quarta-feira, outubro 16, 2013
Eslavino leva vinhos da Eslovênia para o Encontro de Vinhos Curitiba - O maior evento em número de expositores.
Curitiba deve dobrar o número de expositores em relação ao ano passado. Devemos chegar, facilmente, a 40 expositores, que devem oferecer mais de 200 rótulos de diversos países e regiões.
Uma novidade será a Eslavino, que importa vinhos eslovenos.
Eu já provei alguns vinhos da Eslovênia e gostei muito. Agora, estou curioso para provar os rótulos da Eslavino.
eslavino.com.br
Não dá pra perder!
Dia 9 de novembro, das 14 às 22 horas, no Hotel Bourbon Convention: Rua Cândido Lopes, 102 - Centro - Curitiba.
Ingressos no local: 60 reais.
Ingressos antecipados pelo site: 50 reais http://www.encontrodevinhos.com.br/venda-de-ingressos/
Sócios da SBAV ou ABS: 30 reais.
Uma super dica! Uma Champagne orgânica, de alta qualidadade, por apenas R$ 95,84
Estive no lançamento das Champagnes R.Pouillon et Fils há cerca de 1 ano.
Gostei bastante.
Na época, você pode ver no post abaixo, a Champagne Cuvée de Reserve Brut custava 216 reais.
Hoje, somente no site do importador, uma incrível promoção por 95,84.
Excelente compra para as festas de final de ano!
Uma super dica: http://www.vinhosulstore.com.br/ ou pelo telefone 11 35077389
Reveja o post da apresentação da Champagne em 2012:
Aí está o Fabrice Pouillon, com 3 dos 10 rótulos de champagne que produz.
São os 3 que estão disponíveis no Brasil e que provei na última semana.
A R. Pouillon et Fils foi criada em 1947 por Roger Pouillon, herdeiro de uma família de produtores.
Em 1998, seu filho caçula, Fabrice, depois de estudos na Borgonha e na região de Sauternes, pegou as rédeas do negócio da família.
São vinhedos de agricultura orgânica e biodinâmica. Não interessa pra ele a certificação (esses são os melhores!) tudo é feito por ideologia.
Ele contou que as parcelas biodinâmicas estão sendo testadas há 10 anos, em relação às outras que são de cultura orgânica e, até agora, as duas apresentam o mesmo resultado prático.
Isso não significa uma desistência, ele ainda acredita que, a longo prazo, alguma mudança significativa possa acontecer.
Explicou também que as leveduras indígenas são utilizadas, mas que na hora da tomada de espuma elas não resistem, por isso, somente neste momento, são utilizadas leveduras selecionadas.
Explicou também que alguns produtores conseguem, mas mesmo assim as leveduras são selecionadas. Eles passaram de 5 a 10 anos selecionando e reforçando em laboratório as leveduras do próprio terroir, um investimento longo e custoso.
Provei a Cuvée de Reserve Brut, um corte de 70% Pinot Noir (em branco), 15% Chardonnay e 15% Pinot Meunier. O vinho base estagiou em barricas de carvalho francês.
Cor dourada, perlage fina e persistente.
No nariz flores brancas, pêra, notas balsâmicas e panificação.
Na boca tem excelente cremosidade, notas de amêndoa e ótimo equilíbrio.
Final longo e refrescante.
Custa 216 reais na Vinhosul que oferece também meia garrafa a 116.
Nota: 90 pontos
A Champagne Brut Nature Fleur de Mareuil é uma premier cru Les Blanchiens.
50% Pinot Noir e 50% Chardonnay.
Passou de 10 a 12 meses em barricas de carvalho francês e 2 anos sobre as leveduras.
Cor dourada com borbulhas extremamente finas e nervosas.
No nariz brioche, baunilha, casca de laranja e pão torrado.
Na boca tem uma cremosidade incrível, algumas notas de mel e uma estrutura perfeita.
Tudo na medida certa.
Final longo. Delicioso!
Custa 313 reais na Vinhosul.
www.vinhosul.com.br
Nota: 92 pontos
Gostei bastante.
Na época, você pode ver no post abaixo, a Champagne Cuvée de Reserve Brut custava 216 reais.
Hoje, somente no site do importador, uma incrível promoção por 95,84.
Excelente compra para as festas de final de ano!
Uma super dica: http://www.vinhosulstore.com.br/ ou pelo telefone 11 35077389
Reveja o post da apresentação da Champagne em 2012:
Aí está o Fabrice Pouillon, com 3 dos 10 rótulos de champagne que produz.
São os 3 que estão disponíveis no Brasil e que provei na última semana.
A R. Pouillon et Fils foi criada em 1947 por Roger Pouillon, herdeiro de uma família de produtores.
Em 1998, seu filho caçula, Fabrice, depois de estudos na Borgonha e na região de Sauternes, pegou as rédeas do negócio da família.
São vinhedos de agricultura orgânica e biodinâmica. Não interessa pra ele a certificação (esses são os melhores!) tudo é feito por ideologia.
Ele contou que as parcelas biodinâmicas estão sendo testadas há 10 anos, em relação às outras que são de cultura orgânica e, até agora, as duas apresentam o mesmo resultado prático.
Isso não significa uma desistência, ele ainda acredita que, a longo prazo, alguma mudança significativa possa acontecer.
