quinta-feira, janeiro 13, 2011

Amanhã o 6º episódio de Na Estrada do Vinho


Amanhã você vai ver onde são elaborados os vinhos Tempus Alba.
Uma das vinícolas mais agradáveis para o enoturismo de Mendoza e que produz vinhos realmente muito bons, é a nossa próxima atracão no Na Estrada do Vinho.
O Tempus Alba Vero não está disponível no Brasil, mas estava no Encontro de Vinhos de São Paulo e conquistou um lugar nos TOP 5.
No sexto episódio conversamos com o Mariano Biondolillo, um dos proprietários da vinícola.
No sétimo episódio tem mais. O Sr Aldo Biondolillo, vai explicar porque o nome Tempus Alba e também o que significam as digitais na garrafa do Vero.

Rastros do Pampa em São Paulo


Os vinhos Rastros do Pampa, de Don Pedrito, acabam de chegar em São Paulo.
Os vinhedos também são protegidos das pragas pelo sistema de controle térmico de pragas do Lazo TPC, que evita o uso de pesticidas, veja no post:http://papodevinho.blogspot.com/2011/01/depois-de-mario-geisse-e-lidio-carraro.html
Quem foi ao Encontro de Vinhos de Ribeirão Preto, teve a chance de provar os vinhos que postei aqui em Setembro, depois de provar uma garrafa que chegou às minhas mãos quase que por acaso.
Durante a Expovinis, meus amigos Claude e Isabel Fonquerle que aceitaram o meu convite para participar da Expovinhoff, ganharam uma garrafa da produtora Gabriela Pötter.
Fiquei com a garrafa até o próximo encontro com Claude e Isabel.
Eles não esqueceram da garrafa e eu guardei conforme o prometido. Foi assim que provamos e nos surpreendemos.
O vinho será vendido pela DO Brasil, da amiga Cecília.
Lá é o lugar para quem procura vinhos raros brasileiros. Raros por incompetência do mercado que não sabe lançar e procurar coisas novas e de qualidade. A Cecília sabe!
A DO Brasil fica na rua Tomas Carvalhal, 620, no Paraiso.
Para rever o post do Rastros do Pampa: http://papodevinho.blogspot.com/2010/09/rastros-do-pampa-premium-2009-rio.html
Para rever a loja da Cecilia:
http://papodevinho.blogspot.com/2010/08/cecilia-do-brasil-e-as-raridades-do-sul.html

Zuccardi dá palestra no lançamento da pós graduação em Marketing do Vinho na ESPM

quarta-feira, janeiro 12, 2011

Encontrada a vinícola mais antiga do mundo


Os achados foram encontrados no sul da Armênia por pesquisadores da universidade da Pensilvania, Estados Unidos. Os vestígios arqueológicos de uma adega com mais de seis mil anos de idade. Sementes da uva, restos de uvas prensadas, caules e resíduos de videiras também foram encontrados no local, e análises químicas indicam que vinho tinto era produzido numa caverna.consistente. O vinho produzido era provavelmente usado em rituais, como em sepultamentos, que também foram encotrados nas proximidades. "O vinho pode ter sido bebido para honrar os mortos ou talvez até jogado sobre os corpos", afirmou Gregory Areshian, da Universidade de California, co-diretor da escavação. “Esta é, para já, a mais antiga adega de vinho, com prensa, cubas de fermentação e vasilhas para armazenamento no local”, disse citado pela AFP Hans Barnard, um dos autores do artigo sobre a descoberta publicado na revista Journal of Archaeological Science. A gruta, que fica perto da cidade de Areni, junto da fronteira com o Irã, já tinha sido notícia em Junho do ano passado devido à descoberta de um mocassim de couro com 5500 anos.


O Vinho e a Pintura - A Última Ceia

Essa Última Ceia está na Catedral de Cuzco, no Peru. Identificado como de um artista local.

