segunda-feira, agosto 05, 2019

Nesta terça tem Wines of Chile em Belo Horizonte






13 vinícolas chilenas apresentam em Belo Horizonte, mas de 70 rótulos.
São elas: Casas del Bosque, Cono Sur, De Martino, Indomita, Los Boldos, Nobel, Tres Palacios, Viña Morandé, Viña El Principal, Viña Maquis, Terranoble, Areste e Baron Philippe de Rothschild.
O ingresso custa 80 reais e o visitante vai poder provar todos os rótulos.
A feira acontece no espaço Meet, na Avenida Raja Gabáglia 2671, das 17 às 22 horas.
Ingressos no site do Eventbrite: https://www.eventbrite.com.br/e/wines-of-chile-on-the-road-bh-tickets-65248645455
Depois de Belo Horizonte a caravana chilena segue para Ribeirão Preto (Quinta) e Campinas (Sexta).

quinta-feira, agosto 01, 2019

Entrevista deliciosa com Carlos Cabral para o Entre Câmeras do CG10




Carlos Cabral não é apenas o consultor de vinhos da rede de supermercados que mais vende vinhos no país.
Ele é um mestre!
Fundador da Sociedade Brasileira dos Amigos do Vinho, um dos maiores especialistas do mundo em vinho do Porto e um cara cheio de histórias pra contar.
Assista uma das melhores entrevistas que já fiz, junto com o Regis Gehlen, para o Canal CG10 do Youtube.


quarta-feira, julho 24, 2019

terça-feira, julho 23, 2019

Os vinhos da Vinyes ocults são limpos, diretos, vibrantes.






Conheci os vinhos do Vinyes Ocults, no Encontro de Vinhos, em Abril.
Mas só agora conheci o dono do vinho.
Aquela história que o vinho tem a cara de quem faz é certa e não tem erro.
O argentino Tomás Staringer é um cara inquieto, que não se contenta com o que já foi feito.
Passou um tempo na Catalunha, mais precisamente em Saint Sadurni d'Anoia, uma espécie de Champagne da Espanha. Sendo mais preciso: Terra da Cava.
Começamos provando um espumante muito bem feito, antes de ir para um Viognier e depois os tintos.
É impressionante como os gostos evoluem.
A Argentina resolveu virar a página dos vinhos com muito corpo, com frutas quase compotadas, quase em geleia, para seguir em direção da fruta, do terroir que me dá impressão de deixar os taninos com uma granulação fina que parece que estamos com um pó de giz na boca.



O Blend tem Malbec 2016, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc.
No nariz as notas são de frutas vermelhas bem frescas, tabaco, eucalipto, grafite...
Na boca é seco, tem uma acidez surpreendente, que dá um ótimo frescor.
Os taninos são o que falei antes, granulados, com textura macia, não secam a boca e mostram que o vinho vai envelhecer bem.
O sabor é intenso, misturando tudo que sentimos no nariz e algo da passagem em madeira francesa e americana por um ano.
Persistente.
Nota: 91
Preço: 150 reais
Importadora Boca a Boca www.bocaabocavinhos.com.br




O Gran Malbec 2015, já ganha o consumidor com o rótulo.
Uma caveira (inspiração do enólogo que veio de uma viagem ao México, bem no dia dos mortos) de metal dourado estilizada, no estilo mexicano.
Mesmo que estivesse em uma garrafa feia, dificilmente esse vinho passaria despercebido.
100% Malbec.
No nariz as frutas frescas. Cassis, cereja, amora...
Violeta, mentol, eucalipto...
Camadas de aromas que causam uma expectativa gigante para o primeiro gole.
Na boca é seco, direto, tem boa acidez, bons taninos (o mesmo estilo que falei anteriormente) e um equilíbrio perfeito.
É potente, elegante, longo, equilibrado...
É direto, limpo, vibrante.
Grande vinho!
Nota: 94
Preço: 350 reais.
Importadora Boca a Boca www.bocaabocavinhos.com.br



sexta-feira, julho 19, 2019

O espumante surpreendente da Luigi Bosca.





