terça-feira, junho 11, 2013
Vinícola Pericó no Encontro de Vinhos Campinas
A vinícola de São Joaquim, um dos lugares mais frios da Serra Catarinense, vai mostrar um terroir diferente que produz vinhos maravilhosos com características diferentes dos vinhos mais conhecidos, produzidos no Rio Grande do Sul.
www.vinicolaperico.com.br
Mais uma atração para o Encontro de Vinhos Campinas.
Dia 29 de junho, das 14 às 22 horas, no Tenis Clube de Campinas - Rua Coronel Quirino, 1346 - Cambuí.
www.tcc.com.br
Ingressos mais baratos (50 reais) pelo site:
www.encontrodevinhos.com.br/venda-de-ingressos/
Ingressos no dia da feira: 60 reais.
Sócios da ABS: 30 reais (também à venda pelo site)
www.encontrodevinhos.com.br
Tudo sobre as regiões francesas - Bourgogne - Parte 2 - Sub-Região Chablis et Yonne
Os vinhos de Chablis são produzidos na região de Yonne, que forma uma ilha vinícola a 150 quilômetros de Dijon.
Apesar do domínio dos vinhedos de Chablis. não se pode esquecer os outros vinhedos de Yonne como o Grand Auxerrois, o Jovinien, o Tonnerrois, o Auxerrois e o Vézelien.
Os vinhedos de Chablis representam 4 750 hectares divididos em 20 villages que só produzem vinhos brancos com a variedade Chardonnay, em números: média de 256 050 hectolitros por ano.
A fama de Chablis é mundial e a reputação de grande vinho branco é intocável.
Hoje Chablis representa 1/6 da produção total da Bourgogne.
O clima é continental com verões quentes e invernos frios.
Na verdade a posição setentrional de Chablis, coloca a região entre as que sofrem mais geadas na primavera, junto com a Champagne. O solo de Chablis é pedregoso e argilo-calcário, rico em ostras fossilizadas.
Os vinhedos do Grand Auxerrois são formados de encostas calcárias, claras, que dominam o Vale de Yonne.
O vinhedo de Chablis conta com 4 níveis de AOCs: Petit-Chablis, Chablis, Chablis Premier Cru e Chablis Grand Cru.
Já o Grand Auxerrois possui 10 appellations: Bourgogne-Chitry, Bourgogne-Côte-Saint-Jacques, Bourgogne-Côtes-d’Auxerre, Bourgogne-Coulanges-la-Vineuse, Bourgogne-Épineuil, Tonnerre, Bourgogne-Vézelay, Crémant-de-Bourgogne, Irancy e Saint-Bris.
segunda-feira, junho 10, 2013
O Dia dos Namorados - Por Jane Prado
Pois é, o dia dos namorado está chegando de novo.
O ano passou rapidinho e o povo já está correndo para reservar restaurante e comprar flores mais uma vez.
Por isso resolvi escrever para aqueles que não conseguiram vaga no restaurante que desejavam. A minha sugestão é: fiquem em casa.
Minha mãe, com mais de 35 anos de casada, me falou outro dia que o segredo do casamento feliz é tomar o mesmo vinho em taças diferentes.
O que ela quis dizer, foi que devemos preservar nossa individualidade, viver juntos. Grudados é doentio e acaba saturando o relacionamento.
Mas semana passada fui à casa da minha família em São Paulo, lugar onde recarrego minhas baterias e loto meu estoque de carinho.
Meus tios sempre escolhem um vinho para acompanhar o jantar e o bate-papo.
Neste dia ele escolheu um especial para tomarmos juntos, foi quando minha tia disse: “Não gostei.” Enfim, acabou abrindo outro vinho para ela, bem gostoso também, porque é lógico que tomei um pouquinho de cada.
O que eu quero dizer com isso tudo? Que o importante é o amor que existe entre as pessoas.
Seja com 35 anos de casado, seja com 3 meses de namoro...
seja num restaurante chique ou em casa....
seja com a mesma garrafa de vinho ou vinhos diferentes...
o importante é o amor e o respeito.
A individualidade é tudo que temos, saber conviver e criar uma vida mútua mantendo nossas preferências e características é uma dádiva e é ai que está o segredo dos relacionamentos darem certo hoje em dia.
Ninguém mais é submisso à ninguém, as mulheres hoje em dia tem vida própria e precisam ser respeitadas.
Aproveite o dia dos namorados para pensar o seu relacionamento e ver se ele agrega valor a sua vida, pois este, na minha opinião, é o objetivo primordial, SOMAR não importa se um prefere vinho tinto e o outro vinho branco.
Beije, namore, brinde e, principalmente, respeite quem você ama!
Santé
Thiago Lacerda participou da inauguração da vinícola da Estância Guatambu
O astro global, também lançou o Tannat e o Novo espumante Rosé da vinícola.
Tudo sobre as regiões francesas - Bourgogne - Parte 1
A Bourgogne fica no centro leste da França, vai de Auxerre até Mâcon. Tem 27 200 hectares de produção, muito bem distribuidos.
Representam apenas 3% da área de vinhedos total da França.
Está dividida em 5 sub-regiões: Chablis e Yonne, Côte-de-Nuits, Côte-de-Beaune, Côte Chalonaise e Mâconnais.
As condições climáticas variam bastante, principalmente pela extenção vertical dos vinhedos (de norte a sul).
Ao norte o clima é continental, a lestte oceânico, e ao sul mediterrâneo.
A Bourgogne se caracteriza pelas diferentes variações de terroir com um festival de micro climas.
Chablis e Mâconnais por exemplo, estão distantes 200 quilômetros, e claro, possuem clima e terroir muito diferentes.
Na maior parte, o clima é continental, com invernos frios e geadas frequentes inclusive na primavera, quando pode provocar muitos danos, já que as uvas estão em pleno período vegetativo.
Por outro lado, os verões são quentes e os outonos bastante secos.
Os solos são argilo-calcários.
Terra das variedades Pinot Noir e Cardonnay, a Borgonha também tem outras variedades, como a Gamay (principalmente no Mâconnais), a Aligoté, e ainda as pouco comentadas Pinot Gris (chamada na região pelo nome Pinot Beurot), a César, a Sacy, a Melon de Bourggne e a Sauvignon Blanc.
Essas últimas estão misturadas em vinhedos de Pinot Noir e entram em cortes de grandes vinhos, das principais AOCs, mas com cerca de 5%.
A Borgonha é dividida em pequenos lotes.
Lá fica a appellation La Romanée, com apenas 0,8 hectare, de onde sai o famoso Romanée Conti.
Lá fica a appellation La Romanée, com apenas 0,8 hectare, de onde sai o famoso Romanée Conti.
Cerca de 200 milhões de garrafas são produzidas por ano (1,5 milhão de hectolitres) que representam apenas 0.3% da produção vinícola mundial. 50% da produção é vendida para o exterior.
A Borgonha é uma das principais regiões vinícolas do mundo no quesito qualidade e preço dos vinhos.
Os vinhedos são divididos em quatro níveis hierárquicos de AOCS: régionais, comunais como Vosne-Romanée (na Côte-de-Nuits), Premiers Crus como Meursault (na Côte-de-Beaune) e os Grands Crus como Corton-Charlemagne (também na Côte-de-Beaune).
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