As primeiras evidências arqueológicas de um vinhedo nos remetem a 5000 a 6000 aC. Mas quais seriam as vinícolas mais longevas, que ainda estão em atividade? A resposta vem da França. O Château de Goulaine, no Loire, é a vinícola mais antiga em atividade. Foi fundado no ano 1000 pelos marqueses de Goulaine e continua nas mãos da família, em Nantes. Outra que está em atividade, mas um século mais jovem, é a vinícola do Monastério Beneditino de Schloss Johanisberg, na Alemanha. Foi convertida na 1ª casa da Riesling. Na Itália a vinícola mais antiga é a Barone Ricasoli, que é de 1141, no Castelo de Brolio, no coração da Denominação Chianti Classico. Na Espanha, as cavas da Codorniú, em Penedés, são de 1551. O Château de Goulaine, é um endereço que vale a visita: http://www.chateaudegoulaine.fr/
quarta-feira, agosto 26, 2015
As vinícolas mais longevas. Por: Bruno Airaghi
As primeiras evidências arqueológicas de um vinhedo nos remetem a 5000 a 6000 aC. Mas quais seriam as vinícolas mais longevas, que ainda estão em atividade? A resposta vem da França. O Château de Goulaine, no Loire, é a vinícola mais antiga em atividade. Foi fundado no ano 1000 pelos marqueses de Goulaine e continua nas mãos da família, em Nantes. Outra que está em atividade, mas um século mais jovem, é a vinícola do Monastério Beneditino de Schloss Johanisberg, na Alemanha. Foi convertida na 1ª casa da Riesling. Na Itália a vinícola mais antiga é a Barone Ricasoli, que é de 1141, no Castelo de Brolio, no coração da Denominação Chianti Classico. Na Espanha, as cavas da Codorniú, em Penedés, são de 1551. O Château de Goulaine, é um endereço que vale a visita: http://www.chateaudegoulaine.fr/
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