segunda-feira, março 08, 2010

Pago Casa Gran no Empório Vila Buarque - Casa Benasal Blanco 2008





No último dia 4 mais uma vez nos reunimos no Empório Vila Buarque, que sob a batuta do Marcelão oferece um belo serviço de vinhos.
Quem apresentou os vinhos foi o diretor de exportações da vinícola Pedro Serra.
O Pago Casa Gran fica na região de Valencia, região de vinhos pouco conhecidos pelos brasileiros.
Os vinhos são elaborados com uvas de agricultura biológica e leveduras naturais das frutas.
O primeiro vinho da noite foi o Casa Benasal Blanco 2008, elaborado com Gewurztraminer 60% e Moscatel 40%, o vinho não passa por madeira.
No nariz é bastante aromático, com notas vegetais e casca de limão.
Na boca tem bom frescor, acidez e no retrogosto erva cidreira.
O vinho tem corpo médio, final curto e 12,5% de álcool.
Amanhã falo do primeiro tinto da noite. O Reposo.
Os vinhos não possuem importador no Brasil.

Antica Chiusina 2003 - Fattoria Del Cerro - Vino Nobile di Montepulciano - Itália

Na sexta-feira, dia 5, provamos 4 garrafas de Vino Nobile di Montepulciano (não confunda com o Montepulciano D´Abruzzo). O melhor deles foi este aí. Um vinho realmente muito bom, recebeu 92 pontos da Wine Spectator e de Robert Parker e 96/99 de Luca Maroni. Vinho que na minha opinião ofuscou totalmente os outros 3 da prova: Poliziano 2005, Poggio alla Sala 2005 e Valdipiatta 2004.
Cor rubi intenso.
No nariz ameixa em calda, amora, violeta e especiarias.
Na boca é cheio, encorpado, taninos macios, boa acidez e elegância.
Passou 1 ano e meio em barricas francesas e mais um ano em garrafa.
tem 14,5% de álcool e 7 anos de vida. Nem parece!
No final longo, um agradável gosto de baunilha.
Este 2003 foi importado pela Expand. Me parece que já não importam mais.
Uma pena!

domingo, março 07, 2010

Australia Espera Cobrir Buraco Que Pode Ser Deixado Pela Industria Vinícola Chilena Depois do Terremoto

cancelamentos de entrega por parte de produtores do Chile. Os Estados Unidos, compram 250 milhões de dólares por anos em vinhos do Chile.O Sidney uma rara oportunidade para o O mundo dos negócios é implacável!Assim como produtores de laranja brasileiros ganham com as geadas na Flórida, os Australianos esperam ganhar mercado nos Estados Unidos com possíveisMorning Herald, no seu caderno de negócios, publicou: "O terremoto que atingiu a robusta industria vinícola do Chile, proporcionousetor na Austrália." Claro que ninguém pode comemorar com tragédias como essa, mas os produtores australianos passam com a queda nas exportações e possuem estoques altíssimos.

sábado, março 06, 2010

O USAToday fez um Balanço das Perdas Chilenas

A vitivinicultura do Chile foi tema o USAToday. O jornal abordou a relevância do país, nono maior produtor de vinhos do mundo com 1.3 bilhões de dólares em exportações em 2009 (70 % da produção total do país). Os Estados Unidos são o Segundo mercado para os vinhos chilenos atrás da União Europeia. Os norte americanos já pensam numa possível falta de produtos chilenos depois do terremoto e outros países do novo mundo poderiam ganhar mercado com esta perda. A Austrália, que seria para os americanos um substituto natural teve uma diminuição importante na colheita deste ano. Os importadores ainda apostam em uma recuperação do Chile, mas mostrou casos desanimadores. Na publicação, Patricio Middleton, gerente e socio da Bodega Montgras no Valle d0 Colchagua, disse: "Este será o fim para muitos produtores", segundo ele, além do terremoto, os produtores estavam sofrendo com a queda do dólar e não tinham seguro contra terremotos. As instalações da Montgras, produtor de vinhos premium focado em mercados estrangeiros, foram sériamente atingidos pelo terremoto. Calculam a perda de cerca de 30.000 litros de vinho, Além de uma perda significativa de barris. Estima-se que a Montgras terá que invertir 5 milhões de dólares na recuperação. Em 2009, as vendas para o exterior da empresa foram de 22 millhões de dólares. A Viña Bisquertt, explora 1,400 acres, no Valle de Colchagua. Perderam tanques de armazenamento de vários tamanhos , dezenas de barris quebrados e centenas de garrafas. Foram 20 mil litros de vinho pelo chão, segundo Jaime Araya , gerente da Bisquertt. A Viña Ureta, localizada na pequena cidade de Peralillo, procura desesperadamento mão de obra poara a colheita, que já está passando da hora. Só 9 pessoas apareceram para o trabalho, muito menos que as necessárias 30 pessoas. As perdas das Vinhas de Colchagua, foram de 25.000.000 de litros, que equivale a 20% da perda total do país. Sem falar nas perdas estruturais.

sexta-feira, março 05, 2010

Chile Perdeu Equivalente a 12,5% da produção de 2009 Com O Terremoto

Autoridades chilenas informaram que as perdas causadas pelo terremoto equivalem a 12,5% de toda a produção de 2009. 125 milhões de litros, entre os vinhos a granel, engarrafados e guardados. Em dinheiro, isso significa 250 milhões de dólares.
O número foi menor do que esperado no início e animou o setor que espera retornar a normalidade o mais breve possível. Os danos causados na infraestrutura das vinícolas ainda não foram avaliados. Os vinhedos não foram afetados e os sistemas de irrigação ainda não foram testados por falta de energia. Aos poucos as vinícolas estão voltando ao trabalho e os danos sendo reparados.

Variedades Pouco Conhecidas - Tazzelenghe

A Tazzelenghe é uma uva tinta autóctone do Friuli. Passou um período esquecida, mas voltou com força e atualmente é cultivada nas colinas de origem. O nome Tazzelenghe significa Corta Língua (tàce-lenghe) no dialeto friulano. O nome vem dos taninos duros que caracterizam a variedade. Quando o vinho é 100% Tazzelenghe, precisa de tempo em garrafa para amadurecer e diminuir a força dos taninos. Quando passa por madeira, ganha um bouquet bem amplo e agradável. É uma variedade difícil de domar (como a portuguesa Baga e a francesa Tannat) caso a maceração passe do ponto, o nome do vinho (corta língua) será imediatamente lembrado. Costumam dizer que devido a personalidade da uva, os vinhos elaborados com ela ou são amados ou odiados.

Maurleo Rosso 2005 - IGT Toscana - Itália


Produzido em San Miniato, na Toscana, com as variedades Sangiovese e Malvásia Nera em partes iguais.
São usadas leveduras indígenas na produção, depois passa 1 ano em barricas francesas e mais 6 meses em garrafa.
Tem cor vermelho rubi com reflexos violeta.
No nariz as frutas negras aparecem primeiro. Framboesa, groselha e cassis. Com mais tempo no copo, torrefação e especiarias.
Na boca é bastante agradável, aveludado, taninos bem finos e notas de baunilha. O final é longo e tem uma discreta doçura característica da Malvasia Nera.

Vinha Grande - Douro 2022 - Casa Ferreirinh

Cereja, bergamota, violeta...  na boca tem corpo médio, taninos macios, sensação de frescor, sabor repetindo o nariz, mas com um toque de e...