quarta-feira, novembro 30, 2011
terça-feira, novembro 29, 2011
Com o verão chegando, fique de olho na temperatura dos vinhos.
Muita gente acha estranho que cidades quentes como o Rio de Janeiro por
exemplo o consumo de vinho seja bastante alto para os padrões
brasileiros, mas não tem nada de estranho nisso.
Alguém acha que os portugueses, franceses, espanhóis e italianos param de beber tintos no verão?
Espanha e Portugal principalmente atravessam períodos onde a temperatura chega facilmente aos 40 graus, e os tintos estão lá.
O grande problema é pensar que os tintos devem ser servidos sempre na temperatura ambiente.
Loucura!
Boa parte das garrafas mostra no contra-rótulo a temperatura de serviço dos vinhos.
De forma geral, quanto mais encorpado mais alta a temperatura de serviço, mas a temperatura alta nunca passa dos 18 graus.
Portanto a temperatura embiente nos dias de calor seria uma tragédia.
Se a temperatura for respeitada, muitos tintos podem ser refrescantes e agradáveis.
Imagine que sua geladeira fica nos 5 graus, meia hora nessa temperatura pode resolver muitos problemas.
Caso o vinho seja mais suave deixe mais tempo.
Outro problema é pensar que os brancos devem estar gelados.
Não é bem assim.
Veja a tabela com as temperaturas de serviço sugeridas:
Espumantes e brancos doces e leves 5 a 7° C.
Champagnes de 6 a 8º.
Brancos secos e evoluídos ou um Jerez fino de 8 a 10º.
Rosés, mais leves entre 8 a 10º e, os mais evoluídos, no máximo até uns 14º.
Tintos leves, de 13 a 14°.
Brancos encorpados e Madeira ou Porto (Tawnies ou Ruby), de 14 a 16º.
Tintos médios e Vinhos do Porto Ruby Reserva, de 16 a 17°.
Tintos encorpados e Vinhos do Porto LBVe Vintage 17 a 18º.
Alguém acha que os portugueses, franceses, espanhóis e italianos param de beber tintos no verão?
Espanha e Portugal principalmente atravessam períodos onde a temperatura chega facilmente aos 40 graus, e os tintos estão lá.
O grande problema é pensar que os tintos devem ser servidos sempre na temperatura ambiente.
Loucura!
Boa parte das garrafas mostra no contra-rótulo a temperatura de serviço dos vinhos.
De forma geral, quanto mais encorpado mais alta a temperatura de serviço, mas a temperatura alta nunca passa dos 18 graus.
Portanto a temperatura embiente nos dias de calor seria uma tragédia.Se a temperatura for respeitada, muitos tintos podem ser refrescantes e agradáveis.
Imagine que sua geladeira fica nos 5 graus, meia hora nessa temperatura pode resolver muitos problemas.
Caso o vinho seja mais suave deixe mais tempo.
Outro problema é pensar que os brancos devem estar gelados.
Não é bem assim.
Veja a tabela com as temperaturas de serviço sugeridas:
Espumantes e brancos doces e leves 5 a 7° C.
Champagnes de 6 a 8º.
Brancos secos e evoluídos ou um Jerez fino de 8 a 10º.
Rosés, mais leves entre 8 a 10º e, os mais evoluídos, no máximo até uns 14º.
Tintos leves, de 13 a 14°.
Brancos encorpados e Madeira ou Porto (Tawnies ou Ruby), de 14 a 16º.
Tintos médios e Vinhos do Porto Ruby Reserva, de 16 a 17°.
Tintos encorpados e Vinhos do Porto LBVe Vintage 17 a 18º.
Novos Sicilianos Chegam pela Wine Lovers
Class Sommelière e estrela da tv italiana Adua Villa, que viaja pelo
mundo divulgando os vinhos italianos e apresenta o programa La Prova del
Cuoco na Rai Uno.
Sobre os vinhos provados, ela disse uma coisa interessante do Nero d'Avola: "É como um sapato preto que vai bem com qualquer roupa. O Nero d'Avola vai bem com qualquer prato..."
O diretor comercial da vinícola, Daniele Lizza, falou sobre os vinhos, sobre a ilha da Sicilia e sobre o trabalho sério nos vinhedos.
