quinta-feira, novembro 23, 2017

A Narbona, em Carmelo, é um dos melhores destinos do enoturismo no Uruguai.







O Uruguai é um excelente destino para o enoturismo.
Na Bodega Narbona, o turista tem vinho, doce de leite, queijos, azeites, boa comida, hospitalidade e quartos luxuosos e espaçosos.
Assista o vídeo de uma das suítes.



terça-feira, novembro 21, 2017

segunda-feira, novembro 20, 2017

Uruguay Hyatt Carmelo - Enoturismo




Começo hoje uma série de reportagens que gravei no Uruguai, com a ajuda da Susana Gonzales, da Brandabout e do Martin Lopez, do INAVI (Instituto Nacional de Vitivinicultura).
O país me surpreendeu pela organização da indústria do vinho e pela decisão tomada em 1987, que decretou a substituição de todos os vinhedos de variedades americanas por variedades viníferas.
Os destinos estão preparados para o enoturismo, a paisagem é maravilhosa e o uruguaio é aquele amigo que qualquer um gosta de ter.
Começo com algumas imagens do Hotel Hyatt Carmelo, onde comecei essa viagem de descobrimento.
Descobri que o terroir uruguaio não é só da Tannat. É da Pinot, da Albariño, da Cabernet Franc, da Chardonnay, de variedades italianas, de brancos, tintos, rosés...


quinta-feira, novembro 16, 2017

Enoturismo em Portugal







Portugal é um excelente destino para o enoturismo e para o turismo em geral.
O país que consome 54 litros de vinhos per capita por ano e virou moda.
As ruas estão cheias de turistas e vinícolas, hotéis e restaurantes melhoraram o atendimento e as instalações.
Separei algumas imagens.




terça-feira, novembro 14, 2017

Degustando Azeites com a oleóloga Ana Carrilho, da Herdade do Esporão.






A oleóloga Ana Carrilho é uma das maiores conhecedoras do mundo dos azeites.
Ela é a responsável pelos azeites da Herdade do Esporão.
Ela guiou essa degustação com jornalistas brasileiros.


segunda-feira, novembro 13, 2017

Cientistas encontram evidência da produção de vinho no ano 5980 antes de Cristo






O arqueólogo Stephen Batiuk, da Universidade de Toronto, David Lordkipandze, diretor do Museu Nacional Georgiano e Patrick McGovern, arqueólogo biomolecular da Universidade da Pensilvânia, são alguns dos responsáveis pelo estudo publicado na revista acadêmica Proceedings of the National Academy of Sciences.
Eles detectaram sinais químicos indicativos da bebida em fragmentos de jarros de cerâmica de cerca de 8 mil anos em dois locais diferentes que ficam a cerca de 50 quilômetros de Tbilisi, capital da Geórgia.
Antes desta descoberta, a evidencia mais antiga era na região do Cáucaso Sul, com cerâmicas das cordilheiras de Zagros, no irã, com idades entre 5400 e 5000 anos antes de Cristo.

Vinha Grande - Douro 2022 - Casa Ferreirinh

Cereja, bergamota, violeta...  na boca tem corpo médio, taninos macios, sensação de frescor, sabor repetindo o nariz, mas com um toque de e...