sábado, julho 30, 2016

Pão e Vinho são usados na classificacão das cidades mais caras do mundo.

É o custo de 1 kg de pão e um litro de vinho (em dólares), nas 10 cidades mais caras do mundo.

A arte no realismo apimentado de Terry Rodgers. O Vinho e a Pintura





Falta só uma semana para o Encontro de Vinhos Belo Horizonte






No próximo sábado, dia 6, um super Encontro de Vinhos na maravilhosa praça do Museu Histórico Abílio Barreto.
Quem não foi na edição do ano passado, pode conferir nas fotos.
Vinhos, food trucks, música, arte, e tudo que o Encontro de Vinhos leva por onde passa.
Ingressos com desconto no site do Encontro de Vinhos www.encontrodevinhos.com.br e no https://www.ingressorapido.com.br/compras/?id=51634#!/tickets
No dia da feira também é possível comprar.
O endereço do museu é: Avenida Prudente de Morais, 202.
O Encontro de Vinhos BH vai das 12 às 18 horas.

sexta-feira, julho 29, 2016

La Vieja Zorra - 2013 - DOP Sierra de Salamanca - Espanha





Um belo vinho que acaba de chegar ao mercado.
A curiosidade começa com o rótulo muito bem pensado, e chega até as variedades usadas: Rufete (55%), vinhas velhas de Aragones (Tempranillo) (40%) e Garnacha (5%).
Passou 13 meses em barricas francesas.
O vinho mostra tudo isso na taça.
O rótulo se reflete na exuberância da intensidade aromática.
As notas de amora, mirtilo, caramelo e chocolate amargo, mostram a barrica bem integrada com a fruta.
Na boca é seco, corpo médio+, os taninos (médio+) são macios e não secam a boca, graças à acidez super bem equilibrada (média+) que dá frescor e vontade de beber mais.
Tem 14% de álcool e é o que parece.
O sabor também é intenso, com as notas sentidas no nariz se repetindo, mas com a ajuda de um toque de eucalipto.
Persistente e jovem.
Pode evoluir por mais 10 anos.
Nota: 93
Importador: http://vindame.com.br/
Preço: 255 reais.
Relação preço/qualidade: 3,5/5

Tudo sobre as regiões francesas - Provence - Parte 14 - Vin De Pays Des Alpes Maritimes (Indicação Geográfica Protegida).





O departamento dos alpes marítimos, de onde saem as uvas para os vinhos dessa Indicação Geográfica Protegida, faz fronteira com a Itália.
Existe um limite de rendimento por hectare, que é de 120 hectolitros.
São produzidos tintos, brancos e rosés.
O clima é mediterrâneo e o solo com silício, calcário, xisto, granito e pedras da erosão natural dos alpes.
Os tintos são potentes, os brancos complexos e elegantes, com aromas cítricos e florais e os rosés, estruturados, potentes na boca e frescos, elaborados principalmente com as variedades Brachet, Grenache e Cinsault.
As safras históricas foram: 1988, 1989, 1998.

quarta-feira, julho 27, 2016

Virginie de Valandraud Saint-Emilion Grand Cru 2009 - Bordeaux - França






Eu sempre espero muito de um vinho de Saint-Emilion, e muitas vezes me surpreendo.
O Virginie de Valandraud foi mais do que eu esperava.
Numa prova com cerca de 50 vinhos, na Casa do Porto em São Paulo (que importa os vinhos do Jean-Luc Thunevin), pelo menos uns 30 me chamaram atenção.
O Virginie é completamente fora da média, acima da média.
São 8,88 hectares de vinhedos, no solo calcário argiloso de Saint-Emilion.
65% Merlot, 25% Cabernet Franc, 5% Cabernet Sauvignon, 4% Malbec e 1% Carménère.
A idade média dos vinhedos é de 30 anos.
O vinho ficou de 18 a 20 meses em barricas novas de carvalho francês.
No nariz tem boa intensidade aromática (média+), bastante complexo.
Notas de amora, groselha, tabaco, chocolate, groselha...
Queria ficar com ele na taça bastante tempo. Seria um bom teste olfativo.
Na boca é puro Saint-Emilion, com aquela potência escondida, que fica abaixo da elegância, mas com uma estrutura perfeita para a vida longa.
Corpo médio+, Acidez média+, sensação alcoólica média, taninos...
Os taninos finos, macios, potentes, tudo ao mesmo tempo.
Equilíbrio perfeito.
O sabor é intenso, com notas de chocolate misturando com a frutas negras e vermelhas, um toque de baunilha e café.
Vinho ainda jovem, não abriria antes de 2019. O excelente de hoje pode ser inacreditável em alguns anos.
Persistente como deve ser.
Nota: 94
Importadora: Casa do Porto - Alameda Franca, 1225 - Jardins - São Paulo e Rua Felipe dos Santos, 451 - Lourdes - Belo Horizonte

terça-feira, julho 26, 2016

Apreendidas 1700 garrafas do vinho falsificado de Pêra Manca






O Pêra Manca, junto como Barca Velha é um dos ícones de Portugal.
No Douro o Barca Velha, no alentejo o Pêra Manca.
As garrafas são caras e o valor aproximado do que arrecadariam com as vendas do vinho falsificado, chega a 250 mil euros.
A Guarda Nacional encontrou na Grande Lisboa uma camionete com garrafas de vinho, rótulos, contra-rótulos e cápsulas de Pêra Manca.
Serão feitas análises no laboratório de segurança alimentar, para saber se pelo menos o produto era bebível.
A Adega da Cartuxa, que produz o Pêra Manca, sofre muito com as falsificações, por isso, tem um holograma na cápsula, que assegura a autenticidade da garrafa.
No Brasil, uma garrafa de Pêra Manca tinto, dependendo da safra, custa à partir de 2000 reais.

Vinha Grande - Douro 2022 - Casa Ferreirinh

Cereja, bergamota, violeta...  na boca tem corpo médio, taninos macios, sensação de frescor, sabor repetindo o nariz, mas com um toque de e...