Os países mais tradicionais na produção de vinho na Europa não conseguiram criar uma revista de sucesso mundial como os americanos. Wine Advocate de Robert Parker, Wine Spectator e Wine Enthusiast são lidas no mundo inteiro. O resultado é que os vinhos dos Estados Unidos dominam completamente estas listas. Na Wine Enthusiast parece até um exagero. Digo parece, pois muitos vinhos são desconhecidos, não estão no mercado brasileiro e podem realmente ser excelentes. O Charles Smith 2006 Royal City Syrah (imagem do rótulo acima) do Columbia Valley (Washington State) recebeu 100 pontos da revista e é o segundo colocado por custar 80 dólares. O primeiro, levando em conta também o preço, é o Cambria 2006, um Pinot Noir da Julia´s Vineyard (Santa Maria Valley, California). Entre os 10 primeiros, apenas dois franceses (uma Champagne e um Vouvray) e um italiano (um Barbaresco). Entre os 100 a liderança dos Estados Unidos continua.
Ou nosso mercado está longe de ter os melhores vinhos (Estados Unidos) ou a revista foi, digamos, patriota.
segunda-feira, dezembro 21, 2009
Revista Wine Enthusiast Selecionou os 100 Melhores do Mercado Americano
Os países mais tradicionais na produção de vinho na Europa não conseguiram criar uma revista de sucesso mundial como os americanos. Wine Advocate de Robert Parker, Wine Spectator e Wine Enthusiast são lidas no mundo inteiro. O resultado é que os vinhos dos Estados Unidos dominam completamente estas listas. Na Wine Enthusiast parece até um exagero. Digo parece, pois muitos vinhos são desconhecidos, não estão no mercado brasileiro e podem realmente ser excelentes. O Charles Smith 2006 Royal City Syrah (imagem do rótulo acima) do Columbia Valley (Washington State) recebeu 100 pontos da revista e é o segundo colocado por custar 80 dólares. O primeiro, levando em conta também o preço, é o Cambria 2006, um Pinot Noir da Julia´s Vineyard (Santa Maria Valley, California). Entre os 10 primeiros, apenas dois franceses (uma Champagne e um Vouvray) e um italiano (um Barbaresco). Entre os 100 a liderança dos Estados Unidos continua.
Ou nosso mercado está longe de ter os melhores vinhos (Estados Unidos) ou a revista foi, digamos, patriota.
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