Pietro encontrou a fórmula do amor


-Acabou Ornella. Não posso viver assim esperando que se importe comigo.
-Ficou louco Pietro! Claro que me importo.
-O que fala não combina com tuas atitudes. É isso. Acabou!
Por 4 anos Ornella olhava para Pietro durante todo o dia. Passava horas ao lado dele na época da poda verde, na amarração dos galhos, na colheita, na seleção das uvas, em tudo.
Por 6 anos Pietro trocou a taça de vinho com os amigos pelos braços quentes, lisos, cheirosos de Ornella.
Por 10 anos dormiram juntos, às vezes abraçados, às vezes não.
A colheita de 2002 marcou uma nova fase para Pietro.
Ornella passou a ficar em casa cuidando da vida, do filho e com outros pensamentos e afazeres.
O inverno de 2003 foi terrível, pausa no trabalho com os vinhedos, pausa para ficar com Ornella, mas...
Ornella cuidava da casa e Pietro voltava ao convívio dos amigos.
O frio, o vinho, a casa com a lareira a todo vapor, o passado, nada animava Ornella.
Veio a primavera e o trabalho ficou mais duro.
Pietro cuidava sozinho daqueles 5 hectares em Rabajá.
O Barbaresco de Pietro era moderno, elegante, robusto.
Pietro é um jovem senhor de 39 anos. 1 metro e 80, magro, mas forte; duro, mas simpático; alegre, mas triste.
Ornella (ah Ornella), é belíssima. Não é alta nem baixa, magra nem gorda, é sensual.
Os olhos de Ornella são daqueles que penetram. O corpo parece uma escultura de autoria desconhecida. Sim pois quem assinaria tal obra não fosse o próprio criador.
A colheita de 2003 foi decisiva.
O trabalho correu normalmente.
As uvas estavam lindas, o trabalho foi impecável, as barricas de carvalho esloveno deram àqueles vinhos o que a pele de Ornella dava a Pietro no passado: macies, equilíbrio e felicidade para Pietro.
Vinhos engarrafados, malas prontas e Pietro saiu bem cedo.
A Nebia que dá o nome à Nebbiolo viu tudo.
Ornella só percebeu a saída de Pietro duas horas mais tarde. Pensou que tinha ido caçar.
Ao cair da noite Ornella encontrou Pietro bebendo vinho com os amigos e ele logo se levantou e explicou a situação para ela.
Ornella voltou pra casa e os lamentos de Pietro ficaram para Odoardo.
-Não quero mais viver no desprezo. Fico em outra casa, cuido dos vinhedos, vejo Ornella, converso o que for preciso, mas não volto a morar com ela. Hoje tenho apenas o lado ruim de Ornella. As cobranças, as satisfações que me cobra e a distância que me impõe.
Na casa de Pietro a família se reunia para falar mal dele. Diziam que ele tinha outra mulher, que ele não prestava e que ela não devia mesmo ter casado com ele.
A vizinhança também não entendia como a bela e doce Ornella tinha sido abandonada de forma tão cruel.
Mariela, que desde os tempos de primário desejava Pietro estacionava sua moto sempre ao lado de onde ele estava.
Os amigos ,mais submissos foram proibidos de participar das noitadas inocentes de Pietro no único bar do vilarejo. Noitadas regadas a fotos do passado e lembranças de Ornella.
Foram exatos 2 anos.
Dois anos de solidão voluntária.
No verão de 2005 Ornella bateu na porta de Pietro.
-Posso entrar?
-Claro que sim.
A conversa foi longa, proveitosa e terminou como no passado.
Ornella voltou pra casa e começou assim o caminho de volta.
Todos os dias ia e voltava, namorava e voltava, chegava a pegar no sono, mas voltava.
Pietro descobriu a fórmula, Ornella também.
Duas casas, um caminho e uma pitada de solidão.
Até hoje os dois não voltaram a morar juntos e o vai e vem continua...

terça-feira, janeiro 11, 2011

Leilão pra gente grande em Bordeaux


Um grande leilão vai agitar Bordeaux no final deste mes. Lotes especiais de Châteaux Montrose, Mouton Rothschild, Clerc Milon, vários Sauternes e Médocs, serão colocados na brincadeira do quem dá mais no dia 27 de Janeiro.
Quer (e pode) brincar?
Anote aí o endereço: 136, quai des Chartrons, Bordeaux.
São dois horários: 10 da manhã e 14 horas.

Vinha Grande - Douro 2022 - Casa Ferreirinh

Cereja, bergamota, violeta...  na boca tem corpo médio, taninos macios, sensação de frescor, sabor repetindo o nariz, mas com um toque de e...