sexta-feira, janeiro 29, 2010

Ana Import Apresenta Grandes Vinhos Portugueses

A Anaimport apresentou nesta quinta-feira no Di Bistrô, no Itaim Bibi, vinhos do velho mundo que passam a fazer parte do seu catálogo. Do Alentejo vieram os vinhos da Herdade do Perdigão com destaque para o Espumante Herdade do Perdigão Brut 2007 com boa perlage, cremosidade incrível e notas de pão doce. O tinto Herdade do Perdigão Reserva 2007 elaborado com a casta Antão Vaz é elegante e encorpado. A madeira aparece um poco mais que a fruta, mas nada em excesso. O vinho mostra saúde para durar muitos anos. Vale a pena guardar um pouco. Do Douro chegaram os vinhos da Quinta da Fonte Nova e de 3 produtores dos 4 que formam o grupo Douro Family Estates. Agradáveis surpresas! Vinhos desconhecidos no Brasil que com certeza farão história. O Bajancas Trilho branco 2007 é surpreendente. Elaborado com as castas Rabigato, Gouveio e Códega de Larinho mostra notas de pêssego, maracujá e notas minerais que podem lembrar um bom Chablis. Um grande branco do Douro. Do mesmo grupo destaco o Quinta dos Poços Reserva com as notas florais de violeta características do Douro, o Grande Reserva mostra ainda notas de especiarias e café torrado. O Soque Reserva 2005 com integração perfeita entre fruta (cassis e cereja) e barrica e o Douro Family Estates que é uma criação dos 3 produtores mais o Brites Aguiar (importado pela Santa Ceia Vinhos). O Family Estates 2006 está mais pronto que os outros reserva, por isso mostrou mais os aromas de frutas negras, violeta, tabaco e chocolate. Grandes vinhos!

quinta-feira, janeiro 28, 2010

Só 13 Garrafas Foram Unanimidade com 100 pontos Robert Parker e Wine Spectator. Todas Francesas!

Receber uma nota 100 dos principais críticos da atualidade não é nada fácil, mas receber 100 pontos pelo mesmo vinho, de Robert Parker e Winbe Spectator, só 9 produtores conseguiram. 7 de Bordeaux e dois do Rhône. Alguns mais de uma vez. Todos franceses!!! O campeão foi o Château Petrus (Pomerol) com 100 pontos WS/RP para as safras de 1961,1989 e 1990. O Mouton Rotschild (Pauillac), conseguiu a façanha com as safras de 1945 e 1982. Também com duas façanhas está o doce Château D´Yquem (Sauternes), safras 1811 e 2001. Conseguir a façanha uma vez já é um feito incrível. Foi o que aconteceu com o Haut Brion 1989 (Pessac-Léognan), Lafite Rothschild 2000 (Pauillac), La Fleur (Pomerol) 1947, Chateau Margot (Haut-Médoc) 2000 e com os dois produtores do Rhône Guigal e Paul Jaboulet Aïné. Guigal conseguiu a unanimidade com o Côte-Rôtie La Landonne 1985 e Jaboulet com o Hermitage La Chapelle 1961.

quarta-feira, janeiro 27, 2010

Appellation d´Origine Controlée Côtes de Duras

Os vinhedos de Côtes de Duras fazem parte de uma das 3 Appellations d´Origine Contrôlée em Lot-et-Garonne (com Buzet e Côtes du Marmandais). É vizinho das appellations Entre-Deux-Mers, Sainte-Foy-Bordeaux et Bergerac.

Appellation d´Origine Controlée Côtes de Duras
Superfície: 2 000 hectares
Villages: Auriac-sur-Dropt, Baleyssagues, Duras, Esclottes, Loubès-Bernac, Moustier, Pardaillan, Saint-Astier, Saint-Jean-de-Duras, Saint-Sernin, Sainte-Colombe-de-Duras, Sauvetat-du-Dropt, Savignac-de-Duras, Soumensac et Villeneuve-de-Duras.
Tipos de vinho: Tintos, brancos secos, brancos doces e rosés
Solo: Marga, calcário e argilo-calcário
Clima: menos chuvoso e mais quente que a vizinha Bordeaux, com influência oceânica
Variedades: (tintos) Merlot 52 %, Cabernet Sauvignon 27 %, Cabernet Franc 20 %, Malbec 1 %.
(brancos)
Sauvignon Blanc (67%), Sémillon (27%), Muscadelle (4%), Mauzac, Ondenc, Chenin Blanc e Ugni blanc
Guarda: (tintos) de 2 a 10 anos (brancos secos) 0 a 5 anos (brancos doces) 5 a 10 anos (rosés) para beber jovem
Os tintos harmonizam bem com carnes vermelhas, Peito de pato, carnes de caça e alguns tipos de queijo.
Os brancos secos harmonizam bem com peixes, moluscos e crustáceos
Os brancos doces harmonizam com Foi Gras, queijos Roquefort, Gorgonzola ou Bleu d´Auvergne
Os rosés acompanham bem grelhados, pratos de frios e muitas vezes pratos da cozinha oriental