Os três brancos varietais, Inzolia, Catarratto e Grilo, comprovaram o que ele disse.
O Inzolia 2010 tem aromas de maçã, ervas aromáticas e casca de limão.
Na boca tem bom equilíbrio e corpo médio. Não passa por madeira.
Final com média persistência.
O Catarratto 2010 tinha notas de maçã, mel, curry e ervas aromáticas.
Na boca é mais encorpado que o Inzolia, tem notas minerais e bom equilíbrio.
Bom final.
O vinho que mais gostei foi o Grillo 2009.
A Grillo é uma variedade da Puglia, mas que se transforma em vinhos fantásticos na Sicilia. Assim como a Inzolia e a Catarratto, a Grilo é utilizada também na produção do vinho Marsala.
Esse branco pra mim foi o mais complexo.
No nariz notas de manga, abacaxi, louro e casca de limão.
Na boca é muito fresco, elegante, tem notas de amêndoa e final longo.
O Nero d'Avola 2010 comprovou o que a Adua falou.
Vinho fácil, bastante frutado, sem nenhuma madeira e bastante macio.
O corte Nero d'Avola/Syrah 2009 passou 8 meses em barrica francesa e mostrou notas de amora, cassis, pinho e mineral.
Na boca é encorpado, tem notas de especiarias, bom equilíbrio e persistência.
Os vinhos são importados pela Wine Lovers www.winelovers.com.br
Sobre os vinhos provados, ela disse uma coisa interessante do Nero d'Avola: "É como um sapato preto que vai bem com qualquer roupa. O Nero d'Avola vai bem com qualquer prato..."
O diretor comercial da vinícola, Daniele Lizza, falou sobre os vinhos, sobre a ilha da Sicilia e sobre o trabalho sério nos vinhedos.
Os três brancos varietais, Inzolia, Catarratto e Grilo, comprovaram o que ele disse.
O Inzolia 2010 tem aromas de maçã, ervas aromáticas e casca de limão.
Na boca tem bom equilíbrio e corpo médio. Não passa por madeira.
Final com média persistência.
O Catarratto 2010 tinha notas de maçã, mel, curry e ervas aromáticas.
Na boca é mais encorpado que o Inzolia, tem notas minerais e bom equilíbrio.
Bom final.
O vinho que mais gostei foi o Grillo 2009.
A Grillo é uma variedade da Puglia, mas que se transforma em vinhos fantásticos na Sicilia. Assim como a Inzolia e a Catarratto, a Grilo é utilizada também na produção do vinho Marsala.
Esse branco pra mim foi o mais complexo.
No nariz notas de manga, abacaxi, louro e casca de limão.
Na boca é muito fresco, elegante, tem notas de amêndoa e final longo.
O Nero d'Avola 2010 comprovou o que a Adua falou.
Vinho fácil, bastante frutado, sem nenhuma madeira e bastante macio.
O corte Nero d'Avola/Syrah 2009 passou 8 meses em barrica francesa e mostrou notas de amora, cassis, pinho e mineral.
Na boca é encorpado, tem notas de especiarias, bom equilíbrio e persistência.
Os vinhos são importados pela Wine Lovers www.winelovers.com.br
segunda-feira, novembro 28, 2011
Gigante da NBA é a mais nova celebridade no mundo do vinho
O chinês Yao Ming, de 2 metros e 30, estrela do Houston Rockets e da Seleção chinesa nos jogos olímpicos de 2004 e 2008, saiu do basquete para entrar no mundo do vinho.
Ele anunciou a aposentadoria em Julho, aos 31 anos, por causa de uma série de contusões que atrapalhavam sua carreira e agora acaba de fechar um acordo com a Paul Ricard, da França, para lançar seus vinhos na China.
Yao Ming tem uma vinícola no Napa Valley, na Califórinia e acredita que sua fama, pode ajudar a vender o vinho na China.
Um Cabernet Sauvignon 2009, produzido pela Yao Family Wine, acaba de chegar a Shangai ao preço de 300 dólares a garrafa.
Yao Ming é uma celebridade de tanto prestigio no seu país, que foi o porta bandeira da cerimônia de abertura da Olimpíada de Pequim, em 2008.
