Basta dizer o nome de Xavier Vignon no Rhône para perceber que a fama é uma coisa que se conquista com muito trabalho. Xavier (em francês se pronuncia gzaviê) trabalha como consultor de cerca de 200 produtores, tem no currículo notas 100 de Robert Parker, como no caso do Domaine de la Vielle Julienne em 2005.
Por isso, falar nesse cara lá no Rhône é falar em vinhos de qualidade. Algumas reportagens já chamaram Xavier de: O Homem que vale 100...
Os vinhos Xavier são importados pela Cantu.
O Domaine de la Vielle Julienne não estão no Brasil, não é difícil encontrar em Paris.
O Xavier Vacqueyras 2007 recebeu apenas uma nota 91-93 de Robert Parker.
Sim, para Xavier isso é apenas.
No corte: Grenache (60%), Syrah (30%) e Mourvèdre (10%).
Cor rubi bem escuro, quase púrpura.
No nariz amora, cereja, chocolate, alcaçuz, mentolado e terra molhada.
Na boca é encorpado, macio e elegante.
O final é bastante longo e dá certeza que este vinho ainda evolui e deve permanecer no auge por muitos anos.
A Cantu importa do vinhos do Xavier, menos este (uma pena!), que ganhei de presente do amigo Tristan Depauw, sócio do grande Xavier Vignon.
quarta-feira, janeiro 25, 2012
terça-feira, janeiro 24, 2012
Na despedida do cargo, presidente do Conselho Deliberativo do Ibravin pede queda de impostos e reconhecimento do vinho como alimento
Foto: Orestes de Andrade Jr.
Júlio Fante, se despediu do cargo ontem e foi preciso ao citar os velhos problemas com os impostos.
Ele pediu o fim da guerra fiscal entre os estados brasileiros e disse: “Todos concordam que vinho é alimento, reconhecido com um complemento alimentar saudável para as pessoas, porém, ele é tributado no Brasil como um produto supérfluo”.
O vinho é considerado alimento em diversos países, no Brasil infelizmente é taxado da mesma forma que outras bebidas destiladas e produtos supérfluos.
Fante afirmou ainda que os incentivos fiscais de alguns estados fazem com que o vinho brasileiro muitas vezes pague mais impostos que vinhos importados.
Citou, entre outros, o caso da Bahia, que cobrava 12% de ICMS dos vinhos importados e 25% dos brasileiros. Depois de uma ação do Ibravin, o governo da Bahia aceitou igualar o valor do imposto em 12%.
Essa questão dos impostos é talvez a maior pedra no caminho do Brasil em direção ao aumento do consumo de vinho.
Burocracias como a do selo fiscal, na minha opinião deviam ser esquecidas e as energias focadas em conjunto para diminuir os preços e aumentar o consumo.
Importadores, consumidores e produtores precisam cobrar do governo o reconhecimento do vinho como bebida saudável e a queda dos impostos. Claro que como um alimento que contém álcool, deve ser consumido com moderação.
Dessa forma, com uma taça no almoço e outra no jantar, acompanhando as refeições, o corpo e a alma agradecem.
Júlio Fante, se despediu do cargo ontem e foi preciso ao citar os velhos problemas com os impostos.
Ele pediu o fim da guerra fiscal entre os estados brasileiros e disse: “Todos concordam que vinho é alimento, reconhecido com um complemento alimentar saudável para as pessoas, porém, ele é tributado no Brasil como um produto supérfluo”.
O vinho é considerado alimento em diversos países, no Brasil infelizmente é taxado da mesma forma que outras bebidas destiladas e produtos supérfluos.
Fante afirmou ainda que os incentivos fiscais de alguns estados fazem com que o vinho brasileiro muitas vezes pague mais impostos que vinhos importados.
Citou, entre outros, o caso da Bahia, que cobrava 12% de ICMS dos vinhos importados e 25% dos brasileiros. Depois de uma ação do Ibravin, o governo da Bahia aceitou igualar o valor do imposto em 12%.
Essa questão dos impostos é talvez a maior pedra no caminho do Brasil em direção ao aumento do consumo de vinho.
Burocracias como a do selo fiscal, na minha opinião deviam ser esquecidas e as energias focadas em conjunto para diminuir os preços e aumentar o consumo.
Importadores, consumidores e produtores precisam cobrar do governo o reconhecimento do vinho como bebida saudável e a queda dos impostos. Claro que como um alimento que contém álcool, deve ser consumido com moderação.
Dessa forma, com uma taça no almoço e outra no jantar, acompanhando as refeições, o corpo e a alma agradecem.
segunda-feira, janeiro 23, 2012
domingo, janeiro 22, 2012
sábado, janeiro 21, 2012
Finca La Celia Elite Gran Reserva 2009 Malbec/Petit Verdot - Valle de Uco - Mendoza
A Finca La Celia, produz o Elite sempre em cortes com domínio da Malbec e uvas do Valle de Uco, numa altitude de 1050 metros acima do nível do mar.
O vinho está jovem.
A cor já mostra concentração. Quase roxo.
No nariz amora, violeta, baunilha, banana verde, café.
Na boca os taninos estão ali.
Notas de tabaco e leve chocolate aparecem no final.
Vinho de boa acidez que deve envelhecer muito bem.
O final é longo.
O preço muito interessante: 69,90 no site do importador: http://www.todovino.com.br/ch/prod/622/VINHO-LA-CELIA-ELITE-MALBEC/PETIT-VERDOT.aspx#D
O vinho está jovem.
A cor já mostra concentração. Quase roxo.
No nariz amora, violeta, baunilha, banana verde, café.
Na boca os taninos estão ali.
Notas de tabaco e leve chocolate aparecem no final.
Vinho de boa acidez que deve envelhecer muito bem.
O final é longo.
O preço muito interessante: 69,90 no site do importador: http://www.todovino.com.br/ch/prod/622/VINHO-LA-CELIA-ELITE-MALBEC/PETIT-VERDOT.aspx#D
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