No quinto episódio da História do Vinho, o assunto é a Idade Média e a contribuição dos monges no desenvolvimento da bebida.
No quinto episódio da História do Vinho, o assunto é a Idade Média e a contribuição dos monges no desenvolvimento da bebida.
Na quarta parte da série história do vinho, falo sobre a contribuição dos romanos no desenvolvimento da bebida.
O inglês, Steven Spurrier morreu pouco antes de completar 80 anos, ele foi uma das figuras mais famosas e respeitadas do mundo do vinho.
Era comerciante, educador, escritor, degustador e, mais recentemente, enólogo, depois que resolveu plantar um vinhedo nas terras de sua esposa em Dorset's Bride Valley para produzir espumantes na inglaterra. É um projeto que ele descreveu como “o último lance dos dados de vinho Spurrier”.
Spurrier foi o responsável por levar o vinho californiano para o mundo depois de idealizar "O Julgamento de Paris" em 1976.
Foi uma degustação às cegas que colocou frente a frente os vinhos de Bordeaux e de Napa Valley.
Spurrier morreu em casa, em Bride Valley, rodeado pela família.
A causa da morte ainda não foi divulgada.
No terceiro episódio da história do vinho, eu falo da contribuição dos gregos no desenvolvimento da bebida.
Os egípcios eram organizados e os fenícios eram comerciantes.
A história do vinho é tão fascinante quanto a própria bebida.
A história do vinho é cheia de fatos curiosos.
Lenda, mitologia, curiosidades, arqueologia e suposições.
A bebida é tão antiga que só os arqueólogos são capazes de juntar as peças desse grande quebra-cabeça.
Eu vou falar dessa história no meu canal do youtube.
Em capítulos.
Segue o primeiro:
Arqueólogos descobriram a cervejaria de larga escala mais antiga de que se tem notícia, em Abidos, um antigo cemitério no deserto oeste do Rio Nilo, cerca de 450 quilômetros do Cairo.
A cervejaria tinha capacidade de produzir 22 mil e 400 litros ao mesmo tempo e provavelmente é da mesma época do rei Narmer, reconhecido por unificar o Alto e o Baixo Egito e por ter sido o primeiro faraó de uma dinastia de durou 3 mil anos.
Os arqueólogos encontraram 8 unidades de produção, cada uma com 20 metros de comprimento e 1,5 metro de largura.
Cada unidade tem 40 potes de cerâmica em duas fileiras.
Os potes eram usados para aquecer a mistura de grãos na produção da cerveja.
A missão conjunta foi copresidida por Matthew Adams, do Instituto de Belas Artes da Universidade de Nova York e Deborah Vischak, professora assistente de arqueologia e história da arte do antigo Egito da Universidade de Princeton.
Cereja, bergamota, violeta... na boca tem corpo médio, taninos macios, sensação de frescor, sabor repetindo o nariz, mas com um toque de e...