domingo, maio 08, 2011
Goulart Grand Vin 2008 - Mendoza - Argentina
O Grand Vin de Goulart é o topo da linha da Bodega Goulart.
A Érika está feliz na foto porque sabe que tem boas uvas, vinhas velhas e paixão necessária para fazer bons vinhos.
Elaborado com Malbec, passa 14 meses em barricas de carvalho francês de primeiro uso.
No nariz a madeira aparece, mas sem atrapalhar a fruta. Geleia de amora, baunilha, violeta, café, chocolate.
Na boca os taninos são finos, aveludados.
Vinho elegante e concentrado.
Deve ser decantado e pode (e deve) ser guardado por uns 10 anos.
Vai ficar melhor ainda!
Final longo.
A Érika está feliz na foto porque sabe que tem boas uvas, vinhas velhas e paixão necessária para fazer bons vinhos.
Elaborado com Malbec, passa 14 meses em barricas de carvalho francês de primeiro uso.
No nariz a madeira aparece, mas sem atrapalhar a fruta. Geleia de amora, baunilha, violeta, café, chocolate.
Na boca os taninos são finos, aveludados.
Vinho elegante e concentrado.
Deve ser decantado e pode (e deve) ser guardado por uns 10 anos.
Vai ficar melhor ainda!
Final longo.
sábado, maio 07, 2011
Goulart Reserva 2008 - Mendoza - Argentina
Descobri porque a Érika Goulart fala tanto de seus vinhos.
É por paixão e por saber que são bons mesmo.
Conforme combinado, fui ao stand da Winery na Expovinis e além de conhecer a Érika pessoalmente conheci os famosos vinhos que Robert Parker já conhecia.
O crítico americano deu 90 pontos para este vinho.
Um corte de Malbec (60%) e Cabernet Sauvignon (40%).
As características das duas variedades estão no nariz.
Pimentão verde, amora, violeta, e também especiarias, chocolate e baunilha.
Este, acredite, é o vinho de entrada da Bodega Goulart.
Vinhedos plantados em 1915 dão uma concentração incrível.
Na boca ainda consegue ser macio, tem boa acidez, é picante, e tem um final muito longo com notas de tabaco.
30% do vinho passou 8 meses em barricas francesas.
Um grande vinho!
Depois falo dos outros dois vinhos da Bodega Goulart que provei no mesmo dia.
É por paixão e por saber que são bons mesmo.
Conforme combinado, fui ao stand da Winery na Expovinis e além de conhecer a Érika pessoalmente conheci os famosos vinhos que Robert Parker já conhecia.
O crítico americano deu 90 pontos para este vinho.
Um corte de Malbec (60%) e Cabernet Sauvignon (40%).
As características das duas variedades estão no nariz.
Pimentão verde, amora, violeta, e também especiarias, chocolate e baunilha.
Este, acredite, é o vinho de entrada da Bodega Goulart.
Vinhedos plantados em 1915 dão uma concentração incrível.
Na boca ainda consegue ser macio, tem boa acidez, é picante, e tem um final muito longo com notas de tabaco.
30% do vinho passou 8 meses em barricas francesas.
Um grande vinho!
Depois falo dos outros dois vinhos da Bodega Goulart que provei no mesmo dia.
Emma 2008 - Mais uma joia da Zuccardi
O José Alberto Zuccardi é "O Cara!"
Se voce encontrar com o José Alberto, pode falar com ele.
Vai te dar a mesma atenção que daria ao Robert Parker.
O destino coloca essas pessoas nos lugares certos e o lugar certo é a importadora Ravin.
O pessoal da Ravin tem o dom de receber as pessoas como ninguém, trabalhar os vinhos como poucos e entender do complicado mercado brasileiro com a experiência na bagagem, os pés no presente e o olho lá na frente, onde os nossos não conseguem alcançar.
Por sorte conheci a Bodega Zuccardi e vi que mesmo sendo um grande (enorme) produtor, mantém o espírito dos pequenos.
Gosta de experimentar.
Novas castas, novos vinhos, licoroso de Malbec, variedades portuguesas, espanholas, francesas...
Quando visitei a vinícola tinha uma Solera (processo de envelhecimento usado para vinhos fortificados) no estilo espanhol para quem sabe no futuro termos o "Jerez de Mendoza".
Enquanto muitos outros grandes pensam nos números, o Zuccardi vem com este vinho com uma produção de 5000 garrafas.
Outro importador esconderia a preciosidade, a Ravin não.
Será que a Ravin está louca?
O futuro deve ter a resposta.
O Emma Zuccardi Bonarda 2009 não foi feito para ser escondido.
Não seria do feitio do Grande José Alberto.
Afinal escondemos o que não acreditamos!
Quem vai esconder uma garrafa que tem o nome da avó no rótulo?
A Bonarda de Mendoza é uma coisa séria e com certeza a Dona Emma (bisavó de José Alberto) aprovaria o vinho com louvor.
60% do vinho passou 12 meses em barricas francesas de primeiro e segundo uso.
Os outros 40% dão um frescor, fruta e juventude que se mistura com a complexidade e elegância dada pelas barricas.
Cor rubi profundo.
No nariz amora, framboesa, cereja, groselha, café, cedro e noz moscada.
Na boca é encorpado, aveludado e muito elegante (como José Alberto).
Final longo.
Importado pela Ravin www.ravin.com.br
Tem pouquíssimas garrafas.
sexta-feira, maio 06, 2011
Espumante Guatambu Extra Brut - Pampa Gaúcho - Brasil
Mais uma boa surpresa da Estância Guatambu.
Provei este espumante na Expovinis e gostei bastante.
Elaborado com Chardonnay e com a assinatura do enólogo uruguaio Alejandro Cardoso, o vinho tem perlage fina e persistente.
No nariz brioche, pêra, pêssego e pão tostado.
Na boca tem uma cremosidade surpreendente.
Bom volume, bom final, mais um ótimo espumante brasileiro.
Passou 10 meses em contato com as leveduras.
Método tradicional, champenoise.
A D.O. Vinhos do Brasil, na Rua Thomaz Carvalhal, 620 – Paraíso, vende os vinhos da Guatambu.
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