quarta-feira, dezembro 06, 2017

terça-feira, dezembro 05, 2017

Finca Piedra Ethan 2011 - Mal Abrigo (San José) - Uruguay





Ontem mostrei o verdadeiro refúgio do ecoturismo (também enoturismo) da Finca Piedra, comandada pelo
Hoje vou destacar um dos vinhos, que é este Ethan 2011 (foto ilustrativa do 2015).
O interessante são os cortes.
O Jason não segue nenhuma fórmula de nenhuma região. Mistura as variedades como quer e contrata a cada ano um enólogo diferente para ajudá-lo em suas viagens.
O Ethan é um corte de Pinot Noir, Cabernet Franc, Syrah e Tannat. Em partes iguais.
O vinho já tem 6 anos e está jovem, na cor e no aroma.
Os aromas são de fruta vermelha, por incrível que pareça a Pinot com sua falsa fragilidade aparece bem com as notas de framboesa e couro.
Também aparece um toque de tabaco e um defumado que dá ainda mais complexidade ao vinho.
Na boca o corpo está entre o médio e o encorpado.
A acidez e os taninos são mais altos, mas se completam e tornam o vinho equilibrado.
O álcool fica quietinho, sem mostrar as garras e também por isso, o vinho tem um estilo mais europeu.
Tem boa intensidade de sabor com um toque de especiarias doces no final, e o sabor persiste. É longo.
Nota: 90

Quem não viu a entrevista do Jason e as imagens da Finca Piedra, que fica em Mal Abrigo (interessante esse nome), pode ver agora:







Amanhã sigo a viagem pelo Uruguai com mais um vídeo em outra vinícola.

segunda-feira, dezembro 04, 2017

A Finca Piedra, no Uruguai, é a união do vinho com o ecoturismo.





Num lugar chamado Mal Abrigo, a Finca Piedra produz vinhos com cortes diferentes e oferece um verdadeiro refúgio com animais silvestres, cavalos, ovelhas, mel, pôr do sol...



sexta-feira, dezembro 01, 2017

Campotinto Viognier 2016 - Bodega Campotinto, Carmelo (Uruguay).





Mais uma surpresa uruguaia!
Uma variedade branca do Rhône se mostrando no terroir uruguaio.
A Campotinto tem bons tintos como o Tannat Gran Reserva 2015 (90 Pontos) e o Icono 2015 (91 Pontos), mas depois de mostrar as reportagens, estou destacando principalmente os vinhos que explicam a diversidade do país e a possibilidade clara que produzir vinhos com diversas variedades.
Esse é um Viognier com boa intensidade aromática, com notas florais (violeta) e um toque cítrico.
Na boca tem bom corpo, untuoso, acidez bem equilibrada e sabor intenso repetindo as notas sentidas no nariz e acrescentando um sabor de manga.
Tudo bem equilibrado.
A Viognier é bem sensível a oxidação, portanto, vale beber esse vinho jovem.
Final persistente e fresco.
Nota: 89

Repito os dois vídeos gravados na Campotinto para quem não viu ainda.




quinta-feira, novembro 30, 2017

Turismo de vinho - Lodge Campotinto - Uruguay







Em Carmelo, no departamento de Colonia, no Uruguay, um lugar para unir a paixão pelo vinho e uma estadia luxuosa. É o Lodge da Bodega Campotinto.



quarta-feira, novembro 29, 2017

A Campotinto é um destino de enoturismo com o tradicional Medio y Medio uruguaio.






O Medio y Medio foi inventado no restaurante Roldós no século 19 e é uma mistura de vinho branco seco com espumante.




Algumas vinícolas estão melhorando a qualidade dos vinhos e vendendo um Medio y Medio com mais qualidade.




É o caso da Campotinto, que fica no departamento de Colonia.
Além de ser um excelente destino para o enoturismo, a bodega produz bons vinhos.
Assista o vídeo:






O Medio y Medio deles, é um vinho com aroma floral, boa acidez, levemente adocicado, com borbulhas um pouco agressivas e bom frescor.
É elaborado com as uvas Moscatel e Ugni Blanc.
O gás é injetado.
É melhor que o original vendido no Mercado del Puerto, melhor que a maioria dos Lambruscos que estão no mercado brasileiro, mas é um vinho simples, sem complexidade.
Nota: 87 Pontos.
A Campotinto produz vinhos bem melhores. Valo do destaque da vinícola na sexta-feira.

terça-feira, novembro 28, 2017

Narbona Pinot Noir 2015 - Destaque da Bodega Narbona, Carmelo, Uruguay.






Na semana que passei visitando vinícolas e provando vinhos no Uruguay, me surpreendi principalmente com o potencial que o país tem para fazer vinhos de qualidade com diversas variedades diferentes, muito além da Tannat.
Depois de uma série de vídeos na Narbona, hoje avaliei um vinho provado com a enóloga Valeria Chiola e que merece destaque.
Um Pinot Noir típico e com características que às cegas levariam para o velho mundo.
Passou 6 meses descansando em barricas.
Cor rubi típica de um Pinot Noir, com intensidade média, transparente.
No nariz tem boa intensidade aromática, com notas de framboesa, groselha e couro.
Na boca tem corpo médio, muito boa acidez, fresco.
Os taninos tem textura granulada, bastante finos.
Sabor agradável de frutas vermelhas com um toque terroso e de especiarias doces.
Delicado e elegante.
Persistente no final.
90 Pontos.

Preço 130 reais.

Amanhã volto com as reportagens em vídeo em terras uruguaias, com a Campotinto, ainda em Carmelo.

Vinha Grande - Douro 2022 - Casa Ferreirinh

Cereja, bergamota, violeta...  na boca tem corpo médio, taninos macios, sensação de frescor, sabor repetindo o nariz, mas com um toque de e...