Nature morte aux raisins, à la pomme et aux deux livres
quinta-feira, novembro 15, 2012
Já ouviu falar na variedade Amor-Não-Me-Deixes? Está entre as Variedades Raras Portuguesas - Letra A
Tintas:
Agronómica
Água Santa
Alcoa
Alvar Roxo (rosé)
Alvarelhão
Alvarelhão Ceitão
Amaral
Amor-Não-Me-Deixes (A Herdade do Esporão planta essa e outras variedades raras na intenção de manter o patrimônio vitícola português)
Amostrinha
Aragonez Tinta Roriz
Aramon
Arinto Roxo
Arjunção
Brancas:
Alicante Branco
Almafra
Almenhaca
Alvadurão
Alvar
Alvarelhão Branco
Arinto Pedernã
Arinto do Interior
Arns Burguer
Assaraky
Avesso
Azal
quarta-feira, novembro 14, 2012
Variedades desconhecidas de regiões pouco divulgadas da França
Na região de Poitou Charentes, que no mapa fica bem acima da região de Aquitaine, onde está Bordeaux, as variedades que sobrevivem são:
Chauché ou « Trousseau Gris » (branca)
Magdeleine Noire des Charentes (tinta) (considerada a mãe da Merlot e da Malbec (côt)
Montils (branca)
Na Córsega, 3 variedades autóctones são muito interessantes:
Codivarta (branca)
Nielluccio (tinta)
Sciaccarello (tinta)
Vermentinu (branca)
Em São Paulo, a importadora Emporio Sorio, é especializada em vinhos da Córsega, e oferece vinhos muito interessantes com as variedades Nieluccio, Sciaccarello e Vermentinu.
O site deles é www.emporiosorio.com.br
Est
No Leste da França, estão vinhedos que não fazem parte das AOC Borgonha, Champagne ou Alsácia, mas produzem vinhos com algumas variedades diferentes como:
Aubin Blanc (branca)
Elbling (branca)
Elbling Rose (rose)
Elbling Rot (tinta)
Franc Noir de la Haute-Saône (tinta)
Müller-Thurgau (branca)
Saint Laurent (tinta)
Entre o Rhône e o Loire está o (a) VALLÉE DU GIER, uma região desconhecida fora da França que produz vinhos com as variedades:
Mornen Noir (tinta)
Chouchillon (branca)
além de uma tentativa de recuperar variedades quase extintas:
Pointu (tinta)
Rousse (branca)
Verdat Blanc (branca)
Persagne Grise (casca marron, usada para brancos)
Chauché ou « Trousseau Gris » (branca)
Magdeleine Noire des Charentes (tinta) (considerada a mãe da Merlot e da Malbec (côt)
Montils (branca)
Na Córsega, 3 variedades autóctones são muito interessantes:
Codivarta (branca)
Nielluccio (tinta)
Sciaccarello (tinta)
Vermentinu (branca)
Em São Paulo, a importadora Emporio Sorio, é especializada em vinhos da Córsega, e oferece vinhos muito interessantes com as variedades Nieluccio, Sciaccarello e Vermentinu.
O site deles é www.emporiosorio.com.br
Est
No Leste da França, estão vinhedos que não fazem parte das AOC Borgonha, Champagne ou Alsácia, mas produzem vinhos com algumas variedades diferentes como:
Aubin Blanc (branca)
Elbling (branca)
Elbling Rose (rose)
Elbling Rot (tinta)
Franc Noir de la Haute-Saône (tinta)
Müller-Thurgau (branca)
Saint Laurent (tinta)
Entre o Rhône e o Loire está o (a) VALLÉE DU GIER, uma região desconhecida fora da França que produz vinhos com as variedades:
Mornen Noir (tinta)
Chouchillon (branca)
além de uma tentativa de recuperar variedades quase extintas:
Pointu (tinta)
Rousse (branca)
Verdat Blanc (branca)
Persagne Grise (casca marron, usada para brancos)
O Vinho e a Pintura - François Barraud
Fantástica a natureza morta: "Nature morte avec carafe du vin, pain et lunettes" 1931 (natureza morta com garrafa de vinho pão e óculos).