Enólogo Carlos Lucas apresentou o Baton em São Paulo
O nome dos vinhos, faz referência ao bastão usado para a batonage (técnica para recolocar em suspensão leveduras leveduras mortas que ficam no fundo do tanque ou barrica depois a fermentação alcoólica).
O nome já indica que os 4 vinhos provados foram elaborados utilizando a técnica que serve para deixar uniforme o contato do vinho com as leveduras deixando o vinho com mais corpo, untuosidade e complexidade nos aromas.
O objetivo foi atingido.
Assim como a harmonização com as carnes do North Grill.

O Tom de Baton Branco Douro 2010 é um corte de Viosinho, Códega, Malvasia Fina, Gouveio e Rabigato.
No nariz notas de maçã, pêssego e floral.
Na boca o vinho é bem equilibrado, corpo médio, notas minerais e de frutas cítricas.
Tem boa persistência.
Custa 71 reais.
O Baton Branco Douro 2010 é o principal branco da vinícola.
Corte de Viosinho, Rabigato e Gouveio.
Estagiou em barricas novas de carvalho francês por 4 meses.
No nariz notas florais, manteiga e tosta de barrica bem suave.
Na boca é elegante, encorpado.
Tem notas minerais e de frutas tropicais.
O final é longo com gosto de jaca no retrogosto.
Custa 115 reais.
O Tom de Baton Tinto Douro 2009 é um corte de Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Barroca, Touriga Franca, Tinta Francisca e Sousão.
No nariz violeta, amora, cereja e groselha.
Na boca é encorpado e frutado.
Tem boa acides, equilíbrio e final agradável com gosto de ginja e tabaco no retrogosto.
Terminamos com o Baton Tinto Douro 2008.
No corte vinhas com idade de 50 anos misturadas com Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Barroca, Touriga Franca, Tinta Francisca e Sousão. Junto entraram uvas de vinhas mais novas com Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Barroca.
O vinho é bastante aromático.
Amora, cassis, violeta, tabaco, baunilha, chocolate...
Na boca é encorpado, elegante, muito bem equilibrado e macio.
O final é longo com gosto de cravo no retrogosto.
O vinho foi elaborado com leveduras indígenas, pisa a pé e logo após a fermentação alcoólica foi decantado para barricas novas de carvalho francês com batonage durante 2 meses.
Custa 125 reais.
Os vinhos foram elaborados pelo enólogo Paulo Duarte e o projeto Terroir d'Origem é de Carlos Lucas.
Todos os vinhos são importados pela Vinhosul www.vinhosul.com.br
domingo, novembro 27, 2011
Marius 2009 - Cave Chevalier - Crozes Hermitage - França
Conheci os vinhos da Cave Chevalier na Caravana dos Vinhos Tricolores, em São Paulo.
A Marlène Laurent me apresentou todos os vinhos.
Começo falando sobre o Marius, mas com o tempo vou falando dos outros.
Primeiro lamento que estes vinhos ainda não estejam no Brasil.
O Marius 2009 mostra bem as características da região.
O estagio em madeira é em barricas novas maiores (600 litros) para não deixar sinais fortes de madeira no vinho.
O vinho realmente é bastante frutado, bastante fresco e com as características da Syrah que só os vinhos elaborados nessa região são capazes de mostrar.
Notas de amora, pimenta, violeta e leve tabaco.
A madeira aparece com muita delicadeza.
Na boca o vinho é encorpado, bem equilibrado, muito frutado e elegante.
O final é longo e com algumas notas mentoladas.
A Marlène Laurent me apresentou todos os vinhos.
Começo falando sobre o Marius, mas com o tempo vou falando dos outros.
Primeiro lamento que estes vinhos ainda não estejam no Brasil.
O Marius 2009 mostra bem as características da região.
O estagio em madeira é em barricas novas maiores (600 litros) para não deixar sinais fortes de madeira no vinho.
O vinho realmente é bastante frutado, bastante fresco e com as características da Syrah que só os vinhos elaborados nessa região são capazes de mostrar.
Notas de amora, pimenta, violeta e leve tabaco.
A madeira aparece com muita delicadeza.
Na boca o vinho é encorpado, bem equilibrado, muito frutado e elegante.
O final é longo e com algumas notas mentoladas.
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