quarta-feira, agosto 31, 2011

Vi um museu com grandes novidades da Winebrands


No belo espaço do Museu da Casa Brasileira a Winebands recebeu clientes e imprensa para um encontro e degustação com seu time de fornecedores.
Entre tantos produtores e vinhos conhecidos, destaco o Barbaresco Bric Turot 2005, da Prunotto.
Um vinho ainda jovem se levarmos em conta o estilo dos Barbarescos, com notas de flores, terra molhada, couro, canela e chocolate.
Na boca os taninos são finos, o vinho é encorpado e tem boa fruta.
Final longo.

A Delphine de la Fouchardière esbanjou simpatia para explicar os famosos vinhos de Albert Bichot.
Bichot tem 100 hectares na Borgonha, o que para a região significa um grande produtor. 65 hectares ficam em Chablis.
Os vinhos são maravilhosos!
O Nuits Saint Georges 2005 mistura notas florais com framboesa, morango e groselha.
Nas boca tem notas minerais, bom corpo, taninos firmes, jovem, equilibrado, elegante.
Final longo.
Para fechar, o incrível Vosne Romenée 2006.
A propriedade é vizinha do lote onde se produz o La Tache, de Romanée Conti.
É daqueles vinhos que dispensa comentários.
Os aromas mais típicos da Pinot Noir estão lá.
Mas junto estão aromas de especiarias, pimenta, tabaco, caixa de charuto.
Na boca é elegância pura!
Bom corpo, acidez e equilíbrio.
Pra terminar, provei o Tokaj Aszu 5 Puttonyos 2001 da Dobogó (Hungria)
Diretamente das mãos da produtora Isabelle Zwack.
Ela me explicou que trabalha nos seus 8 hectares com agricultura biodinâmica, não certificada e deixando de aldo alguns (para ela) exageros.
Coisas que beiram o misticismo.
Não pretende se certificar, segue a cartilha do filósofo austriaco Rudolf Steiner, mas por acreditar, não para vender mais ou dar dinheiro para empresas certificadoras.
O vinho é tem aromas de damasco, tangerina, mel, bala de caramelo, canela e um toque de oxidação.
Na boca a doçura e acidez estão num equilíbrio perfeito.
O vinho não vai enjoar nunca.
Pode tomar a garrafa inteira.
Fico devendo os preços.
O site da Winebrands é: www.winebrands.com.br

terça-feira, agosto 30, 2011

O vinho e a Pintura - Eric Christensen - 34

Título: Outstanding in the field

Cooperativa Vinícola Aurora no Encontro de Vinhos de Ribeirão Preto


Fundada em 1931 por 16 famílias de imigrantes italianos, a Aurora participou ativamente da evolução da indústria vinícola Brasileira.
Hoje são mais de 1100 cooperados na maior cooperativa do Brasil.
Os vinhos vão dos mais simples até vinhos de qualidade e com ótimo preço.
Será o primeiro Encontro de Vinhos da Vinícola Aurora.
Bem vindos!
O Encontro de Vinhos Ribeirão Preto acontece dia 8 de Outubro no Hotel JP www.hoteljp.com.br
A família está crescendo!!!

Todos os Espumantes Franceses - Parte 3 - Blanquette de Limoux


O espumante do Languedoc se gaba de ter sido o primeiro do mundo.
Em termos de Appellation d'Origine Controlée, nasceu em 1938.
Mas a primeira citação dos seus espumantes foi em 1531, pelos monges beneditinos de Saint-Hilaire. Portanto, que Dom Perignon que nada!
Os espumantes já existiam, e em Limoux.
Existem dois tipos, a chamada Brute e a méthode ancestrale.
Fica no departamento de Aude, região do Languedoc-Roussillon.
É produzido justamente na cidade de Limoux a oeste de Corbières.
O terreno é pedregoso e de argila e calcário.
As variedades autorizadas são:
Mauzac, maioritária com 90% dos cortes, a Chardonnay e a Chenin Blanc.
No método tradicional o vinho envelhece 9 meses em garrafa.
No método Ancestral, só se utiliza a Mauzac, além de trabalhar sob as influências da lua.
Na verdade, todos juram na região, que se você não respeitar a lua certa para engarrafar os espumantes ficam sem borbulhas.
Especialistas ficam perplexos diante do mistério.
Só se pode engarrafar no mês de Março, na lua nova ou minguante.
O depósito não é retirado e fica no fundo da garrafa.

segunda-feira, agosto 29, 2011

Todos os Espumantes Franceses - Parte 2 - L'Aÿze


L'Aÿze é uma região que produz vinhos espumantes nos alpes, na região Haut-Savoie.
Os chamados "Vins Mousseux" de Aÿze, foram oficialmente reconhecidos em 1973.
No mapa, está entre Annecy e o lago Genebra. 
Quase todos os espumantes são elaborados com a variedade rara chamada Gringet.
São produzidos na cidade de Ayze, que fica próxima a Bonneville.
Os espumantes são rústicos e tem a seu favor a possibilidade de envelhecer bem.
Como o clima não é nada fácil, os espumantes são baseados em variedades de maturação mais tardia.
São elas:
Roussette d'Ayze, Mondeuse Blanche, Marsanne (chamada de Grosse Roussette) e Fendant Vert (chamada de Bon Blanc), além é claro da principal variedade citada no início, a Gringets (a mais cultivada).
Todos os espumantes são elaborados pelo método tradicional ou ancestral.

Wine Lovers leva novidades ao Encontro de Vinhos Ribeirão Preto


Quem está acostumado aos Encontros de Vinhos, com certeza já conhece a Wine Lovers.
Com um catálogo bem escolhido, a Wine Lovers promete novidades para o Encontro de Ribeirão Preto.
A importadora que começou focada em vinhos dos Estados Unidos, ampliou o catálogo com chilenos, espanhóis e italianos.
Os bons vinhos da Califórnia continuam lá.
Uma novidade do velho mundo será mostrada em primeira mão no Encontro de Vinhos de Ribeirão Preto.
É esperar pra ver!
Dia 8 de Outubro, das 14 às 22 horas, no Hotel JP - www.hoteljp.com.br
www.winelovers.com.br

O Vinho e a Pintura - Eric Christensen - 33

Título: Napa Valley Memories II

Vinha Grande - Douro 2022 - Casa Ferreirinh

Cereja, bergamota, violeta...  na boca tem corpo médio, taninos macios, sensação de frescor, sabor repetindo o nariz, mas com um toque de e...