O suíço François Emile Barraud, nasceu em 1899 em La Chaux-de-Fonds e morreu em Genebra em 1934.
O suíço François Emile Barraud, nasceu em 1899 em La Chaux-de-Fonds e morreu em Genebra em 1934.
terça-feira, novembro 13, 2012
O MOVI (Movimento dos Vinhateiros Independentes do Chile) mostrou seus vinhos em São Paulo
Provei 4 vinhos, conheço mais 1 vinho e posso dizer que a minha aprovação foi de 100%.
Eram 21 vinhos, um de cada produtor do MOVI, mas quem conhece o trânsito em São Paulo num dia de chuva sabe que os eventos atrasam e eu como cheguei no horário acabei não conseguindo provar todos os vinhos por causa de um compromisso seguinte.
Meu preferido foi o Sofía Pinot Noir 2009, vinho da Bravado Wines, importado pela Terramater.
Vinho que tem as qualidades da Pinot Noir intactas, sem nenhum erro cometido constantemente no novo mundo com objetivo de dar mais cor e potência ao varietal.
Esse tinha os aromas típicos de framboesa, morango, groselha e especiarias trazidas pela barrica muito bem colocada.
Foram 9 meses de barricas francesas.
Na boca o vinho é equilibrado e elegante.
Tem corpo médio e um final delicioso.
O Chardonnay Qu 2011 (importado pela Berenguer Imports) também me agradou bastante.
Vinho do Valle de Molina (dentro do Valle de Curicó)
Um vinho suculento, com notas de caramelo, frutas cítricas e especiarias.
Fermentado em barrica, mas com flores e frutas bem integradas com as notas trazidas pela madeira.
No final um toque de Caramelo muito agradável.
Para mostrar a variedade que o Chile é capaz de oferecer, provei o Viña Pevmayen 2010 (sem importador no Brasil).
Um Syrah muito frutado, com notas de azeitona preta, cereja, framboesa, flores e caramelo, selou a minha impressão sobre os vinhos desses caras independentes e decididos a produzir poucos e bons vinhos.
Conversei com a Angela Mochi, que me explicou o que é o MOVI.
Veja:
Eram 21 vinhos, um de cada produtor do MOVI, mas quem conhece o trânsito em São Paulo num dia de chuva sabe que os eventos atrasam e eu como cheguei no horário acabei não conseguindo provar todos os vinhos por causa de um compromisso seguinte.
Meu preferido foi o Sofía Pinot Noir 2009, vinho da Bravado Wines, importado pela Terramater.
Vinho que tem as qualidades da Pinot Noir intactas, sem nenhum erro cometido constantemente no novo mundo com objetivo de dar mais cor e potência ao varietal.
Esse tinha os aromas típicos de framboesa, morango, groselha e especiarias trazidas pela barrica muito bem colocada.
Foram 9 meses de barricas francesas.
Na boca o vinho é equilibrado e elegante.
Tem corpo médio e um final delicioso.
O Chardonnay Qu 2011 (importado pela Berenguer Imports) também me agradou bastante.
Vinho do Valle de Molina (dentro do Valle de Curicó)
Um vinho suculento, com notas de caramelo, frutas cítricas e especiarias.
Fermentado em barrica, mas com flores e frutas bem integradas com as notas trazidas pela madeira.
No final um toque de Caramelo muito agradável.
Para mostrar a variedade que o Chile é capaz de oferecer, provei o Viña Pevmayen 2010 (sem importador no Brasil).
Um Syrah muito frutado, com notas de azeitona preta, cereja, framboesa, flores e caramelo, selou a minha impressão sobre os vinhos desses caras independentes e decididos a produzir poucos e bons vinhos.
Conversei com a Angela Mochi, que me explicou o que é o MOVI.
Veja:
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