terça-feira, fevereiro 03, 2015

Amarone 2011 , só elogios!! Por Bruno Airaghi




Depois da decepção da safra 2014, a safra que causou elogios rasgados foi o Amarone safra 2011,
na anteprima  Amarone em Verona . É um vinho onde concentra-se a força , harmonia e elegância
da natureza, um filho maduro da Valpolicella, uma safra histórica , inesquecível que dará bons frutos na exportação.
Os dados econômicos falam por si , vejamos :
Negócio de 60 milhões de garrafas produzidas valendo 550 milhões de euros/ano, em um território
que alcança 7800hect. Seu preço médio que nos primeiros 6 meses de 2014,dados do Depto.de Economia
da Universidade de Verona, atingiu 7% a mais que 2013, com crescimento tanto nos países chaves como
nos emergentes. Há sempre mais interesse pelo Amarone no exterior, onde já é comercializado 80% do vinho,
conforme explica a diretora do Consorcio Vini Valpolicella – o crescimento do preço no canal grande superfície
(off trade)é a demonstração que o brand do nosso vinho de ponta está nos níveis máximos. O que acontece
quando comparado com outros vinhos Premium italianos onde sinaliza 15% a mais no valor médio.
Eu tenho o meu 2011 e daqui mais  um ano vou conferir esta obra de arte , un vero  capolavoro!!!

segunda-feira, fevereiro 02, 2015

O Vinho e a Arte - Sem dúvida uma das fotos mais lindas da história.

Na foto, uma garotinha, agradece a libertação da França (na Segunda Guerra Mundial) dando uma garrafa de vinho para um militar das forças aliadas.
A foto pertence ao exército dos Estados Unidos.
Não informam o nome do fotógrafo.
A foto foi feita no sul da França.

domingo, fevereiro 01, 2015

Tudo sobre as regiões francesas - Vallée du Rhône - Parte 26 - Sud Méridional - AOC Côtes-du-Rhône-Villages Rochegude



A vila  de Rochegude (significa a rocha ou pedra aguda, como era chamada à partir do ano de 1236) fica no departamento de la Drôme, 15 quilômetros ao sul de Saint-Paul Trois Chateaux, 15 quilômetros
ao Norte de Orange, e à 8km à leste de Bollène.
A reputação é longa, vem dos tempos dos romanos numa referência do imperador Domiciano (81 a 96 dC) aos vinhos da região.
No século XVIII, um novo impulso foi dado pelo marques de Acqueria, que era de Avignon e gostava dos vinhos de Rochegude.
A AOC só veio em 1967.
Os solos são de argila vermelha, como em muitas zonas do Rhôme Meridional.
Também se encontram solos mais ricos em arenito e silício.
O Mistral ajuda manter os vinhedos secos, afasta a umidade e também ameniza o calor.
As uvas apresentam uma potência e personalidade que aparecem nos vinhos logo na primeira análise olfativa.
São 219 hectares e uma produção anual de cerca 7500 hectolitros.
As variedades para os tintos e rosés são: Grenache (mínimo 50% obrigatória nos cortes), Syrah ou Mourvèdre (com um mínimo de 20% obrigatório).
Os brancos devem ser elaborados com as variedades:
Clairette, Roussanne, Marsanne, Bourboulenc e Viognier.
A grande estrela é o tinto de Rochegude.

Vinhos elegantes e frutados.

O vinho e a pintura - Mais uma Tatoo para lembrar o vinho -



sábado, janeiro 31, 2015

Dádivas Pinot Noir 2013 - Lidio Carraro - Encruzilhada do Sul - Brasil


Conheço alguns bons Pinot's brasileiros. Mais fieis a variedade do que a grande maioria dos Pinot's sul americanos.
A variedade é bastante plantada na Serra Gaúcha, principalmente para a produção dos espumantes, onde é uma das variedades principais na maioria dos cortes.
Esse vem de fora da Serra, é da Encruzilhada do Sul.
Vem também protegido por uma filosofia dos produtores de não utilizar madeira nos vinhos, favorecendo a expressão do terroir, sem maquiagem.
Um dos principais erros que se comete com a Pinot Noir na América do Sul é deixar muito tempo o vinho na barrica, ou em casos piores usar chips ou pedaços de barricas.
A cor entrega na hora que se trata de um Pinot Noir.
Vermelho rubi transparente.
No nariz tem boa intensidade aromática, com notas de groselha, framboesa, morango, floral, couro e leve alcaçuz.
Na boca é seco, tem corpo médio, taninos suaves com textura granulada fina.
A acidez é vibrante.
Vinho equilibrado, elegante como deve ser um vinho de Pinot Noir.
Final longo e refrescante.
Produtor: http://www.lidiocarraro.com/produto_interno.php?permalink=lidio-carraro-dadivas-pinot-noir
Preço: 50 Reais
Nota: 89/100
Relação preço/qualidade: 4/5

Veja na ilustração, do que é composto o vinho. Muito legal!!!


sexta-feira, janeiro 30, 2015

Crazy Rows Cinsault 2013 - Tinto - Bisquertt - Valle de Itata - Chile



Já virou aposta certa! Basta colocar na mesa um vinho do Valle de Itata (que no documentário Chile - Terroir, Personagens, Histórias, Vinhos, apareceu como o grande segredo do Chile) para todos ficarem impressionados.
São vinhas velhas, sem irrigação, sem produtos químicos, com expressão pura do terroir.
Esse Crazy Rows (fileiras loucas), tem a cara da nova geração de vinhos chilenos.
Foi elaborado pela Johana Pereira, que é esposa do Mario Geisse e já não trabalha mais na Bisquertt, hoje a vinícola tem nada menos do que a sabedoria do italiano alberto Antonini como consultor.
Apesar de ser um varietal, pois tem 85% de Cinsault, o vinho ganha um reforço de 15% de Cabernet Sauvignon de Marchigue (outro terroir fantástico).
No nariz o vinho tem boa intensidade aromática.
Framboesa, cassis, cereja, notas florais e de ervas aromáticas.
Na boca é seco, mas com sensação de leve doçura, tem corpo médio, é suculento e tem uma excelente acidez e estrutura (ajudada pelos 15% de Cabernet Sauvignon).
Os taninos macios são macios e o final é médio/longo.
Importador: http://www.worldwine.com.br/crazy-rows-cinsault-2013-2273.aspx/p
Preço: 132,00 Reais
Nota: 91/100
Relação preço/qualidade: 3/5

Vinha Grande - Douro 2022 - Casa Ferreirinh

Cereja, bergamota, violeta...  na boca tem corpo médio, taninos macios, sensação de frescor, sabor repetindo o nariz, mas com um toque de e...