segunda-feira, novembro 23, 2009

Appellation Touraine Controlée


Touraine esta no centro da região do Loire. Lá estão os famosos Châteaux de la Loire.
Vários tipos de vinho são produzidos em Touraine.
Os tintos, na maioria, são elaborados com a variedade Gamay algumas vezes com a Cabernet Sauvignon e Franc e outras com a Pinot Noir.
Appellation:
Appellation Touraine Controlée, Appellation Touraine Mesland Controlée, Appellation Touraine Azay le Rideau Controlée, Appellation Touraine Noble Joué Controlée, Appellation Touraine Amboise Controlée
Villages: Noyers sur Cher, Meusnes, Saint Georges sur Cher, Pouillé, Chatillon sur Cher, Amboise, Limeray, Cheillé
Solo: Areia, Argila, Calcário
Superfície: 6,000 hectares
Produção: 26 milhões de garrafas
Variedades: Tintos e Rosés utilizam Gamay, Cabernet Franc, Pinot Noir, Malbec e Pineau
Brancos: Chenin blanc, Sauvignon Blanc
Tipos de vinho: Tinto leve e frutado, branco seco leve e fresco, Rosé de corpo médio e espumante tinto, Rosé e branco
Guarda: Tinto 2 a 7 anos, Branco: 1 a 4 anos, Rosé: para beber no ano da safra ou em 2 anos
Melhores safras: 2005, 2003
Aromas dos Tintos: Frutas vermelhas (principalmente Framboesa) e Frutas negras.
Aromas dos Brancos: Mentol, Baunilha, Lichia
Os tintos harmonizam com carne vermelha e com os queijos Boursin, Camembert, Chabichou du Poitou, Saint Nectaire, Valencay
Os brancos vão bem como aperitivo e com os queijos: Mâconnais e Cheddar

Crise no Mercado de Barricas E Alta Nos Preços da Madeira!

Assim como a venda de vinhos en primeur (ainda em barrica), existe a venda de carvalho ainda no pé. Acontece todos os anos perto da famosa floresta de Tronçais, de onde saem as melhores barricas do mundo. A organização é do Office National des Forêts à Cérilly (Allier).
Todos os Grand Crus de Bordeaux utilizam essas madeiras. Os fabricantes de barricas pagam fortunas pelas madeiras que serviram para grandes vinhos do mundo inteiro. A surpresa este ano foi a queda nas vendas. Poucos lotes foram vendidos. Entre 40 e 45% dos lotes disponíveis. As vendas não são feitas em leilões abertos, mas por propostas em envelopes fechados. Apesar da crise, os preços da madeira estavam altos e os fabricantes de barricas dizem que o mercado está ainda sob efeito da crise mundial. Enquanto o preço da madeira sobe, o preço da barrica está estacionado por falta de procura.

domingo, novembro 22, 2009

Appellation Vouvray Controlée


Não há uma característica simples para definir os Vouvray. Existem os vinhos de sobremesa, vinhos leves, mais encorpados, secos...
Estão sempre entre os melhores vinhos do Loire.
Os vinhos doces possuem uma cor dourada. São vigorosos, frutados e frescos.
O vinho seco é rico e intenso, assim como o demi-sec.
Existe também os espumantes, chamados mousseux de Vouvray.
São frutados e podem envelhecer bem, o que não é muito comum em vinhos espumantes.
Appellation:
Appellation Vouvray Controlée
Localização:
Margem direita do rio Loire
Villages: Vouvray, Rochecorbon, Vernou sur Brenne, etc
Solo: Argilo-calcário e giz
Superficie: 2,000 ha
Produção:
13 milhões de garrafas
Variedades:
Chenin blanc (chamado Pineau blanc de la Loire)
Tipos de vinho: Branco doce "moelleux"
Branco Seco
Branco demi-sec
Branco Espumante "mousseux"
Guarda: Vinhos doces muuuuiiiitos anos, dizem que mais de um século.
Secos: 5 a 25 anos
Demi-sec: até 5 anos
Mousseux (espumante): 1 a 4 anos
Safras recomendadas: 2005, 2003, 1997, 1995, 1990, 1989
Aromas: marmelo, mel e amêndoa.
Harmoniza com: Frango ao molho branco, Vitela ao molho branco, algumas frutas e os queijos: Cabécou, Camembert, Crottin de Chavignol e Livarot

A Cozinha do Chef Mario Lo Sardo Tem Alma!