Explicou também que as leveduras indígenas são utilizadas, mas que na hora da tomada de espuma elas não resistem, por isso, somente neste momento, são utilizadas leveduras selecionadas.
Explicou também que alguns produtores conseguem, mas mesmo assim as leveduras são selecionadas. Eles passaram de 5 a 10 anos selecionando e reforçando em laboratório as leveduras do próprio terroir, um investimento longo e custoso.
Provei a Cuvée de Reserve Brut, um corte de 70% Pinot Noir (em branco), 15% Chardonnay e 15% Pinot Meunier. O vinho base estagiou em barricas de carvalho francês.
Cor dourada, perlage fina e persistente.
No nariz flores brancas, pêra, notas balsâmicas e panificação.
Na boca tem excelente cremosidade, notas de amêndoa e ótimo equilíbrio.
Final longo e refrescante.
Custa 216 reais na Vinhosul que oferece também meia garrafa a 116.
Nota: 90 pontos
A Champagne Brut Nature Fleur de Mareuil é uma premier cru Les Blanchiens.
50% Pinot Noir e 50% Chardonnay.
Passou de 10 a 12 meses em barricas de carvalho francês e 2 anos sobre as leveduras.
Cor dourada com borbulhas extremamente finas e nervosas.
No nariz brioche, baunilha, casca de laranja e pão torrado.
Na boca tem uma cremosidade incrível, algumas notas de mel e uma estrutura perfeita.
Tudo na medida certa.
Final longo. Delicioso!
Custa 313 reais na Vinhosul.
www.vinhosul.com.br
Nota: 92 pontos
terça-feira, outubro 15, 2013
Cantu no Encontro de Vinhos Curitiba
A importadora que entre vinhos de diversos países ainda importa os pesos pesados Ventisquero, do Chile e Susana Balbo, da Argentina, garantiu mais uma vez presença no Encontro de Vinhos Curitiba.
A feira da capital paranaense deve ser a amiro do ano, perdendo em número de expositores apenas para o Encontro de Vinhos Off, de São Paulo.
Não dá pra perder!
Dia 9 de novembro, das 14 às 22 horas, no Hotel Bourbon Convention: Rua Cândido Lopes, 102 - Centro - Curitiba.
Ingressos no local: 60 reais.
Ingressos antecipados pelo site: 50 reais http://www.encontrodevinhos.com.br/venda-de-ingressos/
Sócios da SBAV ou ABS: 30 reais.
Oloroso Tradicion V.O.R. 30 anos - Bodega Tradicion - Jerez - Espanha - Explicando o sistema de Solera
Vinho elaborado com a variedade Palomino Fino pelo sistema Solera.
O sistema chamado de Solera (na Espanha) é um sistema de envelhecimento dos vinhos que ficam empilhados em barris, no chão, sem nenhum controle de temperatura.
Algumas soleiras empilham cinco níveis de barris e o sistema de envelhecimento começa de baixo pra cima, com as safras mais antigas em baixo (em contato com o solo) e a safra atual na parte mais alta.
Na hora de preparar o corte do vinho, retira-se do barril mais baixo uma porção de vinho, e a mesma quantidade é recolocada com o vinho do barril imediatamente acima e assim por diante.
Por isso, os vinhos não são safrados, são uma mistura de safras, que ficaram no último barril.
No último barril, tem sempre uma quantidade (mesmo que ínfima) de um vinho muito antigo, muitas vezes centenário.
Para atestar o período de envelhecimento para o rótulo, como no caso deste 30 anos, se conjuga o número de barris utilizados com o período de transferência. Exemplo 10 barris + 1 ano de transferência = vinho 10 anos.
Na Itália (Sicilia), o mesmo processo é usado para o vinho Marsala, mas lá o processo é chamado de in perpetuum.
Voltamos ao vinho.
Esse sistema deixa o vinho com notas oxidadas e notas de envelhecimento óbviamente proposital
Este é incrível. Muito bom.
No nariz notas de avelã, madeira, torrefação, bala de leite, caramelo.
Na boca é encorpado, potente, com notas de figo seco e chocolate amargo.
O final não se pode chamar de longo, é quase eterno...
É importado pela Vinissimo http://www.vinissimo.com.br/
Preço: R$ 470,00
Nota: 94/100
Tudo sobre as regiões francesas - Bourgogne - Parte 72 - Sub-Região Côte de Nuits - AOC Bourgogne Montrecul
A AOC Bourgogne Montrecul fica ao norte da Côtes de Nuits, na comuna de Dijon (Côte-d’Or).
São 16,11 hectares de vinhedos.
Nos rótulos, a grafia pose aparecer de duas formas diferentes: « Montre-Cul » ou « En Montrecul ».
Os solos são de calcário, marga e argila.
O clima tempera com tendência a continental.
Os ventos frescos da montanha chegam algumas vezes para secar os lés das vinhas, combatendo a umidade.
A AOC produz tintos e rosés, principalmente com a Pinot Noir e brancos com a Chardonnay.
Os vinhos tintos têm aromas de frutas vermelhas e negras, com notas animais e de especiarias.
Na boca são aveludados.
Os brancos oferecem aromas de flores brancas e frutas cítricas.
Na boca são vivos e frescos.
Podem set bebidos jovens e também envelhecem muito bem por alguns anos, dependendo da safra.
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