vinho. Fora da Europa, Ed prefere os vinhos brasileiros...
Ed Motta, além de um artista fantástico, é um cara que conhece vinhos como poucos. Com um gosto bem focado, Ed falou sobre vinhos de produtores artesanais brasileiros e declarou que não gosta dos vinhos do novo mundo.
Ele foi escolhido para fechar o lançamento do novo Ford Focus 2014 e falou comigo e com o Daniel Perches, pouco antes de subir ao palco.
Viajei a convite da Ford.
Ele foi escolhido para fechar o lançamento do novo Ford Focus 2014 e falou comigo e com o Daniel Perches, pouco antes de subir ao palco.
Viajei a convite da Ford.
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