quinta-feira, janeiro 04, 2018
Juanicó - Familia Deicas - Parte 1 - A velha bodega e a adega
Pertinho de Montevidéu (menos de 45 km), visitei a Juanicó, um excelente destino turístico e uma boa opção para provar vinhos de qualidade.
Na primeira parte mostro um pouco da velha vinícola e a adega.
Assista o vídeo:
quarta-feira, janeiro 03, 2018
Vinhos da Pizzorno (Uruguai) que mais gostei.
Como de costume, a cada reportagem gravada no Uruguai, apresento os vinhos que mais se destacaram na degustação que aconteceu depois de cada reportagem.
Começo com o Pinot Noir Reserva 2015.
Um vinho que mostra bem a tipicidade da uva.
Notas de framboesa, morango, cor rubi transparente, leve toque de couro...
Na boca tem corpo médio, bom equilíbrio entre os taninos macios e a acidez refrescante e equilíbrio.
O vinho não tem nada fora do lugar.
É suculento e persistente.
Passou 5 meses em barricas francesas, mas a fruta prevalece.
Nota: 90
O Pizzorno Select Blend 2015 (a foto é do 2013), é um corte de Tannat, Cabernet Sauvignon e Malbec.
Passou 1 ano em barrica antes do corte (cada variedade em sua barrica0.
No nariz mostra notas de amora, violeta, ameixa e um leve toque de especiarias.
Na boca é encorpado, tem boa acidez e taninos com boa textura (macios).
Vinho com boa persistência e bastante jovem.
Deve evoluir bem.
Nota: 90
O Primo só vai para o mercado em anos especiais, quando as uvas atingem o seu ponto máximo.
Esse é o 2013.
Corte de Tannat, Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot.
Cada variedade descansa 1 ano em barricas e depois do corte (misturadas), as variedades voltam juntas para mais cerca de 8 meses de barrica francesa.
O vinho tem boa intensidade aromática, apesar de muito jovem.
Cassis, amora, torrefação, um pouco de baunilha.
Na boca é encorpado, os taninos potentes e finos.
A textura granulada e macia não deixa a boca secar, junto com a acidez que dá frescor e equilíbrio ao vinho.
O sabor é intenso com as frutas negras em perfeita harmonia com notas de baunilha e tabaco.
Vai evoluir bem pelos próximos 10 anos.
O final é persistente, os aromas continuam na boca por um bom tempo.
Nota: 92
Quem não acompanhou as reportagens, pode ver agora:
terça-feira, janeiro 02, 2018
Vinhos Pizzorno - Parte 3/3 - O primeiro vinhedo
Na última parte da visita aos vinhedos da Pizzorno (Uruguai), provamos um Petit Verdot macio e conhecemos o primeiro vinhedo da família. O vento atrapalhou um pouco.
sexta-feira, dezembro 29, 2017
Pizzorno - Parte 2 - A Bodega e o vinho experimental que recebeu 94 pontos do Descorchados.
Francisco Pizzorno mostra a vinícola e fala de um vinho experimental que recebeu 94 pontos no Guia Descorchados.
quinta-feira, dezembro 28, 2017
A Pizzorno recebe turistas e faz ótimos vinhos - Parte 1
A Pizzorno é mais uma boa opção para o enoturismo no Uruguai, a apenas 23 quilômetros de Montevidéu. Francisco Pizzorno recebe os turistas e explica cada detalhe da produção.
Em cada visita os turistas são guiados por um enólogo.
quarta-feira, dezembro 27, 2017
Destaques da Antigua Bodega Stagnari, do Uruguai.
Depois da série de reportagens na vinícola, destaco 3 vinhos da Antigua Bodega Stagnari, que tiveram as mais altas pontuações no momento em que provei.
Vamos lá:
Prima Dona Tannat 2013
Passou 8 meses em barricas francesas.
Geleia de Amora, mirtilo e um toque de baunilha são dos destaques no nariz.
Na boca o destaque é o equilíbrio.
Os taninos são firmes, mas apresentam uma textura granulada, fina e macia.
A acidez dá conta do recado de não deixar os taninos secarem a boca e provoca uma salivação refrescante.
O vinho é persistente e deve acompanhar uma carne com perfeição.
Nota: 91
Prima Donna Cabernet Franc 2015
Tabaco, frutas negras, cacau e especiarias.
Também passou 8 meses descansando em barricas francesas.
Na boca tem corpo entre o médio e o encorpado, os taninos são bastante macios, tem boa acidez e uma boa integração entre a madeira e a fruta.
É saboroso e suculento, com notas de cacau e café se juntando ao sabor frutado.
Vinho bastante elegante e longo.
Nota: 92
Osiris Reserva Merlot 2009
Já é um vinho com 8 anos, mas o tempo está passando devagar para o Osires.
Mais uma vez as frutas negras são protagonistas, embora notas florais, de torrefação e de coco entrem junto para mostrar que o vinho passou 15 meses descansando em barricas americanas.
Na boca é seco, encorpado, taninos macios e boa acidez.
É elegante e persistente.
Nota 92
Quem quiser rever as reportagens, aí estão os links:
terça-feira, dezembro 26, 2017
Enóloga da Antigua Bodega Stagnari - Mariana Stagnari - Parte 3/3
Na última parte da reportagens na Antigua Bodega Stagnari, conversei com a Mariana Stagnari, que é enóloga da vinícola, junto com a Laura Casella.
Os vinhos seguem uma linha muito clara, priorizando a fruta.
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