Aquecimento Global Ajudou Os Vinhos Da Inglaterra

O desastre do aquecimento global vai prejudicar todo o planeta, não dá para comemorar nada. Mas entre as noticias ruins, os produtores de vinho da Inglaterra tiveram uma boa. Uma ótima safra! O clima da Inglaterra nunca foi o ideal para a produção de vinhos! Essa frase pode ficar no passado. Além dos estudos que apontam um futuro desastroso para o clima, mas benéfico para os vinhos ingleses, o ano de 2009 comprovou isso. 2009 já é considerado o melhor ano da história para os vinhos ingleses. A associação dos produtores ingleses informou que as uvas estavam espetaculares com a Chardonnay e Pinot Noir atingindo entre 11 e 13% de álcool. Tudo por causa do clima quente e seco durante a floração. Até a chuva que chegou em Julho, beneficiou as vinhas, pois o solo estava bastante seco. Os especialistas ingleses já esperam alta nas vendas e baixa nas importações para os próximos anos. A Inglaterra esta entre os principais importadores de vinhos de qualidade do mundo.

terça-feira, janeiro 26, 2010

Variedades Pouco Conhecidas - Freisa

Esta em todo o Piemonte italiano e também um pouco na argentina. É muito parecida com a Nebbiolo, que também é do Piemonte, mas uma analise genética mostrou que ela é parente da Viognier. Também é conhecida por fresia, fresa, monfra, frescia ou frezia (na Corsega). Os vinhos são bastante frutados, encorpados, com boa acidez e cor rubi concentrado. Aromas de framboesa, morango e violeta.

segunda-feira, janeiro 25, 2010

Appellation Madiran Controlée


No meio da região dos vinhos brancos do sudoeste, está o Madiran, que só produz tintos. Os vinhos possuem uma característica bem particular. São bons vinhos de guarda.
São elaborados com variedades importantes como Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc. Mas a mais utilizada e típica da região é a Tannat. Os vinhos são duros na juventude e tanicos e interessantes depois de alguns anos em garrafa. Appellation: Appellation Madiran Controlée
(a Appellation Pacherenc du Vic Bilh Controlée fica na mesma zona do Madiran)
Localização:
De frente para os Pirineus
Vilas principais:
Maumusson, Aydie e Viella
Solo:
Argilo-calcário
Superfície:
1.300 hectares
Produção:
10 milhões de garrafas (só tintos)
Variedades:
Tannat (mínimo 40%), Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon e Fer Servadou
Guarda: 4 a 10 anos
Boas safras:
2005, 2004, 2001, 2000
Aromas:
frutas negras, especiarias e pão grelhado
Harmoniza bem com Cassoulet,
Pato e Confit de Pato ou de Ganso

Franciacorta DOCG


Não é nada difícil encontrar alguém que diga que os melhores vinhos espumantes do mundo são os Franciacorta. Mais fácil ainda é encontrar os mais realistas que dizem que ao lado das Champagnes só Franciacorta e Cavas. A região fica na província de Brescia. O Franciacorta é o primeiro e único brut italiano feito exclusivamente com a segunda fermentação na garrafa.
DOCG Franciacorta
Variedades: Chardonnay, Pinot Blanc, Pinot noir
O Franciacorta tem reconhecimento da comunidade europeia com termo exclusivo desde 29 de Abril de 2002. Basta o rótulo indicar Franciacorta para indicar espumante de qualidade. Só 10 regiões em toda a europa gozam deste privilégio e apenas 3 espumantes: o Cava, Champagne e Franciacorta
Cidades: Adro, Capriolo, Cazzago San Martino, Cellatica, Coccaglio, Colónia, Corte Franca, Erbusco, Gussago, Iseo, Monticelli Brusati, Ome, Paderno Franciacorta, Paratico, Passirano, Provaglio Iseo, Brescia, Rodengo Saiano e Rovato
Área plantada: de 1500 a 2000 hectares
Solo: rico em minerais, por causa da atividade glacial que deixou depósito em forma de grãos. Esses grãos são importantíssimos para a drenagem.
Clima: mais suave no inverno que a maioria das sub-zonas alpinas, enquanto os Verões são quentes.
Aromas: cítricos, pêssego, mel, flores e pão

Vinha Grande - Douro 2022 - Casa Ferreirinh

Cereja, bergamota, violeta...  na boca tem corpo médio, taninos macios, sensação de frescor, sabor repetindo o nariz, mas com um toque de e...