sábado, agosto 31, 2013

Conversei com o Jean-Pascal Lacaze da Viña Quebrada de Macul, que produz os fantásticos Domus Aurea, Stella Aurea e Alba de Domus



Os vinhos são importados pela Zahil www.zahil.com.br
e custam:
Alba de Domus - R$ 144,50
Stella Aurea - R$ 206,50
Domus Aurea - R$ 277,00

Witbier, a cerveja de trigo dos belgas. Por Alessandro Pinesso*

As cervejas de trigo alemãs (weissbiers ou weizenbiers) já são bem conhecidas do público, difundidas por marcas como Erdinger e Paulaner. Algumas pessoas não gostam muito do aroma e sabor adocicados, com fortes traços de cravo e banana. Mas mesmo esses detratores do estilo costumam ceder aos apelos de suas congêneres belgas, as chamadas witbiers (em flamengo) ou bière blanche (em francês). 

Agora que os dias mais frios estão dando adeus, as cervejas mais leves e refrescantes voltam à cena. Nesse clima, as witbiers formam um belo par com pratos à base de peixe branco, principalmente um bom ceviche, e saladas. São cervejas de pouca espuma, de coloração amarelo-pálida e turva, pois não são filtradas. Produzidas com uma combinação de maltes de trigo e cevada, são “temperadas” com sementes de coentro assadas e raspas de cascas de laranja Curacao. 

Ao contrário das alemãs, são leves, suaves, o tipo da cerveja para ficar bebericando por horas. No aroma, cítrico e especiarias, às vezes um leve fermento. Na boca, limão, lima, com um suave toque de amargor, proveniente do lúpulo. Os principais rótulos disponíveis são Hoegaarden e Vedett, belgas, e Estrella Damm Inedit, espanhola. A Hoegaarden é a mais conhecida internacionalmente, hoje propriedade do grupo Anheuser-InBev. Embora muito boa, ainda prefiro o final mais seco da Vedett ou a delicadeza da Estrella Damm Inedit, que contou com a colaboração do incensado Ferran Adrià em seu desenvolvimento.

Assim como qualquer outra cerveja de trigo, o serviço exige que se deixe uns dois dedos do líquido no fundo da garrafa. Em seguida, faça movimentos circulares para liberar o fermento acumulado no fundo e complete o copo do tipo tumbler, robusto, como na foto.

*Alessandro Pinesso é sommelier de cervejas formado pela Associação Brasileira de Sommeliers (ABS) e Association de la Sommellerie Internationale e Mestre em Estilos Cervejeiros pelo Instituto da Cerveja Brasil, associado ao Brewers Association dos EUA.
E-mail: pinesso@gmail.com





O Vinho e a Arte - Mais uma do realismo erótico de Terry Rodgers


Título: The Sacrificial Penumbra

sexta-feira, agosto 30, 2013

Max Brands no Encontro de Vinhos Belo Horizonte


A Max Brands sempre aparece no Encontro de Vinhos para levar vencedores do TOP5.
Por diversas vezes, os vinhos enviados por eles ficaram entre os cinco melhores, em outras venceram o concurso na degustação às cegas.
Nomes como Judas, da Bodaga Sottano, Amarone Cesari Bosan e Chilcas são bem conhecidos de quem acompanha e frequenta os Encontros.
www.mxbrands.com.br

Dia 14 de Setembro, das 14 às 22 horas, no Hotel Mercure Belo Horizonte Lourdes, na Avenida do Contorno, 7315 - Lourdes. 
Ingressos no dia da feira: 60 reais.
Ingressos comprados pelo site 50 reais:  http://www.encontrodevinhos.com.br/venda-de-ingressos/ 
Sócios da Sbav ou ABS: 30 reais. 

Na feira da Zahil, conversei com o Felipe Marin, da Casa Marin.


A Casa Marin, produz vinhos com variedades acostumadas ao clima frio, como a Riesling, Gewurztraminer, Pinot Noir, Sauvignon Blanc e Sauvignon Gris.
E também a Syrah, que não é uma uva de clima frio, já que se adapta bem também em climas bem quentes, como por exemplo no Vale do São Francisco, no Brasil.
Particularmente, fiquei impressionado com o Riesling que oferece notas de petróleo, cítricas, com boa acidez e elegância.
Felipe me contou como começou a vinícola e sobre o clima frio do terroir vizinho ao Oceano Pacífico:

Tudo sobre as regiões francesas - Bourgogne - Parte 55 - Sub-Região Côte de Beaune - AOC Ladoix



Os vinhedos da AOC Ladoix ocupam 100 hectares na parte oeste da comuna de Ladoix-Serrigny. 
Os vinhedos ficam em um lequel alluvial do vale de Magny-les-Villers. 
A situação é perfeita para o cultivo das variedades Pinot Noir e Chardonnay, dandy aos vinhos boa textura e concentração de taninos.
A produção média anual é de 4300 hectolitros.
Os solos são de marga e a exposição leste e nordeste.
Os brancos são untuosos, gordos, minerais e encorpados.
Envelhecem muito bem.
12 vinhedos são classificados como Premier Cru : Les Grêchons, En Naget, Le Rognet e Corton (para Brancos) e Les Buis, Les Joyeuses e Bois Roussot (Tintos); e La Corvée, Le Clou d’Orge, La Micaude, Basses Mourottes e Hautes Mourottes para Brancos e Tintos. 
Cada vinhedo oferece alguma tipicidade diferente aos vinhos.
De forma geral, todos os tintos mostram aromas de framboesa, cereja em conserva e outras frutas maduras.
Podem aparecer notas vegetais, de especiarias, de café e cacau em algues vinhos.
Na boca são vinhos bem estruturados, com taninos finos e de longa guarda.

Os brancos oferecem aromas florais de acácia, manteiga e bom equilíbrio e elegância na boca.

Resultados do Circuito Brasileiro de Degustação em São Paulo.

                                                                    Foto: Jane Prado

Segundo a organização do Circuito Brasileiro, que aconteceu junto com a primeira edição do WineIn, nos dias 22 e 23 de agosto, 850 pessoas foram a Fecomércio provar os vinhos brazucas.
O Ibravin informou que 70% do público era composto por profissionais como sommeliers, compradores de redes varejistas, lojas especializadas, importadoras e imprensa especializada.
Participaram da feira, 23 vinícolas brasileiras.

Vinha Grande - Douro 2022 - Casa Ferreirinh

Cereja, bergamota, violeta...  na boca tem corpo médio, taninos macios, sensação de frescor, sabor repetindo o nariz, mas com um toque de e...