quarta-feira, julho 20, 2011
Opus One 2005 - Napa Valley - Califórnia - Estados Unidos
Provei o Opus One no tira-teima promovido pelo Evandro do blog Confraria 2 Panas (http://confraria2panas.org/).
Imagino que na prova às cegas todos tentavam imaginar qual era o vinho que havia recebido 95 Pontos do Robert Parker e custa cerca de 1500 reais no Brasil.
Entre tantos vinhos de ótima qualidade não houve um vinho que fosse infinitamente melhor que os outros, mesmo assim, o Opus One 2005 cumpriu sua obrigação e ganhou a disputa.
O vinho elaborado com 86% de Cabernet Sauvignon, 7% de Merlot, 4 de Petit Verdot, 2 de Cabernet Franc e 1% de Malbec, é realmente muito bom!
Foi o terceiro vinho da prova, mostrava pela cor que era jovem aos 6 anos de vida.
Mostrava no nariz notas florais, amora, mirtilo, cereja, baunilha, chocolate e trufas.
Na boca é um vinho macio, elegante, equilibrado.
Azeitona preta e cassis.
Final longo.
Imagino que esse vinho ainda evolua bastante.
Em 10, 20 anos pode ser que eu tenha coragem de dizer que vale 1500 reais.
Hoje eu garanto que provei outros vinhos de alta qualidade como este por menos da metade do preço.
Confesso que nos Estados Unidos, onde custa pouco menos de 200 dólares, eu compraria.
Adoraria comprar!
Brasileiros são ruins de negócio? As prateleiras só apresentam importados e poucos produtores nacionais.
Quem acompanha o blog acostumou a ver textos sobre degustações que terminam em elogios aos vinhos brasileiros.
O que me intriga é a falta destes vinhos no mercado.
Basta entrar em uma loja ou até um supermercado que entre centenas de importados aparecem os grandes produtores brasileiros que não chegam a 5 marcas.
5 marcas entre quase uma centena de importados.
fico ainda mais preocupado quando vejo lojas e distribuidoras especializadas em vinhos brasileiros fecharem ou mudarem o foco.
Lembro da AOC Vinhos do Brasil e da Eivin que fecharam as portas e lembro da DO Brasil que acabo de saber, está mudando o foco.
Sabe o que apurei?
Os brasileiros são ruins de negócio.
Os importadores dão um banho de competência e sabem investir na marca.
Chegam e oferecem boa margem para o revendedor, oferecem bonificação e pior, vinhos de qualidade chegam muito mais baratos que vinhos da mesma categoria produzidos no Brasil.
Falo do mercado de São Paulo, onde moro, mas não acredito que seja diferente no Rio de Janeiro ou Minas Gerais, estados populosos e importantes consumidores.
Gostaria de saber se os produtores brasileiros são dificeis para negociar com compradores de outros países, já que sempre chegam notícias de novos mercados e sucesso no mercado internacional.
Tenho medo que ao mesmo tempo em que crescemos na qualidade perdemos espaço por falta de estratégia comercial e visão empreendedora.
A DO Brasil, na Rua Thomaz Carvalhal, 620, no bairro do Paraíso, está liquidando bons vinhos brasileiros.
No lugar deles entram vinhos importados.
Pode ser que os mercados que citei acima não sejam importantes e as vendas em casa na região sul seja suficientes.
Os grandes produtores brasileiros, que aprenderam a negociar faz muito tempo, não pensam assim e continuam nas prateleiras.
Alguns tem até loja em São Paulo.
Será que sabem negociar porque são grandes ou são grandes porque aprenderam negociar.
O que me intriga é a falta destes vinhos no mercado.
Basta entrar em uma loja ou até um supermercado que entre centenas de importados aparecem os grandes produtores brasileiros que não chegam a 5 marcas.
5 marcas entre quase uma centena de importados.
fico ainda mais preocupado quando vejo lojas e distribuidoras especializadas em vinhos brasileiros fecharem ou mudarem o foco.
Lembro da AOC Vinhos do Brasil e da Eivin que fecharam as portas e lembro da DO Brasil que acabo de saber, está mudando o foco.
Sabe o que apurei?
Os brasileiros são ruins de negócio.
Os importadores dão um banho de competência e sabem investir na marca.
Chegam e oferecem boa margem para o revendedor, oferecem bonificação e pior, vinhos de qualidade chegam muito mais baratos que vinhos da mesma categoria produzidos no Brasil.
Falo do mercado de São Paulo, onde moro, mas não acredito que seja diferente no Rio de Janeiro ou Minas Gerais, estados populosos e importantes consumidores.
Gostaria de saber se os produtores brasileiros são dificeis para negociar com compradores de outros países, já que sempre chegam notícias de novos mercados e sucesso no mercado internacional.
Tenho medo que ao mesmo tempo em que crescemos na qualidade perdemos espaço por falta de estratégia comercial e visão empreendedora.
A DO Brasil, na Rua Thomaz Carvalhal, 620, no bairro do Paraíso, está liquidando bons vinhos brasileiros.
No lugar deles entram vinhos importados.
Pode ser que os mercados que citei acima não sejam importantes e as vendas em casa na região sul seja suficientes.
Os grandes produtores brasileiros, que aprenderam a negociar faz muito tempo, não pensam assim e continuam nas prateleiras.
Alguns tem até loja em São Paulo.
