sábado, janeiro 18, 2014

Mapas vinícolas de regiões pouco conhecidas - Peru


Vinho que provei do Peru 




Esse vinho peruano trazido da terra dos Incas pela primeira vez por minha amiga Alice, entrou de surpresa no final da degustação dos 5 vinhos de Zinfandel, que fizemos uma vez na Vino & Sapore, na Granja Viana.
Logo que o vinho foi servido já se ouvia comentários do tipo: "isso é velho mundo"
Não deixa de ser verdade se levarmos em conta a cultura Inca.
Peru velho mundo sim!
Esse vinho foi produzido com uvas do Valle de ICA.
No passado, nos tempos coloniais, o Peru exportava seus vinhos para a Espanha para suprir o consumo dos colonizadores.
O motivo se explica nesse vinho.
Vinho com aromas de frutas vermelhas no nariz, caramelo, floral, terra.
Na boca é macio, elegante, parece mesmo um vinho europeu.
Bom equilíbrio, encorpado e final longo.
Vendo comentários em blogs na internet, constatei que os vinhos das bodegas Queirolo já conquistaram mercados internacionais.
O Peru, que já é reconhecido pela sua gastronomia, pode muito bem ser conhecido pelos seus vinhos.
Nota: 88/100

sexta-feira, janeiro 17, 2014

Uma breve história do vinho em Mendoza



O mundo inteiro conhece a região de Mendoza e a qualidade dos vinhos e vinícolas que fazem a fama da cidade.
A História dos vinhos na região tem mais de 400 anos.
No passado eram vinícolas de fundo de quintal que ficavam mesmo no fundo das casas.
A história conta que pouco depois da fundação da cidade, a cidade começou a atividade, graças ao fundador da cidade Pedro del Catillo, que trouxe os vinhedos do Chile.
Outra teoria é a que conta que Juan Jufré, segundo fundador de Mendoza, foi o responsável pelas primeiras plantações de vinhedos entre 1569 e 1575.
A tradição dos vinhos franceses veio para a américa trazida pelos colonizadores espanhóis que transportavam vinhos nas embarcações.
Na época plantaram o que julgavam mais importante: figueira, oliveira e vinhedos.
O caminho para chegar na argentina, passou pelo Chile, junto com os primeiros colonizadores que pisaram na Argentina.
Os imigrantes italianos vieram para as fabricas de louças, para a construção e organizaram as técnicas de irrigação.
Entre 1950 e 1980, tanto a arquitetura como o nível dos vinhos, teve uma queda importante.
Depois dos anos 80 voltou a melhorar.
Foi quando começou a nova etapa do vinho argentino, com grandes investimentos nacionais e estrangeiros e a prioridade pela qualidade dos vinhos.
O consumo sempre foi bastante alto.
Nos anos 70. Por exemplo, chegou a incríveis 80 litros per cápita por ano.
Em 2006, 30 anos mais tarde, o consumo caiu para 23,23 litros per cápita por ano, mas a qualidade do vinho melhorou de forma impressionante, provocando o aumento da exportações e o reconhecimento internacional.

O Vinho sempre foi sinônimo de saúde! Veja a lenda persa sobre a origem da videira e do vinho.


Conta a lenda que das sementes que uma ave deixou cair aos pés do rei Djemchid (Yemshid), nasceram plantas que deram frutos abundantes, cujo o fruto fermentado foi bebido pela preferida do rei.
A mulher, que estava doente, dormiu profundamente sob os efeitos relaxantes da bebida, e ao despertar, estava curada e feliz.
Então o rei deu o nome à bebida: Darou é Shah (Daru Eshjá) "O Remédio do Rei".

*Djemchid, foi um antigo rei da Pérsia (hoje Iran).
É considerado o pai da civilização persa, reinou por um tempo incerto, entre 1890 aC para alguns e 800 aC para outros estudiosos.

O Vinho e a Pintura - Nesis Elisheva - 11


quinta-feira, janeiro 16, 2014

Robert Mondavi Winery - Cabernet Sauvignon - Napa Valley - 2010


Só o nome Mondavi já é uma garantia de venda e uma garantia de que o nome não seria manchado por um produto ruim.
É um Cabernet Sauvignon, mas que tem outras variedades em pequenas proporções: 12% Merlot, 4% Cabernet Franc e 1% Syrah.
A Cabernet Sauvignon fica com o restante (83%).
Passou 18 meses em barricas francesas (15% primeiro uso) e uma parte do vinho foi fermentada em tanques de madeira.
No nariz aromas de amora, cassis, pimenta preta, baunilha e um pouco de canela e cacau.
Na boca a madeira aparece bastante, dá um toque adocicado ao vinho.
É bem equilibrado, encorpado, boa acidez e taninos macios. 
Quem gosta de vinhos com a madeira bem presente certamente o vinho é esse.
Tem 14,5% de álcool e um final longo com gosto de chocolate e tabaco.
Custa 177,90 na www.todovino.com.br
Nota: 87/100

A lenda do Vinho - Vale a pena ler


O Vinho e a Pintura - Nesis Elisheva - 10


Vinha Grande - Douro 2022 - Casa Ferreirinh

Cereja, bergamota, violeta...  na boca tem corpo médio, taninos macios, sensação de frescor, sabor repetindo o nariz, mas com um toque de e...