Ontem falei da vertical do vinho Icono, da Luigi Bosca.
Não posso deixar de falar do espumante Bohème Brut Nature, que tem muita coisa em comum com os grandes champagnes. Inclusive uma porcentagem de Pinot Neunier.
Conversei com o enólogo da bodega, o Pablo Cúneo.







quinta-feira, julho 18, 2019

Provei uma vertical dos ícones da Luigi Bosca e ainda conversei com o dono, Alberto Arizu.




Uma vertical é sempre especial.
Uma vertical de um vinho feito para resistir ao tempo é melhor ainda.
O Icono da Luigi Bosca, é o vinho mais importante da vinícola.
Provei as safras de 2006, 2008, 2010, 2011, 2015 e 2017.
Uma experiência que ultrapassa os limites gustativos e leva a uma análise da evolução do mercado, a evolução dos vinhos e das pessoas que trabalharam na produção.
Vale ressaltar que todos os vinhos estavam excelentes e tecnicamente impecáveis.
O que mudou foi a proposta.
Isso se percebe muito bem.
E não é uma proposta da Luigi Bosca, é a proposta dos vinhos argentinos que evoluíram de tal forma, que deixaram de ser pesados, com notas de frutas muito maduras (geleia de frutas), alcoólicos, super encorpados e algumas vezes vinhos de uma taça só.
A potência continua lá, a madeira aparece menos, a fruta aparece mais e os taninos unem potência com elegância.
O frescor passou a ser protagonista.
Por mais que o terroir mendocino exija correções de acidez com ácido tartárico na grande maioria das vezes, a acidez parece mais vibrante, mais natural e a evolução no campo e na bodega conseguem corrigir de outras formas o que parecia impossível.
Do 2006 ao 2011, os vinhos mostravam mais madeira e mais concentração, com a fruta ficando em segundo plano, mas ainda assim bem colocada.
A capacidade de evolução do vinho é surpreendente.
Todos ainda tinham cor de vinho jovem e todos tinham os taninos ainda bem presentes.
O 2015 e o 2016 são jovens. Cheios de frescor.
Independente da idade se percebe a mudança de perfil.
Vinhos que dão mais espaço para a fruta bem fresca, nada de geleia, nada de fruta madura demais.
A madeira se sente muito menos e os taninos são granulados, como se fosse um pó de giz.
Apesar de potente e encorpado, a acidez provoca uma salivação deliciosa.
Vinhos suculentos, complexos, cheios de vida e em dia com o que há de melhor em Mendoza.
Conversei com o Alberto Arizu, sobre o preço dos vinhos.
Um vinho na faixa dos 800 reais, provoca uma comparação inevitável com grande vinhos de Denominações de Origem europeias do primeiro time.
O cara vai na prateleira e vê um Borgonha, um Bordeaux, um Barolo, todos na mesma faixa de preço.
Sem discutir qualidade, apenas uma reflexão sobre reputação de regiões míticas e um terroir do novo mundo.
Assista a conversa com o Alberto Arizu.




Avaliei todos os vinhos separadamente.
Seguem as notas:
Icono 2006 - 91 pontos
Icono 2008 - 92 pontos
Icono 2010 - 92 pontos
Icono 2011 - 91 pontos
Icono 2015 - 93 pontos
Icono 2017 - 94 pontos

Importados pela www.decanter.com.br
Preço: 886 reais

sexta-feira, julho 12, 2019

Mais uma entrevista do Entre Câmeras. Lamberto e Silvia Percussi.





O CG10 nasceu faz menos de um ano e o Entre Câmeras já entrevistou pessoas importantes no mundo do vinho e da gastronomia.
São entrevistas gostosas de fazer e espero que para quem assiste, gostosas de assistir.
A mais recente é essa.
Lamberto e Silvia Percussi.





A Vinheria Percussi fica na Rua Cônego Eugênio Leite, 523 - Beirro Pinheiros - São Paulo - SP

Vinha Grande - Douro 2022 - Casa Ferreirinh

Cereja, bergamota, violeta...  na boca tem corpo médio, taninos macios, sensação de frescor, sabor repetindo o nariz, mas com um toque de e...