Quem já foi num encontro gastronômico na oficina de gastronomia do Mário Lo Sardo sabe muito bem: naquela cobertura a cozinha tem alma! Mário é daqueles chefs competentes e generosos. Ensina todos os segredos, fala dos pratos com amor e esbanja criatividade. Interessante quando convida pessoas de diversas áreas da enogastronomia e promove um intercâmbio sem igual. Na semana que passou, Mário preparou um prato com mariscos, outro com beringela e queijo coalho, uma receita incrível com queijo de cabra e uva Itália, barquetes com guacamole e ostra defumada e um macarrão de palmito pupunha ao pesto que deixou todos encantados. Fornecedores levam seus produtos, produtores e importadores levam seus vinhos, companheiros de panela levam invenções e Mário mostra sua arte e um pouco da alma da cozinha. Quem quiser ajuda no preparo, quem quiser prepara algo sozinho, pode! Difícil é sair de lá indiferente. Sair sem uma boa dose de encantamento. Sem dúvida um lugar e um chef especial! Nesta noite provei o Terragnolo levado pelo Márcio Marson e provei mais uma vez o Terraza D'Isula, rosé da Córsega, levado pela Andréa do Empório Sorio. Vinhos que estão nos posts anteriores. Para quem não conhece o Mário, veja no site: www.oficinadeculinaria.com.br

sábado, novembro 21, 2009

- Côtes de Castill - Bordeax


Appellation Bourgueil Controlée


Em Bourgueil se produz vinhos tintos do Loire. É um vinho muito parecido com os produzidos em Chinon. Os dois terroirs possuem as mesmas características. Talvez alguns vinhos de Bourgueil tenham mais potencial de guarda do que os Chinon, principalmente os chamados "vins de cotes", que são produzidos no sul da Appellation.
Appellation:
Appellation Bourgueil Controlée
Appellation Saint Nicolas de Bourgueil Controlée
Solo: calcário, areia e cascalho
Superfície: 1,200 hectares
Produção: 9 milhões de garrafas
Variedades:
Cabernet Franc (ou Petit Breton)
Tipo de vinho: Tinto Frutado e Rosé seco (menos de 5% da produção)
Guarda:
Bourgueil: 3 a 10 anos
Saint Nicolas de Bourgueil: 2 a 5 anos
Boas safras: 1997 e 2003
Aromas: frutas vermelhas, cassis e pimentão verde
Harmoniza bem com queijos: Port Salut, Reblochon, Saint Nectaire, Valencay e Gouda

Para a Wine Spectator Um Vinho de Washington É O Vinho do Ano de 2009!

Esta é a garrafa do Cabernet Sauvignon Columbia Valley Reserve, da Columbia Crest Vineyard, de Washington, Estados Unidos. Tão raro encontrar vinhos americanos no Brasil! Tantas importadoras, tantos rótulos e tão poucos vinhos americanos. Não se pode discutir e nem dar tamanha importância para uma lista de 100 melhores vinhos. Seja feita por quem for! A quantidade de rótulos e de vinhos excepcionais não permite isso. Mas claro que é uma publicidade fantástica! É interessante ver a lista e perceber que um vinho de 27 dólares (preço para o consumidor americano), recebeu 95 pontos da revista e ficou com o primeiro lugar. Outra coisa que chamou atenção foram os 4 vinhos norte-americanos entre os 10 melhores do mundo. A Itália também teve 4, 3 só da Toscana. França e Espanha tiveram um vinho cada. É um pouco estranho também não ver o vinho do ano de 2008 na lista dos 100. Será que o Clos Apalta está em decadência total? Não, não, a lista é assim mesmo! Como diria aquele personagem da TV: "não precisa explicar, eu só queria entender..." Quem quiser ver a lista completa veja no site http://top100.winespectator.com/

Vinha Grande - Douro 2022 - Casa Ferreirinh

Cereja, bergamota, violeta...  na boca tem corpo médio, taninos macios, sensação de frescor, sabor repetindo o nariz, mas com um toque de e...