quinta-feira, outubro 23, 2014
Está chegando o Encontro de Vinhos Curitiba
No dia 8 de Novembro, das 14 às 22 horas, no Hotel Lyzon, acontece a terceira edição do Encontro na capital paranaense.
É bom lembrar, que o Encontro de Curitiba foi o único escolhido pelo público há 3 anos na página do Encontro de Vinhos no Facebook.
A feira foi tão boa que entrou no calendário anual.
Já temos cerca de 20 expositores confirmados e teremos provavelmente um número ainda maior.
Os ingressos já estão à venda no site: http://www.encontrodevinhos.com.br/venda-de-ingressos/
Sócios da ABS, SBAV e alunos de gastronomia pagam meia.
Carruades de Lafite 2005 - Château Lafite Rothschild - Pauillac - Bordeaux - Tinto
Esse é o segundo vinho da Lafite Rothschild.
É bom demais!
Elaborado principalmente com a Cabernet Suavignon (71%), como é comum em Pauillac.
Tem ainda 25% de merlot, 3% de Cabernet Franc e 1% de Petit Verdot.
Tem 13% de álcool.
Tem boa intensidade aromática, com groselha cassis, grafite, cedro bem discreto, sous-bois, terra.
Na boca tem corpo médio, bom volume, taninos extremamente finos, textura aveludada, muita elegância e equilíbrio, complexo, com boa acidez.
Não entrega a idade nem sob tortura.
Já está muito bom, mas deve melhorar.
O final é longo.
Importador: www.pnrimport.com.br e outros sem exclusividade.
Preço: cerca de 2500 Reais
Nota: 94/100
Relação qualidade/preço: 2/5
quarta-feira, outubro 22, 2014
Algumas fotos tiradas do documentário: Chile - Terroir, Personagens, Histórias e Vinhos...
Quem ainda não viu o documentário tem duas opções: Assistir on line por R$ 9,90 no site http://www.sobrevinho.net/add/dicas/documentario-chile/
Ou comprar o DVD pelo Mercado Livre: http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-588066275-dvd-chile-terroirpersonagenshistoriasvinhos-_JM
Depois de conhecer o Vinho 700 Andes Plateau 2012, em São Paulo, fui ao Chile conversar com Felipe Uribe
Andes Plateau 2012 - tinto - Cordilheira - Chile
Conheci o vinho no seu lançamento, esse ano, em São Paulo.
O vinho é elaborado pelo Felipe Uribe, que é um enólogo bastante conhecido por excelentes trabalhos.É elaborado na altitude dos andes, em um plateau de mais de 700 metros.
Ele fez uma mescla com as variedades Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Syrah e Malbec.
Um vinho familiar, sem adição de ácido tartárico para corrigir a acidez, leveduras da própria uva e usando o mínimo possível de suilfitos.
No nariz tem média intensidade aromática.
Notas de framboesa, cassis, amora, tabaco e especiarias.
Felipe só usou madeiras velhas no estágio do vinho.
Na boca o vinho é bastante fresco, com boa acidez.
Taninos finos, textura granulada, e corpo médio.
As notas de frutas se repetem na boca, mas as frutas são mais maduras no palato, lembrando mais a compota.
Boa estrutura.
Macio, equilibrado, elegante.
O final é longo.
Preço: cerca de 140 Reais
Importadora em São Paulo (tem outras para outros estados): Dominio Cassis - http://www.dominiocassis.com.br/
Nota: 92/100
Relação qualidade/preço: 4/5
Acompanhe a conversa com o Felipe Uribe:
Oktoberfest: um estilo para comemorar o mês da cerveja - Por Ludmilla Fonttainha
Se existe
um mês que para qualquer apreciador de cerveja já dá água na boca só de pensar,
este mês é outubro.
Qual pobre mortal de nós nunca sonhou em estar na Alemanha
durante a mais famosa festa cervejeira?
Partindo de uma pesquisa própria - e
não menos séria que a do famoso instituto que questionamos a pouco tempo atrás,
posso dizer que pelo menos 80% dos “cervejeiros” sonham em passar pelo menos um
dia na cidade de Munique, no estado da Baviera – região sul alemã.
A Oktoberfest mexe sim com o nosso
imaginário...
Mas além da festa, vale falar do estilo de cerveja que leva o
mesmo nome e que nesta época do ano podemos encontrar facilmente nas gôndolas
de supermercado ou em lojas especializadas.
A Oktoberfest
ou Märzen era uma cerveja feita para ser consumida durante a festa, no mês de
outubro.
Historicamente, essa cerveja tipo lager era produzida no mês de março,
ficando pronto para consumo apenas seis meses depois. Exatamente para
complementar as festividades, é basicamente um estilo sazonal.
A cor varia do
dourado escuro ao avermelhado, bem límpida e com espuma branca presente.
O
aroma é basicamente de malte, não tendo aquele cheiro herbal ou floral do
lúpulo.
Lembrando que quando façamos em aroma de malte, basta lembrar de uma
porção de grãos de cereais molhados.
O sabor marcante também é do dulçor do
malte, com final seco.
É uma cerveja fácil de beber, refrescante e nada
enjoativa.
Já falamos
da vontade ir pro evento e do estilo.
Mas como mesmo surgiu e o que é
verdadeiramente comemorado na Oktoberfest?
A festa surgiu em 1810, quando o rei
Luis I, que foi reconhecido depois como rei da Bavária, casou-se com a princesa
Teresa da Saxônia.
Para comemorar o casamento, foi feita uma grande corrida de
cavalos e todos os moradores da região foram convidados.
A festa foi sendo
repetida anualmente e ganhando cada vez mais adeptos. Inicialmente não era
servida cerveja, que só foi inserida na comemoração em 1918.
O Oktoberfest
(oktober = outubro ; fest = festa) só deixou de acontecer na Alemanha 25 vezes,
por motivos de guerras e doenças.
Mesmo tendo se estendido para todo o país e
para diversas comunidades alemãs espalhadas pelo mundo, a maior, mais famosa e
disputada festa ainda é a de Munique.
Alguns já
tiveram a grande honra de estar lá, entre loiras alemãs vestidas nos trajes
típicos, disputando canecas com 1 litro de cerveja....
Outros conferiram a
versão brasileira, que não decepciona quem visita a bela Blumenau.
E uma outra
parte ainda coloca um dos dois destinos como um projeto a ser realizado! Não
importa em qual grupo você está! O que importa é que em outubro, beber uma
típica cerveja Oktoberfest é uma maneira de comemorar.
Ou bebemorar.
E mais do que nunca: ein
prosit!
Ludmilla Fonttainha é
jornalista, produtora de televisão, integrante da Confraria Feminina de Cerveja
(Confece) e beer sommelier. Uma apaixonada por este caminho sem volta, que é a
apreciação da cerveja artesanal!
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