Dominique Hébrard, que foi co proprietário do Château Trianon, joga suas fichas no Château Trianon, de Saint-Émilion.
Certamente não é uma simples aposta. A reportagem mostra o trabalho que está sendo feito e o solo incrível onde estão os vinhedos.
Dominique Hébrard, que foi co proprietário do Château Trianon, joga suas fichas no Château Trianon, de Saint-Émilion.
Certamente não é uma simples aposta. A reportagem mostra o trabalho que está sendo feito e o solo incrível onde estão os vinhedos.
Muita gente diz que a Carménère estava extinta em Bordeaux e foi reencontrada no Chile.
Na verdade ela nunca desapareceu de Bordeaux. A superfície plantada diminuiu muito, isso sim.
Diminuiu por ser uma variedade que amadurecia com dificuldade em Bordeaux.
Talvez por isso ela tenha sido levada ao Chile.
O clima ensolarado chileno não seria obstáculo pra ela e realmente não foi.
Acontece que o tal aquecimento global deu uma segunda chance para a Carménère em Bordeaux.
Ela está lá, dando bons frutos.
No caso dessa parcela, tem mais de 60 anos, com alguns pés, como este da foto, provavelmente com mais de 80.
Veja a reportagem, que é uma prévia da reportagem completa no Château Trianon, que eu publico no próximo sábado.
Seguindo a série falando das principais variedades viníferas do mundo do vinho, apresento hoje a grande Touriga Nacional.
Uva que virou quase um símbolo de Portugal.
Na série sobre as uvas eu não poderia deixar de falar sobre a Grenache.
A variedade é a segunda mais plantada na França e está entre as 10 do mundo.
Veja o vídeo:
A principal uva da Itália é pode estar no Chianti, no Brunello, no Morelino ou no Nóbile...
É a Sangiovese.
Tema de hoje desse especial de uvas que todos os sábados eu mostro pra você.
A Tempranillo é tão grande, que está no corte dos maiores representantes da Espanha e de Portugal.
No vídeo, eu mostro os vinhedos do Vega Sicilia e do Tondonia.
Também vale lembrar que a variedade está no corte dos dois vinhos mais famosos e valorizados de Portugal, o Barca Velha, do Douro e o Pera Manca, do Alentejo.
Assista o vídeo:
A Cabernet Franc é a grande uva do Loire, é a mãe das principais uvas de Bordeaux e é uma surpresa agradável em alguns varietais do novo mundo.
A uva é tão querida que todo mundo quer ser o pai da criança.
Várias histórias e lendas sobre a origem da uva, só terminaram depois do teste de DNA.
Assista o vídeo:
É a primeira branca que entra na série sobre as variedades viníferas que estou postando no meu canal do youtube. Nada melhor do que começar com a Chardonnay...
Quem não conhece a Cabernet Sauvignon???
Difícil.
É a uva mais falada e mais encontrada em rótulos do mundo inteiro.
É hora de falar sobre ela nessa série sobre as uvas importantes do mundo do vinho.
A Malbec talvez seja a uva mais querida dos brasileiros. Acredito que se fosse feita uma pesquisa no Brasil sobre variedades de uva, a Malbec seria a mais lembrada.
Como o dia 17 de Abril é festejado como o dia da Malbec, juntei informações sobre ela em um vídeo.
Na comemoração do dia do Tannat, gravei um vídeo para falar sobre a uva.
Uma história que nasceu na França e teve final feliz no Uruguai.
A origem da Tannat é em Béarn, uma cidade aos pés dos Pirineus, no sudoeste da França, divisa com a Espanha.
A história da uva onde ela nasceu vem do tempo do Império Romano.
No quinto episódio da História do Vinho, o assunto é a Idade Média e a contribuição dos monges no desenvolvimento da bebida.
Na quarta parte da série história do vinho, falo sobre a contribuição dos romanos no desenvolvimento da bebida.
No terceiro episódio da história do vinho, eu falo da contribuição dos gregos no desenvolvimento da bebida.
Os egípcios eram organizados e os fenícios eram comerciantes.
A história do vinho é tão fascinante quanto a própria bebida.
A história do vinho é cheia de fatos curiosos.
Lenda, mitologia, curiosidades, arqueologia e suposições.
A bebida é tão antiga que só os arqueólogos são capazes de juntar as peças desse grande quebra-cabeça.
Eu vou falar dessa história no meu canal do youtube.
Em capítulos.
Segue o primeiro:
Arqueólogos descobriram a cervejaria de larga escala mais antiga de que se tem notícia, em Abidos, um antigo cemitério no deserto oeste do Rio Nilo, cerca de 450 quilômetros do Cairo.
A cervejaria tinha capacidade de produzir 22 mil e 400 litros ao mesmo tempo e provavelmente é da mesma época do rei Narmer, reconhecido por unificar o Alto e o Baixo Egito e por ter sido o primeiro faraó de uma dinastia de durou 3 mil anos.
Os arqueólogos encontraram 8 unidades de produção, cada uma com 20 metros de comprimento e 1,5 metro de largura.
Cada unidade tem 40 potes de cerâmica em duas fileiras.
Os potes eram usados para aquecer a mistura de grãos na produção da cerveja.
A missão conjunta foi copresidida por Matthew Adams, do Instituto de Belas Artes da Universidade de Nova York e Deborah Vischak, professora assistente de arqueologia e história da arte do antigo Egito da Universidade de Princeton.
Cereja, bergamota, violeta... na boca tem corpo médio, taninos macios, sensação de frescor, sabor repetindo o nariz, mas com um toque de e...