terça-feira, julho 09, 2013

Tudo sobre as regiões francesas - Bourgogne - Parte 23 - Sub-Região Côte Chalonnaise - AOC Rully



A AOC Rully fica ao norte da Côte Chalonnaise, ocupando 350 hectares de vinhedos,
Aqui os Brancos são mais importantes, ocupando  220 hectares de vinhedos de Chardonnay, sendo 66 hectares de Premier Cru.
Os tintos são menos importantes com 130 hectares de Pinot Noir, sendo 27 Premier Cru.
A Chardonnay encontra o terroir ideal em Rully.
Os solos são de calcário e marga.
São encostas protegidas por montanhas e exposição sudeste.
As altitudes fica entre 230 e 300 metros.
A produção anual gira em torno dos 15 500 hectolitros.
Os brancos apresentam aromas de flores, limão, pêssego e notas minerais de petróleo e pedra de isqueiro.
Quando mais velhos, mostram notas de mel, de marmelo e frutas secas.
Os tintos mostram aromas de frutas vermelhas e negras, alcaçuz e pétalas de rosas.
Os taninos são finos, mas potentes, ficam na mesma proporção da fruta e acidez, dando aos vinhos um bom potencial de guarda.

O Vinho e a Pintura - Mais um quadro picante de Terry Rodgers

Título: Negotiating the future

segunda-feira, julho 08, 2013

Jane Prado tem uma dica de restaurante com bons vinhos vendidos em taça, em São Paulo.




Quando saímos de coração aberto as chances de conhecermos lugares legais aumentam, pois o nosso alto astral consegue chamar coisas boas para o nosso dia a dia.



Semana passada conheci um restaurante em Pinheiros. 
De fácil acesso, ambiente aconchegante, atendimento educado, comida gostosa e principalmente uma carta de vinhos interessante.



Sempre fico de olho no fato de servirem ou não vinhos em taça e, principalmente, se o restaurante se preocupa com a qualidade dos mesmos! 
Isso porque a maioria dos meus amigos gosta mesmo é de tomar cerveja e fico triste quando vejo vinhos legais em garrafa e apenas os basicões em taças. 
Fala sério, bebo vinho sozinha, mas gosto de beber bem.
No Donostia, na rua Simão Alvares, 484, são diversas opções bem justas para serem degustadas em doses individuais.



Para acompanhar pedi um peixe branco com salada verde e arroz de ervas. Estava bem saboroso.



E para encerrar um café diferente, passado na mesa mesmo de forma bem intimista.
ADOREI!
Santé!


Riesling Trocken 2011 - Weingut Heinz Pfaffmann - Pfalz - Alemanha



Sucesso no Encontro de Vinhos Campinas, esse alemão mostrou porque quando se fala em vinhos da Alemanha, a Riesling normalmente domina o assunto.
A vinícola fica na região de Pfalz e a propriedade é da mesma família desde 1616.
Esse é um Trocken, que significa seco em Alemão.
No nariz mostra notas adocicadas de maçã verde, casca de limão e pedra de isqueiro.
Na boca é elegante e untuoso.
A mação verde aparece outra vez, dando um leve toque adocicado.
Tem um final longo, entre o óleo diesel e o limão.
é importado pela Weinkeller e custa cerca de 60 reais.
http://www.weinkeller.com.br/

Tudo sobre as regiões francesas - Bourgogne - Parte 22 - Sub-Região Côte Chalonnaise - AOC Montagny



A AOC Montagny fica na parte sul da Côte Chalonnaise, sobre 310 hectares para produção exclusivamente de brancos.
Os vinhedos ficam em uma altitude de 400 metros.
Os solos de marga e calcário são perfeitos para a Chardonnay. 
Além disso, a exposição solar é muito boa.
São 52 micro-regiões com direito ao status de Premier Cru, entre eles o Le Vieux Château, les Pindances, Les Coères, Les Burnins ou Montcuchot, entre os mais conhecidos.
Alguns produzem muito pouco, chegam a se juntar para produzir sobre a appellation Montagny Premier Cru. 
Os Montagny são marcados pela mineralidade e aromas vegetais e de avelã. 
Na boca são frescos e ricos em aromas de especiarias.
São vinhos com um equilíbrio perfeito, estruturados, delicados e elegantes.
São brancos menos austeros quando jovens e potentes e complexos depois de alguns anos em garrafa.


O Vinho e a Arte - Jason Szakal - 4


domingo, julho 07, 2013

Paul Mas Grenache Noir 2010 - Languedoc - França


Se daqui a 100 anos alguém quiser contar a história dos vinhos do sul da França, vai precisar falar de Paul Mas.
A história começou em 1892 e hoje quem toca o barco é Jean Claude Mas, que administra 3 propriedades com brilhantismo e conhecimentos em enologia reconhecidos por todo o Languedoc.
Esse é um vinho de entrada, tampa de Scew Cap (pas de goût de Bouchon, pas de tire bouchon...).
No nariz notas de geleias de frutas negras e vermelhas, tabaco, canela e ervas aromáticas típicas do Languedoc (garrigue).
Passou 10 meses em barricas americanas e francesas.
Na boca é encorpado, taninos macios, bom equilíbrio e notas de torrefação no retrogosto.
Custa 55 reais na Decanter.
Vale, Vale, Vale!!!


Vinha Grande - Douro 2022 - Casa Ferreirinh

Cereja, bergamota, violeta...  na boca tem corpo médio, taninos macios, sensação de frescor, sabor repetindo o nariz, mas com um toque de e...