sábado, fevereiro 25, 2017

Cientistas se reúnem na Europa para que todo o bloco (UE) considere o vinho alimento.





Para os cientistas reunidos, o vinho é um elemento saudável da alimentação.
A reunião foi promovida nos dias 16,17 e 18, pela FIVIN (Fundación para la Investigación del Vino y la Nutrición), em La Rioja (Espanha).
Profissionais da ciência e da medicina apresentaram as mais novas pesquisas sobre os benefícios do vinho para a saúde.
No encontro, chamado Wine & Health, estavam 36 especialistas de diversos países, como Estados Unidos, Austrália, França, Itália, Alemanha, África do Sul e Reino Unido.
Entre as conclusões, destacaram o consumo moderado de vinho como proteção contra a diabetes, doenças que deterioram a capacidade cognitiva e proteção do intestino.
Além de proteger o sistema cardiovascular, proteger contra o câncer, contra o Alzheimer e contra a obesidade.
Os cientistas também destacaram, que o consumo diário é muito mais eficiente que o esporádico, sempre lembrando é claro que as pesquisas tratam de consumo moderado.
Também estavam presentes membros da Wine in Moderation, Organización Interprofesional del Vino Español, Federación Española del Vino e Fundación Dieta Mediterránea.
Entre a comunidade científica, estavam a Universidade de Barcelona, o INSA instituto de pesquisa em nutrição e segurança alimentar, o Centro de Investigación Biomédica en Red e a equipe de Fisiopatologia da Obesidade e Nutrição do Instituto de Saúde Carlos III.
A presidente do comitê científico foi a Dra Rosa María Lamuela, do Departamento de Nutrição, Ciências da Alimentação e Gastronomia, e da Faculdade de Farmácia e ciências da alimentação da Universidade de Barcelona.
O principal objetivo da reunião é o reconhecimento do vinho como alimento em toda a União Europeia.

quinta-feira, fevereiro 23, 2017

quarta-feira, fevereiro 22, 2017

Tatay Cristóbal 2011 - Carménère - Valle de Aconcagua - Viña Von Siebenthal - Chile





Mais um super carménère que provei no Chile.
Em 2011 só foram produzidas 3371 garrafas.
90% Carménère e 10% Petit Verdot.
Passou 27 meses em barricas novas de carvalho francês.
A cor é rubi, intenso.
No nariz tem boa intensidade aromática, mesmo sendo bastante jovem.
Notas de mirtilo, alecrim, framboesa, café...
Na boca é seco, encorpado, taninos macios bem presentes.
Tem boa acidez, dando frescor e fazendo salivar não deixando espaço para os taninos secarem a boca.
O álcool está bem equilibrado, sem nenhuma ponta.
Sabor intenso, repetindo as notas sentidas no nariz e com um toque de café no final.
Vinho persistente. Muito persistente.
Vinho jovem, de guarda, deve evoluir muito por pelo menos 10/20
anos.
Nota: 94
Importador: Wine Lovers (embora o vinho ainda não esteja no site e por isso não sei o preço).
www.winelovers.com.br

Uma conversa com Mauro von Siebenthal, no Valle de Aconcagua





Mauro fala sobre o mercado, leveduras, produtos químicos, terroir, grandes vinhos e a relação com a natureza.
Uma boa conversa!


terça-feira, fevereiro 21, 2017

Mauro von Siebenthal. O advogado suíço que virou produtor de vinhos no Chile.




Mauro colecionava vinhos e trabalhava como advogado. Conheceu o vale do Aconcagua e resolveu deixar tudo pra trás para produzir vinhos.


Queda na produção mundial de vinhos em 2016.




A produção de vinhos foi a mais fraca dos últimos 20 anos.
O principal motivo foi o clima, mas talvez não seja só isso.
Dos 7,4 milhões de hectares de vinhedos do planeta saíram 259 milhões de hectolitros de vinho.
5% a menos que em 2015.
Na América Latina, a queda é creditada ao "El Niño".
A Argentina produziu 35% menos, o Brasil 50% menos e o Chile passou de 5º produtor mundial para a nona posição.
Na África do Sul, um longo período de seca fez a produção cair 19%.
Quem ganhou com a queda sul-americana foi a China, que se tornou o sexto país que mais produziu vinho em 2016 mesmo sem aumentar a produção em relação a 2015.
Na Europa, a França produziu 12% menos, graças ao clima.
A Itália, menos afetada, teve uma pequena queda, de 2% e a Espanha foi na contra mão e aumentou sua produção em 1%.
Outros que aumentaram a produção, foram Estados Unidos (+2%) e Austrália (+5%).
Os dados são da OIV, que é quem regula cientificamente e tecnicamente a produção mundial de vinho.
A OIV constatou também que entre 8 e 12% da produção mundial, vem de vinhedos orgânicos ou biodinâmicos.
Um crescimento que mostra uma tendência importante para o futuro da viticultura mundial.

Vinha Grande - Douro 2022 - Casa Ferreirinh

Cereja, bergamota, violeta...  na boca tem corpo médio, taninos macios, sensação de frescor, sabor repetindo o nariz, mas com um toque de e...