Será que sabem negociar porque são grandes ou são grandes porque aprenderam negociar.
terça-feira, julho 19, 2011
Um tira teima Storico!!!
Quem imaginaria que o Storia da Casa Valduga deixaria pra trás vinhos consagrados do Chile e da Argentina.
O Evandro do blog http://confraria2panas.org/ resolveu abrir algumas raridades, todas da safra 2005, e dividir o prazer com outro blogueiros: Alexandre Frias (Diario de Baco e Enoblogs), Cristiano Orlandi (http://www.vivendovinhos.com/), João Filipe Clemente (http://falandodevinhos.wordpress.com/), Daniel Perches (www.vinhosdecorte.com.br), André Rossi (http://entretenimento.r7.com/blogs/enodeco/), Stredel (também da Confraria 2 Panas), o Emilio e a Fátima da loja Portal dos Vinhos, local da degustação e Eu.
9 pessoas, 6 super vinhos do continente americano.
Garrafas totalmente tapadas e muita expectativa.
Se fosse perguntado antes a ordem de classificação pouca gente arriscaria um segundo lugar tão nobre para um vinho brasileiro, mas foi o que aconteceu.
Deu a lógica no topo com o mítico Opus One da união entre Robert Mondavi e Baron Philippe de Rothschild. Um vinho que leva e elevao nome do Napa Valley, da Califórnia para os quatro cantos do mundo.
Resultado final:
1 Opus One - Napa Valley - Califórnia
2 Storia (Casa Valduga - Vale dos Vinhedos - Brasil)
3 Don Maximiniano Founders Reserve - Errazuriz - Valle del Aconcagua - Chile
4 Afincado - Mendoza - Argentina
5 VF - Villa Francione - Santa Catarina - Brasil
6 Don Melchor - Viña Concha y Toro - Valle del Maipo - Chile
segunda-feira, julho 18, 2011
Encontro de Vinhos
Quem viu a lista de expositores do Encontro de Vinhos percebeu que a esta edição da feira está cheia de novidades.
Novos expositores, expositores conhecidos com vinhos que não podem faltar e vinhos que acabam de chegar ao mercado brasileiro.
Espero para ver a eleição dos top 5 com a presença de vencedores de outras edições querendo outra vez vencer ou ficar entre os 5 colocados e com novidades que podem dessa forma se mostrar com mais força ao mercado.
Vinhos de importadores pouco conhecidas que podem mostrar que o universo vinícola é tão rico que os grandes achados não estão restritos a grandes e famosos importadores.
O Encontro de Vinhos mostra mais uma vez que a ideia sempre é divulgar cada vez mais a bebida, com espaços democráticos onde o maior imoportador do país tem o mesmo espaço e condições que os pequenos, que os sommeliers, compradores, imprensa e consumidores, tenham a possibilidade de provar novidades e reafirmar convicções.
Encontro de Vinhos
4 de Agosto
Das 12 às 22 horas
Hotel San Raphael
Largo do Arouche, 150
Centro de São Paulo
Ingressos: 60 reais
www.encontrodevinhos.com.br
Novos expositores, expositores conhecidos com vinhos que não podem faltar e vinhos que acabam de chegar ao mercado brasileiro.
Espero para ver a eleição dos top 5 com a presença de vencedores de outras edições querendo outra vez vencer ou ficar entre os 5 colocados e com novidades que podem dessa forma se mostrar com mais força ao mercado.
Vinhos de importadores pouco conhecidas que podem mostrar que o universo vinícola é tão rico que os grandes achados não estão restritos a grandes e famosos importadores.
O Encontro de Vinhos mostra mais uma vez que a ideia sempre é divulgar cada vez mais a bebida, com espaços democráticos onde o maior imoportador do país tem o mesmo espaço e condições que os pequenos, que os sommeliers, compradores, imprensa e consumidores, tenham a possibilidade de provar novidades e reafirmar convicções.
Encontro de Vinhos
4 de Agosto
Das 12 às 22 horas
Hotel San Raphael
Largo do Arouche, 150
Centro de São Paulo
Ingressos: 60 reais
www.encontrodevinhos.com.br
Lista completa dos Expositores do Encontro de Vinhos
| Aromas do Vinho | |
| Cantu | |
| Casa Valduga | |
| Concha y Toro | |
| DOC Vinhos | |
| Dominio Cassis | |
| Domno | |
| Emporio Sorio | |
| Expand | |
| hedoniste | |
| Lindoya | |
| Max Brands | |
| ms import | |
| Porto Mediterrâneo | |
| Ravin | |
| Smart Buy Wines | |
| The Wine School | |
| Vinhos do Mundo | |
| vinicola basso | |
| Voilà | |
| Wine Society | |
| wine sperience | |
| Wine Spirits | |
| Zahil | |
Vinicola Basso no Encontro de Vinhos
Os espumantes e vinhos gaúchos Monte Paschoal produzidos pela Vinícola Irmãos Basso já são bem conhecidos no sul do Brasil e por consumidores mais curiosos que procuram novidades em todos os cantos do Brasil.
Boa oportunidade para quem for ao Encontro de Vinhos.
Dia 4 de Agosto, das 12 às 22 horas no Hotel San Raphael, no Largo do Arouche, 150, no Centro de São Paulo.
www.encontrodevinhos.com.br
http://www.vinicolabasso.com.br
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